oque é um retrato realmente realista?

 

albiac_1

o artista Sergio Albiac é conhecido por seus retratos que ultrapassam as fronteiras da arte e da tecnologia.
Um dos seus experimentos (nem tão recente assim) chamou minha atenção pela forma como ele questiona o conceito de um Retrato Realista. 
Segundo o artista, nosso retrato é composto por memórias e significados, baseado nisso, ele criou um sistema interativo capaz de pintar o retrato de uma pessoa através da sua história. Fotos e Videos do passado compõe uma imagem que diz quem você é, qual sua cor, qual tonalidade do mundo ao seu redor…

Um experimento interessante que propõe uma reflexão sobre oque postamos e compartilhamos nos dias de hoje.
Se pegassem todas suas fotos no instagram e a quantidade de tralha da sua timeline no facebook, como seria seu retrato?

se curtiu o trampo do cara, vale conferir os retratos generativos de compositores usando suas obras e umvideo-retrato da rainha usando videos do youtube

o cara é foda 😉

 

via

 

 

 
 
Delicious
 

 Altamiro Borges – RSS

Corrupção causa insegurança no Metrô

Noreply@blogger.com (miro)

Quarta-feira, Agosto 07, 2013, 10:24 am

BLOGS DE POLÍTICA

Por Márcio Zonta, no jornal Brasil de Fato:

Conforme o esquema de corrupção foi aumentando entre as transnacionais e os sucessivos governos do PSDB nas licitações envolvendo o transporte público sobre trilhos de São Paulo, o risco de acidentes fatais passou a ser incontrolável. Tal afirmação parte de especialistas e metroviários que vivem o cotidiano do Metrô.


O motivo é que o novo sistema implantado na operação da companhia, bem como a reforma de trens, a aquisição de equipamentos e a manutenção são desenvolvidos por empresas que ganharam licitações por fazer parte do esquema de corrupção e não pela capacidade para efetivar tais serviços.

As oito novas composições de trens, entregues ao Metrô na atual gestão de Geraldo Alckmin, seriam um dos exemplos.

Segundo peritos no assunto, as composições não teriam especificidades de segurança para operar no modelo atual. Diante de uma falha técnica e uma possível paralisação dos trens, o ar condicionado é interrompido, podendo sufocar os milhares de passageiros que porventura estiverem a bordo dos vagões.

Além disso, o novo sistema implantado desde 2010 pela transnacional francesa Alstom na operação do Metrô tem contribuído para dificultar ainda mais a circulação dos trens. Em 2103, o Metrô registrou em média uma pane por semana.

O caso mais recente foi o descarrilamento do vagão de um trem da Linha 3-Vermelha no final da manhã dessa segunda-feira (5), entre as estações Marechal Deodoro e Barra Funda. Os usuários tiveram que ser retirados pelos metroviários pela passarela de emergência e os trens passaram a circular em via única entre as estações Barra Funda e Santa Cecília, afetando a operação das Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha. O problema ocorreu em um trem reformado pela empresa TTrans, envolvida no escândalo de corrupção das obras do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Para o secretário-geral dos Sindicatos dos Metroviários de São Paulo, Paulo Pasim, a contratação dos serviços da Alstom pelo governo do estado é um exemplo clássico, dentre as empresas que fazem parte do esquema de propina acordado com o PSDB. “A Alstom não tem a mínima capacidade de pensar e gerar um sistema que vá resolver a problemática atual do Metrô, mas como está envolvida nas falcatruas, não perde licitação”, afirma.

Dessa forma, tanto a segurança dos usuários do Metrô quanto dos funcionários da companhia estaria relegada ao segundo plano.

“Aumenta a dificuldade para o metroviário trabalhar diante de um sistema que falha muito, diante da superlotação do Metrô que gera mais problemas, gera mais tempo de trabalho, gera mais estresse ao metroviário e, consequentemente, menos segurança aos passageiros. O dinheiro desviado para o esquema de corrupção poderia ser empregado para sanar essa problemática tranquilamente”, complementa Pasim.

