Reforma política: Que fazer, depois do plebiscito?

Luíz Müller Blog

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Um dos coordenadores da consulta que mobilizou sociedade esta semana sustenta: foi apenas primeiro passo – porque não haverá novo país sem nova democracia.

José Antonio Moroni, entrevistado por Antonio Martins, via Outras Palavras

Como se ainda fosse necessário, o divórcio entre o velho jornalismo e as mobilizações e inquietações da sociedade emergiu novamente na semana passada. Centenas de milhares de brasileiros votaram, em cédulas impressas ou via internet, num plebiscito informal sobre a necessidade de uma reforma política. Capilarizada, a consulta espalhou-se por todo o país. Foi preparada durante meses, por meio de debates, formações de ativistas, vasta distribuição de textos didáticos, cuidadosa preparação logística. Porém, este fato incomum (e capaz de gerar inúmeras histórias saborosas) foi ignorado solenemente pelos jornais e tevês – estes mesmos que tratam política como “caso de polícia”. É como se houvesse um limite de ferro para as críticas ao sistema institucional de…

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As faixas vermelhas do Haddad

klaxonsbc

As faixas vermelhas de Haddad estão incomodando. São Paulo resiste às mudanças. As faixas vermelhas que são uma propaganda subliminar, sim, são propaganda. Elas propagam o egoísmo, a insensibilidade e o desejo paulistano (de uma parte considerável) de não mudar nada para continuar reclamando subjetivamente de tudo.

As faixas vermelhas de Haddad jogam para a calçada a hipocrisia de uma cidade que reclama da selvageria e não quer mover um dedo para entender seus próprios motivos. As faixas vermelhas de Haddad não são algo genial, nem solução para trânsito, nem a nova explicação para o velho congestionamento, elas apenas tentam movimentar um caos que parece intocável.

As faixas vermelhas do Haddad não inauguram nada de novo. Realmente, não inauguram nada de novo numa cidade que insiste em reclamar de um passado que não entendeu, de um presente que rejeita e de um futuro acomodado em suspeição.

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O seu filho não dorme? Dê-lhe rotina, organização e paciência

Crianças a torto e a Direitos

texto do Life & Style do Público de 8 de agosto de 2014.

mafalda melo

Por Cláudia Bancaleiro

Uma cama. Pai e mãe nas pontas e no meio o filho. Outra família. Um pai sozinho e no quarto ao lado a mãe, agarrada à filha que só adormece ao fim de duas longas horas. Um casal que acorda sete vezes por noite para acalmar o seu bebé. É esta a realidade de muitos pais e de filhos que não dormem. Filipa Sommerfeldt Fernandes, especialista em ritmos de sono, diz que nem tudo está perdido. É tudo uma “questão de educação e de organização”.

Filipa Fernandes tem 33 anos e um filho pequeno. Foi por ele não dormir bem que decidiu estudar o sono das crianças. “Queria respostas e soluções diferentes daquelas que encontrava nos livros”, conta ao Life&Style. O seu filho em nada era diferente dos filhos das mulheres que seriam suas…

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Voyagers Exhibition – National Maritime Museum

Don Charisma

It’s a full width iPhone interior panorama of the Voyagers exhibition taken at the National Maritime Museum in Greenwich, London.

Enjoy 😀
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Taken in Greenwich, London © Don Charisma



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Por que o professor precisa ganhar bem?

BLOG DO RONALDO

Mais que servir de reconhecimento ao trabalho do educador, pagar bem significa garantir mais qualidade de ensino. Neste vídeo, explico que a questão do salário vai muito além do reconhecimento. Não dá para acreditar numa boa educação sem que a profissão atraia os melhores alunos do ensino médio.

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What did the Italians ever do for Ethiopia or Eritrea?

Martin Plaut

The invasion of Ethiopia in October 1935 broke the power of the Ethiopian imperial forces under the Emperor Haile Selassie. Although some resistance continued with guerrilla forces attacking the Italians when they could, most of the country was under Italian control by May 1936. Benito Mussolini, the Fascist leader, then set about creating a permanent Empire in the Horn of Africa. Central to this ambition was the building of roads, so that links between Addis Ababa and the coast could be maintained and costs reduced. This photograph, dated August 1938, shows this process. The original caption is below.

Martin

Italian road building Ethiopia

 Caption on the back of the photograph: “Addis Ababa, Africa: A total of 2023 miles of pivotal highways in Ethiopia constructed under appalling difficulties in thirteen months actual working time by 60,000 Italians and 60,000 natives have just been completed according to official construction reports as of July 30 detailing…

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