Desigualdade escancarada: Demotucanos conseguem desmembrar o julgamento do trensalão

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Ao contrário do que ocorreu na AP 470, tucanos conseguem desmembrar julgamento do propinoduto.

Paulo Moreira Leite em seu blog

Em agosto de 2012, no início do julgamento da Ação Penal 470, o advogado Márcio Thomaz Bastos colocou uma questão de ordem. Queria desmembrar o julgamento, separando os réus com direito a foro privilegiado – três deputados – e os demais 35, que teriam direito a serem examinados na 1ª instância. O pedido foi rejeitado por 9 a 2.

Na quarta-feira, dia 8, o ministro Marco Aurélio de Mello examinou a denúncia sobre o propinoduto tucano, que envolve corrupção nas obras do Metrô paulista. Marco Aurélio decidiu desmembrar o processo.

A decisão de quarta-feira não compromete a biografia de Marco Aurélio, que foi um dos dois votos a favor do desmembramento, em 2012. Mas mostra que a noção de que o STF iria “mudar a história” ao fazer o “julgamento do…

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