Um dia de pane

“A sensação é de estar sufocada e o sofrimento e angústia aumentaram ainda mais por saber que realmente estava confinada, pensei que ia morrer amassada no meio de tanta gente sem poder respirar, sem poder me mover”, relata Izaura Neves, que diariamente utiliza o Metrô de São Paulo para se locomover até o trabalho. A jovem passou por essa situação depois de uma pane na Linha Vermelha do Metrô, em março desse ano, onde ficou por vários minutos presa junto a uma multidão de pessoas num dos vagões da composição, que parou entre estações devido a uma falha técnica. “Muitas pessoas entraram em pânico e começaram a quebrar as janelas, vidros, portas. Aqueles que conseguiam sair, andavam pelos trilhos e pelas plataformas estreitas que têm no meio das estações”, conta.

Izaura estava justamente a bordo de um vagão dos novos trens. Ele possui o sistema de ar condicionado que, conforme a engenharia dos trens e o sistema do Metrô, ambos elaborados pela Alstom, quando a via perde energia devido a um problema, é desligado automaticamente deixando os usuários sem ventilação interna.

“Imagina um trem com duas mil pessoas, superlotado, dez pessoas por metro quadrado sem ar, obviamente não vão ficar presas e vão tentar escapar pelos trilhos, podendo ser atropeladas e mortas por trens que trafegam pela via ao contrário, por exemplo”, alerta Pasim.

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo, preocupado com a situação, entregou há alguns anos ao Ministério Público paulista um documento elencando os principais riscos à vida dos passageiros do Metrô, com a instalação dos novos trens. Até o momento, o sindicato segue sem resposta do órgão público.

No entanto, as falhas recorrentes nas operações do Metrô dobraram nos últimos três anos. Em 2010, o sistema registrou 1,51 incidentes notáveis a cada milhão de quilômetros percorridos. Em 2012, a quantidade chegou a 3,31.

Conforme dados do Serviço de Informação ao Cidadão (SIC), os problemas variam da não abertura das portas dos vagões ao choque de trens por falta de freios, além do mau funcionamento no sistema de tração.

O secretário municipal de Serviços da Prefeitura de São Paulo, Simão Pedro, relaciona os fatos de corrupção que ocorrem no Metrô aos diversos problemas técnicos sofridos pela companhia no seu dia a dia.

“O Metrô sofre esses impactos em função de grandes desvios de dinheiro, que passam pelo pagamento de propina e serviços não realizados, as cláusulas estão ali para enganar. 

 Altamiro Borges – RSS

Mídia Ninja: a explosão do novo

Noreply@blogger.com (miro)

Quarta-feira, Agosto 07, 2013, 10:24 am

BLOGS DE POLÍTICA

Por Luis Nassif, em seu blog:

A entrevista dos representantes dos Ninja ao Roda Viva é mais um capítulo relevante do extraordinário processo de mudanças na sociedade brasileira, impulsionado pelas redes sociais. Foi de deixar a direita indignada e a esquerda perplexa.


Mas, principalmente, foi reveladora da verdadeira ruptura ocorrida no país – na política, na cultura, na mídia – com o advento das redes sociais e de seus pensadores. Reveladora porque a bancada de jornalistas, bem escolhida – com o que de melhor existe na imprensa tradicional -, foi incapaz de entender e explicar o novo ou contrapor argumentos minimamente sólidos à visão de mundo da rapaziada.

*****

O novo é representado pelo trabalho em rede, colaborativo, com formas de produção já identificadas por clássicos modernos, como o espanhol Manuel Castells e pela não compartimentalização de ideias, grupos ou trabalho.

Os dois entrevistados representam esse modelo, Capilé como representante da Casa Fora do Eixo – que trabalha com coletivos culturais – e Bruno Torturra, da Mídia Ninja – que trabalha com coletivos midiáticos. Ambos são portadores do que chamam de “nova narrativa” – uma maneira diferente de pensar, entender e explicar os fenômenos atuais.

