Luciano Martins Costa: A banalidade do mal ou o dia em que a Folha virou o Notícias Populares

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Folha_Capa_08012014Luciano Martins Costa, via Observatório da Imprensa

A Folha de S.Paulo se destaca na imprensa brasileira pela preferência por expressões fortes, como recurso para chamar a atenção dos leitores ou para reforçar certo sentido que se quer dar à informação. Foi com esse olhar espetaculoso sobre a notícia que o jornal paulista buscou se apresentar, nas duas últimas décadas, como uma marca de vanguarda. “Hiperinflação”, “megaempresário”, “supersalários” são alguns exemplos desse estilo, que acabou contaminando os outros jornais, contribuindo para uma mudança na linguagem jornalística cujas consequências ainda estão a merecer estudos de pesquisadores em comunicação.

Outra tática utilizada pela Folha para se destacar da concorrência, em especial de seu principal rival na imprensa paulista, O Estado de S.Paulo, é uma postura mais liberal em assuntos comportamentais. O jornal se apresentou como uma espécie de porta-voz do movimento pela aceitação pública do homossexualismo, expandiu os limites para a exibição…

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