Eu sou gay

novoscorinthios

Foi dentro de um avião, em 29 de julho, na volta de sua visita de pop star ao Brasil, que o líder de uma das instituições mais homofóbicas da história da humanidade sentenciou: “Se uma pessoa é gay e procura Jesus, e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?”.

A declaração do papa Francisco, respondendo a uma pergunta sobre um suposto lobby gay no Vaticano, rodou o mundo. Pela primeira vez, um sumo-pontífice se referia aos homossexuais sem atribuir a eles nenhum pecado. “O problema”, disse Francisco, “é fazer lobby de pessoas gananciosas, lobby de políticos, de maçons, tantos lobbies. Esse é o pior problema”.

Guardadas as devidas proporções e diferentes circunstâncias, acho que essa última fala se aplica à beijoca que o Emerson Sheik deu no dono do restaurante Paris 6 no último domingo. O problema não foi o selinho em si, mas o lobby. Ou, melhor, o…

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