Ficou extremamente didático o contraste entre as duas formas de pensamento. No pensamento antigo tudo é compartimentalizado – posições ideológicas, partidos políticos, formas de fazer jornalismo, modo de produção. Na nova narrativa há a explosão de todas as formas de compartimentalização e o estímulo a toda forma de trabalho coletivo, em rede.

*****

A partir daí, as diferenças ficaram gritantes.

Por exemplo:

1- Os jornalistas tradicionais queriam a todo custo enquadrá-los em algum compartimento ideológico, boa forma de desqualifica-los. Chegaram a classificá-los de linha auxiliar do PT. Resposta de Capilé: estamos há dez anos construindo nossa nova narrativa e não seria agora que nos acoplaríamos a organizações com discurso velho. Resposta de Torturra: assinou o manifesto de criação do partido de Marina Silva. E considerou histórica a posição de Fernando Henrique Cardoso em defesa da liberação da maconha.
2- Quiseram, a todo custo, que eles identificassem UM grupo com o qual tivessem mais afinidades. E ambos explicando que, na cultura em rede, relacionam-se com todos os grupos, do partido de Marina ao Movimento do Passe Livre. O apresentador Mário Sérgio Conti, em vez de entender essa não-compartimentalização como característica da cultura em rede, acusou-os de estarem tirando o corpo.
3- Os jornalistas tradicionais mostraram a inviabilidade financeira atual do jornalismo e indagaram de que forma pretendia fazer jornalismo sem recursos. Resposta: o jornalismo continua preso ao modo de produção industrial do começo do século 20- e já estamos na era da informação. Proximamente o Mídia Ninja pretende lançar um novo jornal. Já existem 1.500 voluntários dispostos a colaborar.
4- Os jornalistas tradicionais acusaram-nos de defender o movimento Black Boc Brasil – os vândalos que promovem quebradeira – ao abrir espaço para suas declarações. E Torturra deu uma aula impensável, partindo de um jovem para jornalistas experientes: disse não apoiar nenhum dos métodos do grupo, mas seu papel, como jornalista, era entender as razões que os levam a proceder assim.

Em ambos os casos – Casa Fora do Eixo e Midia Ninja – , montaram-se estruturas colaborativas em rede para substituir a figura do intermediário – no caso da música, as gravadoras; no caso da notícia, as empresas de mídia.

Quando a indústria fonográfica entrou em crise, afetou a cadeia produtiva como um todo, os artistas e corpos técnicos que montavam shows e excursões no rastro do lançamento do seus CDs.

*****

As Casas Fora do Eixo surgiram para suprir essa lacuna e acabaram se espalhando por todo o país.

São casas onde moram colaborativamente duas dezenas de pessoas, especializadas em todos os aspectos de shows – cenografia, operadores de som etc. No total são 2.000 pessoas nas Casas Fora do Eixo e 30 mil artistas se beneficiando dos circuitos culturais e dos 300 festivais montados todo ano.

Espalhados por todo o país, permitiram a novos grupos excursionar e montar shows, hospedando-se em cada Casa e contando com o apoio técnico de seus iintegrantes.

*****

Há duas moedas para remunerar o trabalho interno. Uma delas, o real – obtido em shows. Outra, uma moeda interna, da qual cada Casa se credita de acordo com os trabalhos oferecidos às demais. Uma Casa presta um serviço para outra, Fica com um crédito nessa moeda, que poderá utilizar para comprar serviços de outra casa.

Foi praticamente impossível os entrevistadores entenderem essa lógica – já bastante dissecada por Castells. Só conseguiam enxergar o plano de negócio convencional.

Como um coletivo, a Casa do Núcleo se habilita a editais públicos de apoio à cultura, tanto na área federal como em São Paulo. São valores irrisórios, perto do que se produz efetivamente (e é medido pela moeda interna). Mas bastou para que, no dia seguinte, a Folha a “acusasse” de receber financiamentos públicos, numa flagrante distorção do que foi assistido por milhares de telespectadores.

*****

Outro ponto complexo, denotando profunda compreensão sociológica dos dois entrevistados – e enorme dificuldade de entendimento por parte dos entrevistadores-, foi o conceito de democracia midiática e do que eles chamam de “mosaico” das múltiplas parcialidades”, nos quais as pessoas irão buscar as informações e interagir.

