BARROSO ALERTA GLOBO E DEFENDE LEGISLATIVO

BARROSO ALERTA GLOBO 
E DEFENDE LEGISLATIVO

Novo Ministro do Supremo considera que julgamento do mensalão foi severo demais, “um ponto fora da curva”.

 

Saiu no Globo:

BARROSO DIZ QUE JULGAMENTO DO MENSALÃO FOI ‘PONTO FORA DA CURVA’

(…)

— Quando o Legislativo atua, o Judiciário deve recuar, a menos que haja uma afronta evidente à Constituição, que é a exceção, e nunca é a regra. Quando o Legislativo não atua, mas existem interesses em jogo, o Judiciário deve atuar — afirmou Luis Roberto Barroso, na sabatina no Senado.

E disse também:

BARROSO DIZ QUE SUPREMO FOI MAIS RIGOROSO NO JULGAMENTO DO MENSALÃO

(…)

“Sem nenhum constrangimento, examinei a jurisprudência do Supremo no ano de 2012. Pensei que ia chegar à conclusão de que o Supremo endureceu sua jurisprudência. Cheguei à conclusão de que endureceu no caso do mensalão. Acho que foi ponto fora da curva, mas não endurecimento geral do Supremo, somente naquele caso”, afirmou ao responder pergunta do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) sobre a avalição que fez do julgamento.

Disse ainda:

INDICADO PARA O STF DIZ QUE PRETENDE PARTICIPAR DO JULGAMENTO DO MENSALÃO

(…)

e que não vai agir por pressão “nem do governo, nem da opinião pública, nem de acusados, nem da imprensa” ao analisar o caso ( do mensalao).

(…)

Na sabatina, o advogado ainda defendeu a ampla liberdade de imprensa, mas com “limites” como o direito de resposta e de reparação. “Eu sou de uma geração que viveu a censura, enfrentou a censura, essa é a assombração da minha geração. Agora, nenhum direito é absoluto. A liberdade é desejada, mas para tudo existem limites, que jamais devem ser manifestar em censura prévia, mas no direito de reparar ou no exercício do direito de resposta.”

Clique aqui para ler “a Globo deve temer Barroso”.

Paulo Henrique Amorim

O cotidiano em Nottingham, a cidade mais pobre da Inglaterra

O cotidiano em Nottingham, a cidade mais pobre da Inglaterra

Enviado por luisnassif, qua, 05/06/2013 – 14:02

Por Demarchi

Da BBC Brasil

Agiotas e pijamas fazem o dia a dia da cidade mais pobre do Reino Unido

Muitos associam a cidade de Nottingham, no centro da Inglaterra, à lenda de Robin Hood, o arqueiro infalível que assaltava os ricos que passavam pelos bosques ao norte da cidade para dar o dinheiro roubado aos pobres. Ou, ainda, ao romance O Amante de Lady Chatterley, de D. H. Lawrence, que retrata a região.

No entanto, Nottingham tem ultimamente ganhado notoriedade na Grã-Bretanha por um outro motivo: segundo os dados mais recentes do Escritório Nacional de Estatísticas do país, os moradores de Nottingham tem a menor renda líquida, descontados os impostos, de todo o país.

A renda média anual das pessoas na Grã-Bretanha, incluindo-se aí os benefícios sociais, é de 16.034 libras (cerca de R$ 52.152). Em Nottingham é de 10.834 libras (aproximadamente R$ 35.238).

Um dos locais onde a realidade de pobreza de Nottingham pode melhor ser vista é o bairro de Meadows, ao sul do centro, onde proliferam conjuntos habitacionais para pessoas de baixa renda.

Desespero

Não é surpreendente que a área de habitações populares seja um território fértil para ação de agiotas. Em Meadows, eles são os melhores amigos das pessoas na vizinhança.

Sharon Mills, do Meadows Partnership Trust, uma organização financiada pelo governo que oferece ajuda aos residentes daquela área, explica o porquê.

“Se você está desesperado com os filhos que não comem há três dias e alguém bate à sua porta oferecendo um empréstimo, ele é visto como um Messias”, disse.

Mills descreve essas pessoas como uma verdadeira “alcateia”, dispostas a recorrer à intimidação para recuperarem seu dinheiro.

“Eles sabem até mesmo o dia em que as pessoas recebem seus salários e assim vem literalmente botando a porta a baixo em alguns casos”.

Às três da tarde de pijama

Muito pouca gente no bairro pode se dar ao luxo de ter algum divertimento.

Ao longo dos anos, Meadows tem ganhado uma reputação de ambiente violento devido à presença de drogas e álcool.

