Boato sobre Bolsa Família só acontece porque temos três ministérios fracos: Justiça, Comunicação e Secom

bloglimpinhoecheiroso

Bananas01Antônio Mello em seu blog

O boato sobre a extinção do Bolsa Família atingiu 12 estados. Milhares de brasileiros (os mais pobres) correram às agências da Caixa com medo de não receberem o benefício.

Dizem que o boato começou na internet. Pode ser. Mas duvide-o-dó que tenha sido espalhado por ela. Aí tem rádios populares, com toda certeza, pois o povão do Bolsa Família só tem computadores, carros e aviões na mensagem distorcida da mídia corporativa.

Esse atrevimento de bolar e botar em execução um plano com esse alcance só acontece porque temos três ministérios fracos, acocorados: o da Justiça, o da Comunicação e a Secretaria de Comunicação, que enche de verba o inimigo que lhe ataca. Três bananas.

A presidenta Dilma que não se engane: esse boato plantado, e que atingiu seu objetivo de provocar pânico, é apenas balão de ensaio do que vem por aí.

Caso ela continue…

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Trilha sonora do dia

PALAVRAS POETIZADAS

MATT

Existe sensação mais gostosa que descobrir um cantor novo? Adicione essa deliciosa sensação a uma musica folk, voz calma e um vocalista lindo, loiro, com olhos claros e sorriso de lado. Piraram junto? O cara é Matt Walters! Um australiano que ainda vai fazer muito sucesso. Ele é desconhecido no país de origem mas faz sucesso para os ligados em musica alternativa no mundo inteiro. Diferente né? Confiram:

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“Terminado o julgamento do mensalão, o ministro Joaquim Barbosa será destruído pela imprensa”

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Blog do Fajardo

publicado em 20 de maio de 2013 às 20:20

Juliano Breda: “O ministro Joaquim Barbosa é uma pessoa com qual nenhum diálogo inteligente pode ser travado”

do Blog do Esmael, sugestão de Iza

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Paraná, Juliano Breda, disse nesta segunda-feira (20), em ato político pela criação dos Tribunais Regionais Federais (TRFs), em Curitiba, que é impossível travar diálogo inteligente com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa.

“O ministro Joaquim Barbosa é uma pessoa com qual nenhum diálogo inteligente pode ser travado”, afirmou Breda para o auditório lotado de lideranças políticas e empresariais.

O presidente da OAB-PR foi ovacionado pelos presentes quando assegurou que o presidente do STF não entende nada de Direito.

“Nós todos sabíamos que o ministro Joaquim Barbosa não sabia nada de Direito. Hoje nós descobrimos que ele não sabe nada de organização judiciária…

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O vínculo do alto comando da ditadura com as torturas

O vínculo do alto comando da ditadura com as torturas

Enviado por luisnassif, ter, 21/05/2013 – 09:10

Por Marco Antonio L.

Da Rede Brasil Atual

Audiência pública mostra vínculo do alto comando da ditadura com torturas e mortes

Ex-militante conta na Comissão da Verdade da cidade de São Paulo como foi libertada do DOI-Codi em 1975, após visita do general comandante do 2° Exército, seu primo  por Eduardo Maretti, da RBA publicado 20/05/2013 18:37, última modificação 20/05/2013 18:57  Mozart Gomes. Câmara Municipal 

Sarita afirmou que, depois que seu tio passou pelo local, os militares passaram a oferecê-la privilégios

São Paulo – A ex-militante do Partido Comunista Brasileiro Sarita D’Ávila Mello contou hoje (20), na Comissão da Verdade municipal de São Paulo, que a presença de seu primo, o general Ednardo D’Ávila Mello, então comandante do 2º Exército, foi determinante para sua soltura do DOI-Codi, onde ficou por cerca de dez dias. Sarita foi solta numa sexta-feira, 24 de outubro de 1975, um dia antes da chegada do jornalista Vladimir Herzog ao local. Herzog foi assassinado no dia seguinte.