O que eles querem dizer é que não existe a mediação neutra da notícia – como os jornalistas teimaram em defender – nem na mídia tradicional (com a embromação do “ouvir o outro lado”) nem da parte deles. Aí reside o conceito da nova mídia: “as pessoas irão buscar as informações e interagir dentro dessas múltiplas parcialidades”. Ou, como explicou Capilé: “Nova credibilidade do jornalismo nao vira atraves de falsa parcialidade mas através de múltiplas posições”.

O motor de todo processo de democratização é a ampliação das vozes e dos ruídos. Mas foi impossível os colegas entenderem essa lógica. Ficaram no diapasão de Mário Sérgio Conti, o apresentador, sobre “ouvir o outro lado”.

*****

Decididamente, quem tinha o eixo das interpretações eram os jovens questionadores do Fora do Eixo.

MAIS UMA DO PROFESSOR HARIOVALDO…

 Hariovaldo Almeida Prado

Advogado insubordinado tenta interpelar presidente da Corte Maior

Professor Hariovaldo

Terça-feira, Agosto 06, 2013, 11:51 pm

HUMOR

Apesar da grande humildade e simplicidade do atual presidente da mais alta corte do país que, podendo comprar um apartamento na avenida Foch em Paris, ou no Central Park, em New York, preferiu um singelo apê em Miami mesmo, se submetendo ao convívio do pobres brasileiros que por lá perambulam todos os anos, humildade essa que aliás foi fonte de inspiração para o Sumo-Pontífice de Roma, é bom que se diga, o atual soberano da Corte Maior ainda tem que aguentar os comentários maldosos da gentalha e as reclamações dos invejosos, durma-se com um barulho desses! Esses politiqueiros de plantão, tentam ganhar seus quinze minutos de fama, fazendo insinuações vis a respeito da compra do apartamento e pedidos explicações indevidas, como quem tivessem esse direito de interpelarem um cidadão nessa posição. Está claro que é pura perseguição a um homem bom, uma pessoa de bem, que só quer bem, aos seus e a justiça dessa país, por isso, certamente esse episódio demonstra claramente que o Brasil não está preparado para uma pessoa superior como ele. Isso tudo nos deixa muito triste com o futuro dessa nação tupiniquim, nem dá vontade mais de voltar para lá, mesmo à trabalho. Lamentável.  

A dor da alegria…

Exalando a Alma

Fosse o mundo um paraíso…

– paraíso de verdade! –

morrerias sem saber

o que é felicidade… –Mario Quintana

A dor é uma necessidade e as pessoas podem perder sua identidade e sua habilidade para protegerem a si mesmas se não a experimentam. – Dan Blazer, Ph.D

O sofrimento faz parte da vida de qualquer pessoa, seja em que grau for. Claro, muitos de nós jamais experimentaremos dores profundas como nossos irmãos dos países extremamente pobres da África, por exemplo. O Exalando a Alma tem recebido visitas de vários países, e já conseguimos cobrir os cinco continentes, então o contexto em que se encontram os leitores são os mais variados. Já recebi visita de países como Moçambique e Angola, que podem entender o contexto do sofrimento mais que os visitantes de países como Portugal e Estados Unidos, que depois do Brasil são meus maiores visitantes. Mas fato é que…

Ver o post original 343 mais palavras

 The Verge

Google leaves your Chrome passwords unprotected to promote security

Matt Brian

Quarta-feira, Agosto 07, 2013, 10:00 am

DESCONHECIDO

Chromecrash_large

How would you feel if someone sat in front of your computer and was immediately able to access all of your Chrome passwords? That’s a scenario that is dividing opinion after web designer Elliot Kember called Google’s security practices into question by demonstrating how entering a simple URL allows a person with physical access to your machine to view your stored credentials.

