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Ontem, dia 25 de julho de 2013, um dos comentaristas do ‘Estúdio i’, programa da Globonews, confortavelmente sentado no sofá, após o almoço, disse que as autoridades deveriam prever exatamente as chuvas e que são todos irresponsáveis e incompetentes. É t

Noreply@blogger.com (helio Borba)

Friday, July 26, 2013, 7:59 am

BLOGS DE POLÍTICA

Papa considera prudente mudança de Guaratiba para Copacabana, diz porta-voz do Vaticano

 
Rodrigo Bertolotto
Do UOL, no Rio
O papa Francisco considerou prudente a decisão das autoridades de trocar o local da vigília e da missa de encerramento de Guaratiba, na zona oeste, para Copacabana, na zona sul da cidade. Segundo o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, a ideia de trocar o Campus Fidei pela praia partiu das autoridades locais e se deve às más condições climáticas.
Lombardi disse que o papa foi consultado por telefone sobre a mudança à tarde e considerou a decisão prudente.  “Ele considerou não expor os jovens a uma zona úmida e pouco saudável”, afirmou Lombardi.
O Vaticano evitou criticar a Prefeitura e atribuiu os problemas no Campus Fidei, que vinha sendo preparado desde o ano passado para receber a jornada, ao mau tempo. “Os dias não foram bons e isso tem sua consequência. Em Copacabana é mais fácil superar as dificuldades. Em Guaratiba a coisa estava muito séria.”
Para o diretor do comitê organizador, padre Márcio Queiroz,  a chuva que caiu sobre a cidade nesta semana não estava prevista para esse períodos. “Eu rezei para Santa Clara e São Pedro e eles não me atenderam.”
Lombardi evitou comentar os gastos com a preparação do Campus Fidei em Guaratiba.
Além de provocar a mudança da vigília e da missa de envio da JMJ (Jornada Mundial da Juventude) do Campus Fidei , em Guaratiba (zona oeste do Rio) para a praia de Copacabana, o frio e a chuva que atingem a capital fluminense provocaram o fim de um dos eventos mais importantes da Jornada: a peregrinação, uma caminhada que os fiéis fazem antes de chegarem ao local da vigília.
Em Guaratiba, os peregrinos teriam de caminhar 13 km para chegar ao Campus Fidei, onde poderiam acampar na noite de sábado (27), para esperar no local a missa de envio, que seria celebrada pelo papa Francisco na manhã do domingo (28).
A mudança para Copacabana não significava necessariamente o fim da peregrinação, mas a organização tomou a decisão de não realizar a caminhada dos peregrinos nas areias de Copacabana.
“Foi uma decisão difícil, mas responsável, pensando sempre na segurança do nosso peregrino. Copacabana sempre foi o nosso plano B, que agora teremos que colocar em prática”, explicou dom Paulo Cezar Costa, vice-presidente do Comitê Organizador.
Diferentemente do que aconteceria em Guaratiba, onde os participantes passariam toda a noite em vigília, em Copacabana a programação será encerrada após a Vigília de Oração com o papa Francisco, prevista para começar no sábado (27), às 19h30.  A atividade retornará no domingo (28), às 10h, com a presença do pontífice para a celebração da missa de envio.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Dilma suspenderá anúncios da Globo?

 
Por Altamiro Borges

Pela legislação em vigor no Brasil, empresas que sonegam impostos não podem receber dinheiro público. Elas praticam crime fiscal, prejudicando os investimentos na educação, saúde, transporte e outros serviços. Neste item, a publicidade oficial dos órgãos do governo e das estatais pode ser encarada como um tipo de subsídio. A TV Globo, que abocanhou mais de R$ 500 milhões em anúncios em 2012, foi denunciada pela blogosfera – a partir de Miguel do Rosário, do blog Cafezinho – por ter sonegado milhões em impostos. Até hoje, a poderosa emissora não mostrou o Darf, o comprovante do pagamento. Fica, então, a pergunta: o governo Dilma suspenderá a publicidade na Rede Globo?


Nesta semana, os jornalistas Amaury Ribeiro Jr., autor do best-seller “A privataria tucana”, e Rodrigo Lopes garantiram no jornal mineiro “Hoje em Dia” que o império global ainda não saldou sua dívida com a Receita Federal e deram um furo jornalístico: “A Globopar, empresa ligada à TV Globo, está com parte das suas contas bancárias e bens bloqueados, devido a uma dívida ativa de R$ 178 milhões com o Tesouro Nacional. De acordo com documentos conseguidos pelo Hoje em Dia na Justiça Federal do Rio de Janeiro, a dívida inscrita no cadastro de inadimplentes foi originada por várias sonegações de impostos federais”.