Porém, mais que isso, o que parece ser uma mais constante é a falta de dinheiro dos moradores.

“Veja, são três da tarde e você vê gente por todo lado de pijama. Isso é uma desolação”, afirmou Rachael Oldfield, uma mãe solteira de 35 anos que trabalha meio período como auxiliar administrativa.

Rachael conta que seus momentos mais difíceis são quando chega o dia do pagamento.

“Sempre estou esperando por este momento, planejando me divertir, sair para jantar com amigos. Porém, tenho que cancelar os planos, porque senão gasto todo meu dinheiro.”

Sonhando com o sol

Rachael recebe seu salário no final do mês. No início do mês seguinte já não tem quase nada: seu pagamento se foi para pagar todas as contas. Ela sobrevive com aproximadamente 140 libras (cerca de R$ 455) em benefícios pagos pelo governo, o que é garantido pelos impostos que paga. Além disso, recebe outras 134 libras (aproximadamente R$ 435) como benefício para os filhos.

Ela deve 2,5 mil libras (pouco mais de R$ 8,1 mil) em contas de água e luz, que está pagando aos poucos.

Ainda assim, Rachael não se considera uma pessoa sem sorte. Sua filha vai bem na escola e seu filho joga futebol.

Outro sinal evidente da pobreza em Meadows está na escassez de qualquer tipo de luxo.

Adbul Haq sofre de diabetes e artrite e sobrevive com a pensão do governo por invalidez. Sonha como muitos outros em viajar para outros lugares.

“Não saio de férias há seis anos. Adoraria ir a algum lugar quente, mas não é possível.”

Esperança

Recentemente foi inaugurado um banco de comida que ajuda as necessidades básicas dos mais pobres. O resultado da ação diminuiu os roubos de pão e leite nos supermercados.

Mas nem todos são otimistas. David Gretton, que trabalha em um órgão do governo que oferece aconselhamento aos moradores do bairro, teme o impacto dos cortes nos benefícios sociais que o governo autorizou mês passado.

“Em três ou quatro meses vamos ver mais oficiais de justiça, porque as pessoas deixaram de pagar impostos”, lamenta Gretton.

Sharon Milles crê que os cortes de benefícios deste ano tornarão a vida dos residentes de Meadows ainda mais dura.

Ainda assim, o bairro consegue pequenos espaços de esperança. Em um centro comercial da área pode se ver um cartaz gigante que informa que Meadows é finalista de um concurso nacional de horticultura.

Se as plantas se demonstrarem tão resistentes como os residentes do bairro, seguramente Meadows levará o primeiro lugar.

Mais violência policial, esta no Rio de Janeiro

Brechó do Carioca

Esse é o relato de um manifestante presente na manifestação em frente a ALERJ, depois da desocupação da Aldeia Maracanã:

Depois de tentar tirar das mãos da PM, e da Guarda Municipal um outro manifestante que estava sendo brutalmente agredido, um policial me acertou com o cassetete causando um corte profundo, mas a pior tensão ainda estava por vir, um cidadão trajando roupas a paisana (com certeza um P2) chegou perto de mim e proferiu essas palavras “Quer dizer que vocês agridem policiais…está preso!” e já sacando uma 9 mm, e dizendo…”Se você fizer alarde, vou te dar um tiro aqui mesmo!” rapidamente os manifestantes que estavam perto começaram a fazer alarde, juntando assim mais e mais, manifestantes frustrando assim a ação dele, depois que ele me soltou eu ainda fiquei um tempo ali com a cabeça sangrando, mas quando resolvi ir embora percebi que estava sendo seguido por…

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Que bosta

Andei pensando

morteA morte é uma bosta. E sim, sei que é algo natural, que todos nós vamos chegar lá com pequenas ou muitas diferenças de circunstâncias, o ciclo da vida e tal. Mas é uma bosta, uma grande bosta na verdade.

Não sei se a meia dúzia de três ou quatro leitores que passam pelo cafofo têm medo da morte ou não, ou mesmo se lidam tranquilamente com o tema. Eu não. Eu não quero morrer. Se dependesse de mim, seríamos todos eternos. Sei que isso traria um baita problema pra humanidade, talvez já não coubesse ninguém no planeta. Mas não quero morrer.

Discussões filosóficas à parte, morrer é uma baita aporrinhação. Pra grande maioria dos mortos, pelo menos, e pra todo mundo que fica e tem que cuidar do que ficou. No Brasil, especialmente, ainda há a burocracia e o custo fora da realidade.

Pra quem vai

A primeira coisa…

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