O general Ednardo era primo do pai dela, Newton Nunes D’Ávila Mello. “A intenção desta audiência foi mostrar a interferência direta do comandante do Segundo Exército, fardado, dentro do sistema da repressão”, explicou o presidente da Comissão da Verdade, vereador Gilberto Natalini (PV), durante o evento na Câmara Municipal, no centro da cidade. “A tortura, portanto, não era feita por loucos sem comando. O general Ednardo foi lá pessoalmente para evitar que uma parente sua fosse torturada como os outros presos.”

Sarita relatou que o general Ednardo D’Ávila Mello chegou à sala quando ela estava começando a receber choques elétricos. “Quando vi o general, pensei que fosse meu pai, por serem parecidos”. Segundo ela, o general pediu aos torturadores que preservassem a vida da moça. Ele teria solicitado ainda aos que a custodiavam que dessem um suco de laranja a ela. Sarita afirmou ter recusado aceitar o suco se suas companheiras de prisão também não recebessem o “privilégio”. À tarde, relatou, ela e todas as suas colegas de prisão receberam leite com café e pão com manteiga.

Hoje professora de História, Sarita D’Ávila Mello contou que foi presa em casa e que preferiu não fugir, mesmo ao chegar em casa e encontrar a polícia. Ela diz que foi ao DOI-Codi com o pai sob o pretexto de que iria apenas prestar depoimento, mas, ao chegar lá, o pai foi dispensado. 

De acordo com Sarita, no dia seguinte à sua prisão seu pai conseguiu falar com o comandante do Segundo Exército. “Meu pai disse a ele: ‘Não quero me meter no trabalho de vocês’, e pediu ao primo para que a minha vida fosse preservada”, lembrou. Depois da visita do tio às dependências do DOI-Codi, contou, não foi mais interrogada. Lembrou também que ficou encarcerada ao lado da sala em que pessoas eram torturadas e que ouvia gritos e música sertaneja em volume alto.

No depoimento na Câmara, ela se dirigiu aos jovens presentes à audiência para dizer que “corrupção existia também na ditadura, como hoje, mas a diferença é que na ditadura tudo ia para baixo do tapete”. “Na ditadura – acrescentou –, só se discutia e se fazia isso que estamos fazendo aqui, hoje, na clandestinidade.” Para Sarita, os militares que participavam da repressão eram “cães raivosos”. A ex-militante disse que nunca mais militou depois de sua prisão e libertação.

O advogado Belisário dos Santos Junior, que atuou na defesa de ex-presos políticos, disse que o governo do general Ernesto Geisel (1974-1979) foi o período em que mais houve assassinatos da ditadura brasileira (1964-1985). “Não se pode esquecer que esse aparato de cães raivosos era formado por homens que tinham família e filhos. Jorge Rafael Videla comungava todos os domingos. O lugar onde Sarita esteve foi emprestado pelo governo Paulo Maluf ao 2º Exército”, disse Santos Junior, em referência ao ditador argentino e ao ex-governador biônico, que cedeu em 1978, por decreto, o prédio onde Sarita esteve presa. 

A foto de Herzog

A Comissão da Verdade da Câmara Municipal recebe, na semana que vem, o fotógrafo Silvaldo Leung Vieira, que atualmente mora nos Estados Unidos. Vieira fez a famosa foto de Vladimir Herzog morto na cela em 1975. Na época com 22 anos, ele trabalhava para a Polícia Civil e a imagem foi resultado de uma “aula prática”.

Vieira visitará o antigo prédio do DOI-Codi com uma comissão de vereadores na segunda-feira (27) e, na terça, dará seu depoimento em audiência pública na Câmara. Ambos os eventos serão às 11h.

O vereador Natalini contou que a comissão está tentando o depoimento de Delfim Netto, ministro da Fazenda durante o regime autoritário, para tentar mostrar a versão civil da ditadura e mostrar os empresários que financiavam os militares. A comissão ainda não obteve retorno de Delfim.

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