Continue reading…

 Início

O Papa paga “religiosamente” sua mensalidade de sócio do San Lorenzo

Cepat.cepat@terra.com.br (jonas)

Quarta-feira, Agosto 07, 2013, 10:10 am

COMPORTAMENTO, CULTURA

Francisco possui muitas preocupações na cabeça, mas nunca se esquece de pagar mensalmente a contribuição de sócio de seu querido clube San Lorenzo de Almagro.

A reportagem é publicada no sítio Religión Digital, 06-08-2013. A tradução é do Cepat.

 
Fonte: http://goo.gl/zRj6Vn  

“Emociona-me que seja torcedor do San Lorenzo, fizemos dele sócio, paga sua mensalidade religiosamente por débito automático, está credenciado… Paga a mensalidade, está em dia”, revelou Marcelo Tinelli, vice-presidente do clube, na segunda-feira, em conversa com o canal Fox Sports.

Tinelli, um famoso diretor da televisão argentina e poderoso empresário, adiantou que, em breve, terá uma audiência com o Papa, quando viajará para Roma junto com a delegação de dirigentes que acompanharão a seleção ao selecionado albiceleste para jogar um amistoso com a Itália, no dia 14 de agosto, em homenagem ao Sumo Pontífice.

“Vamos cumprimentá-lo quando a seleção for jogar com a Itália, esse momento será de muita emoção, espero não chorar. Quero agradecê-lo por tudo o que faz pelos católicos, os pobres, sua mensagem, a limpeza da Igreja e tudo o que oferece ao San Lorenzo, porque o clube ficou ainda mais conhecido no mundo em razão de sua ascensão”, disseTinelli.

Assim que se soube que Jorge Mario Bergoglio, cardeal da Argentina, foi eleito papa, oSan Lorenzo ganhou fama mundial por ser o clube de seus amores. Francisco sempre muda o semblante quando um fiel se aproxima com uma bandeira ou um objeto ligado aoCiclone, como é chamado.

Um dos fundadores do clube, em 1908, foi o padre Lorenzo Massa, o que explica o fato de muitos religiosos se simpatizarem com esta equipe. Os torcedores do San Lorenzosão chamados de “corvos” por causa da batina preta dos sacerdotes.

No domingo, o San Lorenzo venceu por 2 a 1 o Olimpo, na primeira partida do torneio Inicial. Foi para o campo com um novo uniforme relacionado ao Papa: uma auréola sobre o escudo da equipe, tanto na camisa como no calção.

Governo discute atuação de médicos do Exército no SUS

 Início

Governo discute atuação de médicos do Exército no SUS

Inacio@unisinos.br (inácio Neutzling)

Quarta-feira, Agosto 07, 2013, 9:09 am

COMPORTAMENTO, CULTURA

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, disse na tarde desta terça-feira que a presidente Dilma Rousseff quer médicos das Forças Armadas atuando na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). O assunto foi discutido em reunião da presidente com Ideli, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e líderes da base aliada do governo no Senado Federal.

A reportagem é de Rafael Moraes Moura e Tânia Monteiro e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 07-08-2013.

“A PEC do senador (Marcelo) Crivella (que trata de médicos das Forças Armadas na rede pública de saúde), está pronta para ir para pauta e líderes se comprometeram a levar o assunto para a reunião de líderes com o presidente Renan (Renan Calheiros, presidente do Senado), com a possibilidade de fazer que a votação da PEC no plenário entre hoje, o mais tardar amanhã”, disse Ideli a jornalistas.

“A PEC permite que os médicos das Forças Armadas que estão na ativa também possam atuar na saúde pública. Poderiam dar plantão, prestar atendimento.”

De acordo com Ideli, a aprovação da PEC vai permitir um “reforço significativo” no número de médicos atuando na rede SUS. A ministra destacou que as Forças Armadas estão localizadas em áreas de difícil acesso, como regiões de fronteira, onde há “dificuldade imensa de colocação de médicos e profissionais de saúde”.

“E, no caso dos médicos das Forças Armadas, é mais amplo, porque os médicos que agora vão ser contratados no Mais Médicos são única e exclusivamente para atendimento na atenção básica de saúde. E, no caso dos médicos das Forças Armadas, tem cirurgião, tem especialista”, comentou Ideli.