Benito Juárez trató de vender al país: Vicente Fox

Corporación Comunicativa Ojeda - CCO Noticias

foxPara Vicente Fox Quesada, Benito Juárez no fue tan buen Presidente como dicen los libros de historia, pues permitió la intervención extranjera y no hizo “mucho por los pobres”.

El tema de Benito Juárez donde yo hago una afirmación, y claro, todo mundo lo tiene en un pedestal. Habemos muchos que no. A mí no me parece que fue un gran Presidente”.

Entrevistado en el noticiero local En Línea, con Iris Bañuelos, el ex mandatario respondió a las críticas tras haber dicho en un programa de televisión que se llevó “de calle” a todos los presidentes de México, incluido a Benito Juárez.

Además, si él firma y acuerda el tratado McLane-Ocampo es prácticamente la venta del territorio nacional, donde le da autorización a Estados Unidos de intervenir en el territorio; es realmente entregar la soberanía. Entonces yo no puedo tener respeto por un Presidente así”.

Añadió que finalmente el Senado…

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Comidas no Peru

Arte Amiga

Come-se bem no Peru. Definitivamente. Só comemos coisas boas e interessantes. Aqui um resumo do que deve ser provado.

Empanada de carne com açúcar por cima. Estranho. Pingue limão em cima e depois me conte. Delícia total! Na Pasteleria San Antonio.

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Milho e batata lá têm mil tipos e nomes. E destinos. A batata camote parece, em cor e sabor, com a abóbora e se revelou deliciosa numa massa recheada e o camote fritinho por cima. Um sabugo de milho é coisa de gigante e o gosto é divino. Mas também tem o milho preto, a chicha, com o qual se faz um suco que parece de groselha (que aparece na foto acima, junto com a empanada).

DSC02236DSC02133DSC02238DSC02132 No Fallen Angel, em Cusco, além da massa com camote citada acima, esse raviolone de cordeiro. Bom demais. DSC02168DSC02169 Quando saímos do Machu Pichu, almoçamos no restaurante Indio Feliz, em Aguas Calientes…

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Ideias sobre a homossexualidade – Flávio Gikovate viajou…

Minha Vida Gay

Em dois ou três posts trouxe referências positivas do psicoterapeuta Flávio Gikovate embasando alguns de meus argumentos sobre assuntos da sexualidade. Mas o leitor e colaborador Fernando Lima enviou uma gravação da palestra de Gikovate debatendo sobre a homossexualidade e – para minha surpresa – o psicoterapeuta expressa-se sobre o tema de maneira bastante ufanista.

Para muitos, a gravação que deixarei ao final desse texto trará desconforto e indignação. A mim, lamento por existir um formador de opinião desse naipe que se equivoca em falar de “mundo homossexual” se referindo na verdade a apenas um grupo pequeno de gays conectados à promiscuidade e perversões. Refere-se também a Freud, que é um marco da história da psicanálise mas quem estuda hoje sabe que seus fundamentos quase não se aplicam mais nas escolas modernas. Ao final da palestra o psicoterapeuta fala das mulheres de uma maneira até machista e no início enumera…

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Brasil “limpa” a maior favela do Rio antes da chegada do papa Francisco

 Início

Brasil “limpa” a maior favela do Rio antes da chegada do papa Francisco

Inacio@unisinos.br (inácio Neutzling)

Wednesday, July 17, 2013, 9:12 am

COMPORTAMENTO, CULTURA

A violência ligada ao tráfico de drogas recrudesceu na favela carioca da Rocinha nas vésperas da chegada do papa Francisco ao Brasil, na próxima segunda-feira. ARocinha é o bairro popular com maior número de moradores no Rio de Janeiro – pelo menos 70 mil – e também uma das favelas que o governo brasileiro considerava pacificadas. O papa não a visitará, mas a deterioração da segurança nesse lugar é um sintoma que preocupa as forças da ordem, prevendo o que possa ocorrer durante a estada de Francisco na cidade.

A reportagem é de Juan Arias, publicada pelo jornal El País e reproduzida pelo Portal Uol, 17-07-2013.

Em uma operação batizada Paz Armada e desenvolvida durante o fim de semana, dezenas de policiais entraram na Rocinha com 58 ordens de prisão contra supostos traficantes de drogas que ainda operam na favela. Foram detidas 30 pessoas, entre elas vários chefes, e descobertos cem postos de venda de droga.

