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Pharoah Sanders

Farrell Sanders nasceu em 13 de outubro de 1940 em Little Rock, Arkansas, Estados Unidos. Seu instrumento é o sax tenor e com ele destacou-se como músico de Free jazz, jazz de vanguarda,World fusion,Post-bop e Hard bop. Pharoah já foi agraciado com um Grammy Awards como Saxofonista de Jazz Americano. Foi citado como o melhor sax tenor do mundo por Ornette Coleman. Tocou com Sun Ra,John Coltrane,Michael Mantler,Carla Bley,Cecil Taylor,Don Cherry,Larry Coryell,Gato Barbieri,Leon Thomas,Lonnie Liston Smith,Cecil McBee,Izipho Zam,Deaf Dumb Blind,Thembi,Bill Laswell,Mahmoud Guinia,Red Hot + Cool,Umar Bin Hassan,Abiodun Oyewole,Laswell,Jah Wobble,Tisziji Munoz,Rashied Ali,Steve Neil,Greg Bandy,Munoz,Bedria Sandres, Clifton “Jiggs” Chase,Lawrence Killian,Alex Blake,Trilok Gurtu,Tony Cedras,Bernie Worrell,William Henderson,Zakir Hussain,Jeff Bova,Hamid Drake,Adam Rudolph,Graham Haynes,Nicky Skopelitis,Jeff Bova,Bill Laswell,Trilok Gurtu,William Henderson,Alice Coltrane,McCoy Tyner,Don Cherry,Black Harold,The Jazz Composer’s Orchestra,Ed Kelly,Art Davis,Sonny Sharrock,Franklin Kiermyer,Alex Blake,Kahil El’Zabar,Kenny Garrett. Pharoah Sanders gravou aproximadamente 62 álbuns e influenciou muitos músicos de sua geração. Pharoah está em Michael Mantler Review, com Nick Mason.

Abraços…

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bloglimpinhoecheiroso

Roberto_Gurgel14_Olhos_FechadosApós receberem relatório do Tribunal, senadores poderão convocar o procurador-geral da República para prestar esclarecimentos.

Maurício Thuswohl, via Rede Brasil Atual

Legenda Após um longo trâmite no TCU, a abertura de processo no Congresso dependerá de um novo pedido.

Deverá ser encaminhado até quarta-feira, dia 6, ao Tribunal de Contas da União (TCU) o requerimento aprovado pelo Senado para que seja feita uma auditoria especial com o objetivo de apurar eventuais irregularidades cometidas pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, durante o processo de aquisição sem licitação de 1.200 tablets pelo Ministério Público Federal. A informação foi dada na sexta-feira, dia 1º, pela Secretaria Geral da Mesa do Senado, órgão responsável por emitir o ofício e providenciar o seu envio ao TCU.

Após receber o requerimento do Senado, o TCU realizará uma auditoria nos contratos firmados pela Procuradoria Geral da República para a aquisição dos tablets. Em seguida, elaborará um relatório…

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Extrato do Miolo

boite– Confesso que estou bastante estimulado. – disse ele.
– Estamos no caminho correto? – perguntou ela.
– Cadastrei as coordenadas do local no GPS.
– Trouxe as entradas?
– Com certeza. Inteirou-se de todas as normas?
– Não todas, mas a fundamental.
– Qual?
– É proibida qualquer interação física sem negociação prévia das damas.
– Eu já sabia! Eis uma condição que me desagrada.
– Por quê?
– Em última instância, o swing é comandado pelas mulheres.
– No campo sexual, desconheço algo que não seja.
– Mas nesse caso, descambou-se para a tirania.
– Qual direito você gostaria de adquirir?
– O de deliberar em igualdade de condições.
– Sensibiliza-me seu pleito, mas não posso ir contra as tradições da comunidade.
– Com certeza… Por isso, inicio desde já nossa seguinte tradição particular: em caso de não atendimento da minha principal preferência, tornar-me-ei um dissidente.
– Qual…

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Sniff Seattle

“He is your friend, your partner, your defender, your dog. You are his life, his love, his leader. He will be yours, faithful and true, to the last beat of his heart. You owe it to him to be worthy of such devotion.” ~ Unknown

Greg Valentine

Sniff Seattle ~ Seattle Bellevue Dog Walkers
Sniff Seattle on Yelp
 
 

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Só falta o ministro negro do Supremo achar que é Django Livre e sair por aí fazendo justiça com as próprias mãos

 
 

Puxadinho. Maracutaia. Gambiarra. Acochambramento. Gato. Tramoia. Migué. Malandragem. Cafezinho. Comissão. Vista grossa. Esse jeitinho brasileiro de fazer as coisas erradas darem certo ainda vai acabar nos matando. Legado de ignorância ou má fé, o brasileiro encontra jeito para tudo, valendo-se de muita criatividade, improviso e certa dose de desonestidade.

Eu lucubrava a respeito disso enquanto uma mulher furava a fila do cinema, a minha frente, com mais três amigas e um gordinho efeminado com um pavão tatuado no deltóide (Deus me livre de qualquer preconceito!). A justificativa da deseducação foi que uma outra fulana “guardava os seus lugares na fila” enquanto o grupo terminava de fazer um lanche rápido na praça de alimentação do shopping. Naquele instante, eu, sim, alimentava o desejo contido de esbofetear os safardanas (eu sabia que eles mentiam deslavadamente), mas reservei meu sentimento rasteiro para a esfera ficcional, quando adentrasse naquele recinto para assistir ao “Django Livre”, de Quentin Tarantino (Django Unchained, 2012).

Enquanto nutria uma raiva controlada daqueles estranhos mal educados (será mesmo pecado odiar, ainda que em segredo, irmã?!), fiquei matutando, digerindo a tragédia ocorrida em Santa Maria, na qual dezenas de jovens morreram queimados, pisoteados, sufocados por fumaça tóxica dentro de uma boate, na madrugada de domingo.