“Ele transcende mais a história de amor gay do que ‘O Segredo de Brokeback Mountain’”, diz Bruno Barreto sobre “Flores Raras”

Entre Nós

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Foi um longo processo entre Lucy Barreto ter comprado os direitos de adaptação do livro biográficoFlores Raras e Banalíssimas – A História de Lota de M. Soares e Elizabeth Bishop, de Carmen Lucia Oliveira, e a estreia do longa Flores Raras hoje. Neste tempo todo, a tecnologia para recriar o Rio de Janeiro da década de 50 evoluiu, a cabeça do diretor Bruno Barreto mudou, segundo ele mesmo, mas uma coisa permaneceu: escalada há 17 anos para o papel de Lota, Glória Pires finalmente terá a chance de se ver na tela grande dando vida à arquiteta e paisagista.

“Certamente, hoje, eu me sinto muito mais preparada, com mais estofo para fazer essa personagem, dessa magnitude, do que 16 ou 17 anos atrás”, comenta Glória em entrevista, acrescentando: “Eu trabalho há 42 anos. Dezessete não é nada, mas ao mesmo tempo é tudo é tudo. A vida…

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O Casamento Do Céu Com O Inferno – William Blake e as Portas Da Percepção

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Blake Marriage

The Marriage Of Heaven And Hell é um livro (não um poema, como muitos dizem) escrito pelo poeta inglês William Blake, entre 1790 e 1793, logo após a revolução francesa. Escrito em estilo bíblico, com poemas e textos, é uma expressão do pensamento nada convencional de Blake, ilustrado por ele e sua esposa Catherine Blake. A obra é a visão de Blake do Inferno, com influência da “Divina Comédia”, de Dante Alighieri, o “Paraíso Perdido”, de Milton, e ainda, o título é referência e crítica ao trabalho teológico de Emanuel Swedenborg. Com certeza é a obra de Blake que mais teve influência sobre os artistas contemporâneos. Traduzi, do livro The Marriage, o texto que inspirou o nome da banda The Doors, e não apenas a frase, para que o leitor e fã possa entender o contexto de onde a frase tão famosa, que é citada em vários sites na internet…

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Egito vive “sexta-feira da ira” que desperta temor de guerra civil

Casual

Egito vive “sexta-feira da ira” que desperta temor de guerra civil
16/08/13 – 18h48
Publicado Por: Agência Efe
Susana Samhan.

Cairo, 16 ago (EFE).- O Egito foi cenário nesta sexta-feira de graves confrontos entre partidários e opositores do presidente deposto Mohammed Mursi que deixaram centenas de mortos em todo o país, em uma “sexta-feira da ira” que despertou temores de uma guerra civil no país.

O número de vítimas ainda é contraditório: o Ministério da Saúde confirmou até agora 17 mortos e 82 feridos em todas as províncias, enquanto a Irmandade Muçulmana, grupo islamita que
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Mursi fez parte até chegar à presidência, acusam a morte de mais de cem pessoas.

Tanto fontes dos serviços de segurança como a imprensa egípcia informaram durante todo o dia sobre vítimas em diferentes pontos do Egito, como Alexandria (norte), Ismailiya (leste), Damieta (norte) e Sohag (sul).

Os distúrbios começaram depois da oração do…

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“O Brasil na rua (4): a polícia tem que deixar de ser militar”

Autores e Livros

Texto de Alexandra Lucas Coelho publicado em seu blog, Atlântico-Sul:

É pela descriminalização de todas as drogas. Acha que a polícia abusou da força nos protestos. Quer acabar com a lógica do inimigo. E acabava hoje com a caveira do BOPE. O coronel Ibis está a formar a nova polícia do Rio de Janeiro.

O letreiro diz: “Aqui nascem os Pacificadores!” É a entrada da Academia de Polícia Militar D. João VI, na periferia do Rio de Janeiro, relvados entre quartéis. Daqui saem há décadas os polícias militares (PM’S) do estado. E nunca a polícia foi tão discutida como nos actuais protestos, com mortos, feridos, detidos e desaparecidos. “No fim do século XIX isto era uma fazenda de café”, diz o coronel Ibis Silva Pereira, 50 anos, algo de escoteiro já sem cabelo e com anel de tucumã, como os católicos dos movimentos sociais. Dirige a academia desde fins…

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O arrogante Joaquim Barbosa volta a ofender Lewandowski e tumultua julgamento da AP470

bloglimpinhoecheiroso

Presidente do STF disse que colega fazia “chicana” ao pedir o adiamento da apreciação de um dos recursos; encerrada a sessão, os dois continuaram discutindo aos gritos no salão anexo ao plenário.

Hylda Cavalcanti, via Rede Brasil Atual

Demorou pouco mais de 24 horas desde o reinício do julgamento dos recursos da Ação Penal 470, conhecida como processo do “mensalão”, para que o presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, volta-se a afrontar e ironizar o colega Ricardo Lewandowski quando este se manifestava sobre seus votos.

No final da tarde de quinta-feira, dia 15, durante a segunda sessão realizada para apurar os embargos de declaração apresentados pelos réus, Barbosa Lewandowski voltaram a protagonizar debates ríspidos.

A discussão começou quando Lewandowski pediu que a apreciação de um dos recursos, apresentado pela defesa do ex-deputado Bispo Rodrigues, fosse adiada para a próxima semana, como forma de ser melhor avaliada pelo colegiado. Barbosa afirmou…

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