Poet’s Lariat

Writing Odds n Ends

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Poet’s Lariat

by L. Stewart Marsden

Got my boots and spurs on,
my jeans and my chaps,
my big buckled belt,
my pearl-buttoned shirt,
my old leather vest,
my red-plaid kerchief,
my ten-gallon hat,

And I’m almost sure that
I’m a-ready to mount my mustang Sally
and sally forth in a cloud of dust
as I must come back with
a stray poem or two

that you kin enjoy
with your feet kicked up
and a glass knocked back
and your hat tipped down
as you mull all around
the words I have caught
in the prairies out there
where the air cain’t be no finer.

And, hooked on my saddle
is my length of rope
which I hope to spin and twirl and toss
to catch me a poem or more
and wrastle that boy down to the ground
and whip its lines till it’s helpless and done
and…

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Renovar el contrato natural con la Madre Tierra

Leonardo Boff

Hasta el momento presente, el sueño del hombre occidental y blanco, universalizado por la globalización, era dominar la Tierra y someter a todos los demás seres para así obtener beneficios de forma ilimitada. Ese sueño, cuatro siglos después, se ha transformado en una pesadilla. Como nunca antes, el apocalipsis puede ser provocado por nosotros mismos, escribió antes de morir el gran historiador Arnold Toynbee.

Por eso, se impone reconstruir nuestra humanidad y nuestra civilización mediante otro tipo de relación con la Tierra para que sea sostenible. Es decir, para conseguir que perduren las condiciones de mantenimiento y de reproducción que sustentan la vida en el planeta. Eso solo ocurrirá si rehacemos el pacto natural con la Tierra y si consideramos que todos los seres vivos, portadores del mismo código genético de base, forman la gran comunidad de vida. Todos ellos tienen valor intrínseco y son por eso sujetos de derechos.

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A esperança é um ato de resistência. Resista

A esperança é um ato de resistência. Resista

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Você que de quando em vez chora à noitinha, na solidão da alcova. Você que se arrebenta no cumprimento das obrigações. Que perde um tempo danado desviando das porradas de todo dia.

Você que tem medo do arrependimento um minuto depois de tomar uma decisão. Você que esconde seu pavor de morrer só, de não ter onde cair morto, de lhe faltar um gato para puxar pelo rabo.

Você que ainda tem avós mas que pouco os vê. Que tem saudade da infância, que sente culpa por não telefonar mais seguido a seus pais. Você que já não tem pais e nem avós e quase só usa o telefone para pedir comida e responder que não, não quer assinar jornal nenhum.

Você que tem uma inveja inofensiva das pessoas que demonstram afeto. Você que queria ter mais irmãos, você que tem irmãos distantes, você que não tem irmão nenhum.

Você que ainda corta a carne no prato do filho ou da filha. Que tem criança pequena e conhece o medo doloroso de lhe faltar.

 

Você que se deu conta de que nunca será um astronauta, um campeão olímpico, um astro do rock. Que acha superficial e sínico quem defende que não se deve dar esmolas, quando a quem pede esmolas nada se faz para ajudá-lo a seguir outro caminho.

Você que olhou nos olhos de um mendigo e sentiu um calafrio em algum lugar insuspeitado da alma.

Você que sentiu culpa por estar ocupado demais para ouvir um amigo quando ele mais honestamente precisou falar.

Você que já passou horas deitado no sofá de barriga para baixo, cutucando com a unha a sujeira leve que pousa e se instala impertinente nas ranhuras do chão. Você que enxerga rostos nos desenhos dos ladrilhos. Que observou a poeira flutuando contra a luz do sol e lembrou de um amor antigo. Você que não sabe lidar com um amor novo.

Você que, no mais das vezes, das conversas do dia a dia não ouve nada senão relinchos, cacarejos e conversas para boi dormir entupidas de preconceito e burrice.

Você que já se perguntou onde repousam as borboletas, enquanto imaginava sua vida secreta, e esse foi seu único instante de paz no dia confuso. Você que descobriu espantado que as baratas, quando esmagadas pelo chinelo da gente, liberam ovos que se transformarão em novas baratas que sobreviverão à hecatombe nuclear.

Você que já pediu a Deus um tempo para viajar a um lugar distante e ver o sol nascer de outro canto, na tentativa honesta de lavar com sabão e esponja a sua alma cheia de borras e sentimentos esverdeados, envelhecidos. Depois estendê-la no varal de um dia inteiro e deixá-la ali secando ao sol.

Você que já teve a impressão de que, se não fizer alguma coisa, a vida periga se transformar em um eterno domingo à noite.

Você…

Seja bem-vindo. Bem-vinda. Dá cá um abraço. Viver dói e se dói é porque você vive. Resista, deixe estar.

E acredite: para cada angústia há uma desforra gloriosa, esperando sua vez de vir ao mundo.

 

Give Me Summer! Give Me Books!: News Reads from Meghan

BookPeople

give me give me summer books
Great New Books for Summer!

~post by Children’s Book Buyer Meghan G.

We just launched our third annual Give Me Summer! Give Me Books! summer reading campaign featuring great paperbacks for kids of all ages to cart around on all their summer adventures (if you need a brush-up on the specifics, check out all the details).

To participate, readers need to read six books, including three from the official list for their grade range. But the other three books are up to you! So here are some additional recommendations for those voracious readers who want something hot off the presses.

Here are a few of my favorite new releases for grades 6-8:

the glass sentenceThe Glass Sentence by S.E. Grove
This thrilling first book in the Mapmakers Trilogy introduces a world where time has fractured, creating a shattered world in which countless eras of history exist side by side. Amid…

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