Até que enfim o STF terá jurista ao invés de político

Ficha Corrida

Indicado por Dilma diz que STF deve intervir com cautela

Para Barroso, só casos excepcionais justificam rever decisões de outros Poderes

‘Decisão política tem que tomar quem tem voto’, afirma advogado, que deve ser sabatinado em junho pelo Senado

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM SALVADOR

O advogado Luís Roberto Barroso, indicado pela presidente Dilma Rousseff para uma vaga no Supremo Tribunal Federal, disse ontem que o Poder Judiciário só deve barrar decisões do Congresso e do Executivo em situações excepcionais, de violação "frontal" da Constituição.

"Decisão política tem que tomar quem tem voto e portanto o Judiciário deve ser deferente para com as escolhas feitas pelo legislador e para com as escolhas feitas pela administração", disse Barroso, em palestra num congresso jurídico em Salvador (BA).

Para ele, a intervenção do Judiciário "se legitima" nos casos em que escolhas dos outros poderes "violem frontalmente a Constituição, algum direito fundamental, as regras…

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