Mission Accomplished? Syria, the Antiwar Movement, and the Spirit of Internationalism

In the Moment

Danny Postel

 

The American peace movement has been celebrating what it sees as its victory on Syria. “The U.S. is not bombing Syria, as we certainly would have been if not for a huge mobilization of anti-war pressure on the president and especially on Congress,” writes Phyllis Bennis of the Institute for Policy Studies (IPS). This represents “an extraordinary, unforeseen victory for the global anti-war movement,” she goes on, one that “we should be savoring.” Robert Naiman of the organization Just Foreign Policy vaunts “How We Stopped the U.S. Bombing of Syria”.

This turn of events is “something extraordinary – even historic,” writes my good friend Stephen Kinzer, coming from a different but overlapping perspective. “Never in modern history have Americans been so doubtful about the wisdom of bombing, invading or occupying another country,” writes the author of the classic Overthrow: America’s Century of Regime Change from Hawaii…

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How we rationalize the privacies we invade

Vanessa Mártir's Blog

I’ve been thinking a lot about privacy. Privacy from the perspective of a memoir and personal essay writer who is revealing family secrets, breaking silences that were intended to protect (or at least that’s what I’ve chosen to believe) but have done more damage than good.

I’m thinking about my aunt, my Titi who is very much a surrogate mom to me. When I told her I was writing a memoir, she said, “Be careful what you write.”

“I’m not being careful.”

“I know.” She looked at me with those loving eyes of hers, no judgment, but no understanding either. Then she walked out of her kitchen, a plate of food in her hand. The heaping plate she’d just served me sat on the table, heat rising off the rice in smoky tendrils.

Two years ago, I showed her the picture I found in Meryl Meisler’s exhibit, “Bushwick in the…

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How to teach a young introvert

ideas.ted.com

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What should we do with the quiet kids? A conversation with Susan Cain on the future of classroom education.

Susan Cain sticks up for the introverts of the world. In the U.S., where one third to one half the population identifies as introverts, that means sticking up for a lot of people. Some of them might be data engineers overwhelmed by the noise of an open-floor-plan office. Others might be lawyers turning 30, whose friends shame them for not wanting a big birthday bash. But Cain particularly feels for one group of introverts: the quiet kids in a classroom.

Cain remembers a childhood full of moments when she was urged by teachers and peers to be more outgoing and social — when that simply wasn’t in her nature. Our most important institutions, like schools and workplaces, are designed for extroverts, says Cain in her TED Talk. [Watch: The power of…

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An abandoned lifeboat at world’s end

A Blast From The Past

The unidentified whaler or ship’s lifeboat found abandoned on Bouvet Island on 2 April 1964. The boat bore no identifying marks. There were signs that survivors might have made it to shore, but no trace of them has ever been found.

There is no more forbidding place on earth.

Bouvet Island lies in the furthest reaches of the storm-wracked Southern Ocean, far south even of the Roaring Forties. It is a speck of ice in the middle of a freezing fastness: a few square miles of uninhabited volcanic basalt groaning under several hundred feet of glacier, scraped raw by gales, shrouded by drifts of sea-fog, and utterly devoid of trees, shelter, or landing places.

What it does have is a mystery.

Let us begin this tale at the beginning. Bouvet is appallingly isolated; the nearest land is the coast of Antarctica, a further 1,750km south, and it is slightly further…

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Marina Silva e a ética do coitadismo

    No pacote de mistificações de Marina Silva, inclui-se o fenômeno do coitadismo. Marina é uma injustiçada eterna. Quando chamada a responder pelo que disse em 2008 e desdisse em 2014, é perseguição. Quando lhe são cobradas explicações sobre o avião de Campos ou as palestras, estão “fazendo CPIs paralelas, informais”. Não é fácil ter a vida devassada, é evidente, mas é inevitável para qualquer candidato, especialmente os postulantes à presidência. Numa entrevista à CBN, Marina reclamou que a questão das palestras era um “factoide” — segundo a Folha, entre março de 2011 e junho de 2014 ela recebeu R$ 1,6 milhão falando para empresas cujos nomes, aliás, não foram revelados. Não esclareceu. Ao invés disso, seus adversários, por serem “tão grandes e poderosos,  conseguem ocupar todos os espaços para dizer inverdades. Eu não tenho a mesma estrutura que eles têm. A presidente Dilma tem 11 minutos de programa de televisão, o governador Aécio tem quase cinco. Eu tenho apenas dois minutos”. No Twitter, escreveu o seguinte: “Eu estou me sentindo injustiçada. É uma indústria de boatos e mentiras que estão sendo lançadas na internet, de todas as formas”. Mais: “Os partidos da polarização, PT e PSDB, não estão acostumados que as eleições sejam um processo político. Estão acostumados com plebiscito”. (Lembrando que plebiscitos são, eventualmente, legítimos e Marina os propõe até para escolher entre açúcar e adoçante no café). Não há novidade na estratégia de vitimização de Marina. Muitos outros já se utilizaram disso. É uma forma de desqualificar o interlocutor. Dilma e Aécio apanham a torto e a direito. É do jogo. No caso de Marina, não se pode falar de sua de suas contradições, de sua falta de clareza, de seu passado, presente ou futuro – isso é boataria. A indignação de Eduardo Gianneti e de Demétrio Magnolli com as pessoas que estranham as crenças religiosas de MS é sintomática. Por que não se pode discutir isso? É proibido? Quais são os assuntos autorizados pela tropa de choque? Criticar Marina é crime. A não ser quando ela, Marina Silva, fala dos demais candidatos. Aí, sim, estamos de novo na presença exuberante da nova política.

Source: www.diariodocentrodomundo.com.br

See on Scoop.itBOCA NO TROMBONE!

O pior da crise da água em São Paulo ainda está por vir, alertam especialistas

rios e reservatórios de São Paulo estão com níveis abaixo do normal e, em agosto, cerca de 2,1 milhões de pessoas estavam submetidas a racionamento de água

Source: www.cartamaior.com.br

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