Ainda segundo os jornalistas, “por solicitação da Procuradoria da Fazenda Nacional do Rio de Janeiro, as contas bancárias da Infoglobo e a da empresa Globo LTDA também chegaram a ser bloqueadas. Mas os irmãos Marinho – Roberto Irineu, José Roberto e João Roberto – conseguiram autorização da Justiça para liberar o bens dessas duas últimas empresas no mês passado, na 26ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro… A dívida da Globopar, no entanto, já está inscrita no cadastro de inadimplentes do Tesouro Nacional, em fase de execução. Na semana passada, a Globo conseguiu adiar a entrega de seu patrimônio ao tesouro até que o processo transite em julgado”.

O jornal “Hoje em Dia” também teve acesso ao processo que apurou o sumiço do inquérito de sonegação das Organizações Globo na compra dos direitos da transmissão da Copa de 2002. “Um documento enviado pela Receita à Justiça em 2010 comprova, ao contrário do que a emissora divulgou, que a dívida de R$ 600 milhões nunca foi paga. A papelada comprova ainda que o Ministério Público Federal ao ser avisado sobre operações de lavagem de dinheiro entre a Globo e a Fifa nas Ilhas Virgens Britânicas prevaricou muito… Um inquérito criminal contra os irmãos Marinho chegou a ser instaurado, mas também sumiu das dependências da Receita Federal”.

Por último, a reportagem de Amaury Ribeiro Jr. e Rodrigo Lopes informa que “nos últimos dois anos, a empresa foi notificada 776 vezes pela Receita Federal por sonegação fiscal… A maior parte dessas autuações envolve a apreensão de equipamentos, sem o recolhimento de impostos, no aeroporto do Galeão, no Rio De Janeiro. Para um bom entendedor a Globopar é uma empresa contumaz na prática do descaminho”. Diante destes fatos escabrosos, os dois jornalistas ironizam: “O ministério da Comunicação do governo Dilma Rousseff e os demais governantes desatentos liberaram verba para empresa inadimplente com a União, o que constitui ato de improbidade administrativa”.

Novamente a pergunta que não quer calar: a presidenta Dilma Rousseff continuará autorizando os bilionários anúncios publicitários numa empresa que sonega impostos e que já foi notificada 776 pela Receita Federal? Os senadores e deputados não cobrarão uma resposta do governo? Os manifestantes que ocupam as ruas nas últimas semanas não exigirão o fim deste incentivo à sonegação fiscal e à corrução? A mídia “privada” continuará com seu pacto mafioso de silêncio? Tantas perguntas e tão poucas respostas!

 

De onde JB tirou o nome para sua empresa de fachada

PAULO NOGUEIRA 26 DE JULHO DE 2013

 

Pobre Assas-Paris2, templo do direito francês.

Assas-Paris

Assas-Paris

“A vida pública deve ser e tem que ser vigiada pela imprensa.”

Joaquim Barbosa disse isso ao receber um prêmio do Globo, em março passado.

“Não consigo ver a vida do Estado e de seus agentes e personagens sem a vigilância da imprensa. Na minha concepção, a transparência e abertura total e absoluta devem ser a regra. Não se deve ter mistério para aqueles que exercem a atividade pública que eu exerço atualmente”, acrescentou.

Devia ser assim. Mas é assim?

Vamos aos poucos. Algumas semanas depois, JB usou um avião da FAB para uma viagem inútil à Costa Rica.

Onde estava a imprensa para vigiá-lo no uso abusivo do avião e do dinheiro do contribuinte?

Bem, estava a bordo. Uma jornalista do Globo participou da boca livre da Costa Rica, conforme revelado na ocasião pelo Diário.

E então você vai ler, depois, no próprio Globo: “A Procuradoria da República no Distrito Federal abriu investigação preliminar para apurar supostas irregularidades no uso de um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).”

JB é poupado não apenas pelo Globo como pela Procuradoria da República.

É um jornalismo estranho, e uma estranha justiça.

O vôo de Costa Rica é significativo. Longe de se vigiarem, Globo e JB, na verdade, gozam de uma proximidade cúmplice e nociva para a sociedade.