A polícia, com a ajuda das câmeras colocadas na Rocinha depois da pacificação, e também graças à informação obtida nas redes sociais, conseguiu localizar os traficantes em becos que nem sequer figuram nos mapas do Google.

Rocinha foi dividida em duas grandes zonas de venda de droga por grupos de traficantes que continuam lutando entre si, exatamente como nos tempos em que eram os donos absolutos da favela.

A venda de drogas ainda é comandada e organizada da prisão pelo famoso traficanteAntônio Bonfim Lopes, conhecido como Nem, detido há dois anos quando fugia depois de uma operação militar na favela.

Na Rocinha, assim como em outras favelas ocupadas pela Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), está instalado em caráter permanente um destacamento de 700 policiais desde novembro de 2011. Mas nem sequer sua presença atemoriza os traficantes.

Segundo cálculos policiais, o tráfico de drogas na Rocinha proporciona aos criminosos US$ 3 milhões por mês. É uma favela emblemática não só por sua numerosa população, mas também por estar situada em um lugar estratégico, entre o bairro mais nobre da cidade, Leblon, e a prestigiosa Barra da Tijuca.

Em suas vertentes se localiza um dos hotéis de prestígio da cidade, o Intercontinental, que foi assaltado em agosto de 2010 por traficantes que fizeram 35 reféns entre hóspedes e funcionários.

A situação geográfica da favela, com vistas fabulosas da cidade, fez que no último fim de ano dezenas de turistas estrangeiros decidissem passar ali o Réveillon, para ver os tradicionais fogos de artifício na praia de Copacabana, entre os mais espetaculares do mundo. E há poucos dias a imprensa informou que uma das casas da favela tinha sido adquirida por um estrangeiro por US$ 300 mil. Entretanto, paradoxalmente, talvez seja a presença de turistas o que deu novo alento aos traficantes.

O alarme foi dado há alguns meses quando o turista alemão Daniel Benjamin Franck, de 25 anos, foi ferido com arma de fogo na Rocinha. A polícia admite que, apesar de sua pacificação, continuam atuando nela cerca de cem traficantes.

O silêncio de Alckmin e Serra sobre a denúncia de cartel no Metrô de SP

 Com Texto Livre

O silêncio de Alckmin e Serra sobre a denúncia de cartel no Metrô de SP

Noreply@blogger.com (z Carlos)

Wednesday, July 17, 2013, 2:40 pm

BLOGS DE POLÍTICA

 
Nesta história dada pela Folha de S.Paulo sobre a multinacional alemã Siemens ter delatado a existência de um cartel em licitações do Metrô de São Paulo, duas coisas chamam atenção, além, claro, da gravidade que a própria denúncia já representa: a tentativa do próprio jornal de esconder quem governava na época e o silêncio de Geraldo Alckmin e de José Serra.
Em resumo, o caso é este: a delação foi feita pela Siemens ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) sobre a existência de cartel, do qual a multinacional fazia parte, de empresas fornecedoras de equipamentos e serviços para o metrô. A Siemens participou de vários desses serviços. No fim da década de 90, atuou na construção da linha 5 (lilás), por exemplo, junto com a Alstom. Em 2000, foi contratada para fornecer dez trens, com a Mitsui, para a CPTM. A extensão da linha 2 e outras obras também estão sendo investigadas.
No cartel, empresas fazem combinações ilícitas que resultam em contratações com preços superiores aos praticados caso elas concorressem normalmente.
O que a Folha não diz é quem governava São Paulo nessa época, e que continua governando até hoje: os tucanos. Alckmin assumiu em 2001 e se mantém até hoje, com exceção do período em que Serra foi governador, a partir de 2007.
Na reportagem seguinte (que já ficou bem pouco destacada), o jornal nem sequer cita o PSDB, Alckmin ou Serra. Na matéria anterior, Alckmin apareceu apenas uma vez, no meio do texto, com uma declaração dada no início do mês dizendo que o governo daria informações e faria investigação própria. Só. Nada mais.
É bom lembrar também que a denúncia praticamente foi ignorada por outros veículos. O Estadão traz uma breve reportagem, também escondendo que Alckmin e Serra devem explicações.
Até agora, os dois estão em silêncio. A pergunta que não quer calar é onde estão o governador Alckmin e seu antecessor, José Serra?
O caso é grave demais para que fiquem em silêncio. É preciso investigar a fundo a história, com a possibilidade, inclusive, de uma CPI, dado o histórico de obstrução que o governo de São Paulo faz para impedir apurações do que não lhe interessa.

Ilustração: Lili
No Blog do Zé