Edir Macedo dará 50% de desconto no dízimo para ex-católicos convertidos

do Sensacionalista de Vinicius Antunes
 
 
 

O bispo e líder da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, comemorou a escolha do argentino Jorge Bergoglio como Papa. Segundo Macedo, a possibilidade de um Papa brasileiro poderia frear  o crescimento de sua igreja no Brasil. Após assistir à decisão do conclave em sua residência nas Ilhas Cayman, Edir Macedo se mostrou feliz e mais satisfeito ainda em saber que o Papa escolhido é argentino.

Macedo ficou tão alegre que prometeu dar 50% de desconto no dízimo para ex-católicos convertidos em sua igreja como forma de atrair os católicos insatisfeitos. A alegria é tanta que ele disse que pensa também em aceitar Nossa Senhora Aparecida nos cultos e contratar o Padre Marcelo para ser pastor.

Roberto Rocha e Vinícius Antunes

 

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Jorge Mario Bergoglio é o novo Papa

do Ronaldo – Livreiro de ronaldo – livreiro
 
 
PÚBLICO.PT

 

O novo Papa é o cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, que adoptará o nome de Francisco I. Arcebispo de Buenos Aires tem 76 anos e é o primeiro jesuíta a ser eleito Sumo Pontífice e o primeiro da América do Sul.

Nascido a 17 de Dezembro de 1936, em Buenos Aires, é um dos cinco filhos de Regina e Mario Bergoglio, um italiano trabalhador dos caminhos de ferro argentinos. Aos 21 anos, decidiu entrar para o sacerdócio, tendo entrado para o seminário em Villa Devoto, como noviço da Ordem Jesuíta.

O novo Papa Francisco I desempenhou vários cargos administrativos na Cúria, enquanto cardeal, mas não estava entre os favoritos por causa da sua idade (76 anos). Diz-se que no conclave de 2005 foi um rival de Ratzinger na votação.

Jorge Mario Bergoglio é um teólogo conservador que se distanciou do movimento da Teologia da Libertação da América Latina. Em 2004, um advogado e activista dos direitos humanos apresentou uma queixa contra o cardeal – sem apresentar provas – acusando-o de ter conspirado com a junta militar em 1976 para permitir o rapto de dois padres jesuítas a quem ele, como superior da Companhia de Jesus da Argentina, tinha ordenado que deixassem de fazer o seu trabalho pastoral, por entrar em conflito com a ditadura militar. Um porta-voz do Bergoglio negou as acusações.

Opõe-se ao aborto e à eutanásia, mantém a posição da igreja relativamente à homossexualidade e condenou fortemente a legislação para permitir o casamento gay na Argentina, introduzida em 2010, mas sublinha a importância de respeitar as escolhas individuais.