Desde o prêmio, um filho de JB foi admitido na Globo, para trabalhar no programa de Luciano Huck.

É legal? É.

É imoral? É.

No código de ética dos juízes americanos, está escrito que algum tipo de vínculo pessoal como este que acabou unindo JB e a Globo por um filho desqualifica um magistrado para julgar causas em que a Globo, no caso, seja o réu.

Imaginemos que o processo de sonegação bilionária da Globo na operação dos direitos de transmissão da Copa de 2002 chegue ao STF.

Joaquim Barbosa se declarará impedido?

O código de ética dos juízes americanos também determina que os magistrados dêem as informações requeridas quando surge dúvida em relação a aspectos financeiros de sua vida.

Recentemente, soube-se que JB comprou um apartamento em Miami mediante o uso de uma empresa de fachada para não pagar impostos.

Para os que gostam de curiosidades, a empresa de JB recebeu o nome de Assas por causa da conhecida faculdade de direito de Paris em que ele gastou quatro anos em pós-graduação bancada pelo dinheiro público do brasileiro.

Quatro anos, repito. JB foi um estudante moroso: fez a faculdade de direito em Brasília em sete anos e meio.

O Globo foi atrás de informações sobre o apartamento?

Pausa para rir.

Depois que se soube que o valor da transação registrado no contrato foi zero, o jornalista Luís Nassif enviou uma mensagem ao STF pedindo explicações.

A resposta: “Prezado Nassif, o presidente Joaquim Barbosa não comentará.”

Voltemos a JB na premiação do Globo. (Em si um absurdo pela proximidade que traz a pessoas que devem manter uma distância intransponível pelo bem da sociedade.)

“Na minha concepção, a transparência e abertura total e absoluta devem ser a regra. Não se deve ter mistério para aqueles que exercem a atividade pública que eu exerço atualmente.”

Pausa para rir.

Transparência? Ausência de mistério?

É realmente estranha a noção de transparência de JB. Vale, provavelmente, para os outros.

Com ou sem avião da FAB, mas sempre com vôos bancados pelo contribuinte, Joaquim Barbosa gosta de viajar. Isso, infelizmente, não o faz produtivo.

Em Santa Catarina, com empresários, não deu para ler o processo da Varig, que se arrasta há sete anos

Em Santa Catarina, com empresários, não deu para ler o processo da Varig, que se arrasta há sete anos

Um dia depois de uma manifestação que parou Florianópolis, ele se ausentou de Brasília e foi para Santa Catarina, a convite da Fiesc, associação de empresários locais.

O encontro foi noticiado num site local. Foi memorável a resposta de um leitor.

“Com todo respeito à pessoa do ministro Joaquim Barbosa, mas será que não tem coisas mais importantes a fazer em Brasília? Como por exemplo: Analisar o processo do caso Varig ao qual o ministro pediu vistas? Já são 7 anos de espera, 7 anos de desespero, 7 anos esperando que a justiça seja feita, 7 anos que os aposentados do Aérus estão esperando seus salários, 7 anos de humilhação, aposentados sem dinheiro para alimentação, remédio e o mínimo para suas subsistência, Será que isto não é importante para o ministro?”

Clap, clap, clap para o atento leitor.

House Of Wolves – Fold In The Wind

The Main Sideshow

House Of Wolves is het soloproject van de Amerikaanse singer-songwriter Rey Villalobos. De bandnaam is een letterlijke vertaling van ‘s mans Spaanse naam naar het Engels. Villalobos is een klassiek geschoold pianist met Chopin als zijn eerste en grootste invloed. Maar dat is op zijn album ‘Fold In The Wind’ niet te horen. Integendeel, zelfs.

Villalobos brengt kleine, romantisch liedjes, zoals dat heet. De sfeer is op het eerste gehoor echter vrij donker, eenzaam en breekbaar. Bovendien is hij gezegend met een fluweelzachte, licht verhoogde stem, die je vrij eenvoudig weet te raken en die kan concurreren met Antony Hegarty (Antony and the Johnsons).

In de idyllische openingstrack 50’s hoor je al die elementen al aan bod komen. Villalobos neemt plaats achter de door hem geliefde piano en de band, met een prominente doch sombere rol voor de trompet, weet zich perfect ten dienste te stellen van de track en zang.

Op…

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