Se eles fazem isso na democracia, imagine na ditadura

Ficha Corrida

Coronel reformado do Exército é preso com 351 kg de maconha no Rio

IDIANA TOMAZELLI E TIAGO ROGERO – O ESTADO DE S. PAULO

27 Setembro 2014 | 10h 57

Militar foi detido no pedágio da Rodovia Rio-Petrópolis, em Duque de Caxias, junto com sua mulher

RIO – Um coronel reformado do exército foi preso enquanto transportava 351kg de maconha no pedágio da Rodovia Rio-Petrópolis (BR 040), na altura de Xerém, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo a Polícia Federal, foi presa também a companheira do militar. Ambos não tiveram os nomes revelados. A droga estava escondida no fundo falso do veículo.

Segundo a PF, o coronel reformado, de 56 anos, costumava deixar uma farda pendurada num cabide no interior do furgão, para “tentar inibir possíveis revistas policiais”. O militar foi preso com uma pistola calibre 380 sem registro e, por isso, foi também autuado por porte ilegal…

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Lula diz que imprensa trata PT como tratou Getulio, Jango e JK

bloglimpinhoecheiroso

Lula_Ceilandia01

Aguirre Talento

O ex-presidente Lula afirmou na noite de quinta-feira, dia 25, que a imprensa trata o PT da mesma forma como tratava os ex-presidentes Getulio Vargas, João Goulart (o Jango) e Juscelino Kubitschek.

Em discurso durante comício da campanha à reeleição do governador Agnelo Queiroz em Ceilândia, região administrativo do Distrito Federal, Lula fez duras críticas imprensa e exaltou ações da gestão petista no governo federal.

Lula disse que, após ler a biografia de Getulio, ficou “assustado como um setor da imprensa brasileira e da elite tratavam o Getulio. Se vocês leem a biografia, vocês têm a impresso que é hoje que está acontecendo”.

E citou também os ex-presidentes Jango, deposto após um golpe militar, e JK. “Se a gente vê o que eles falavam do João Goulart em 1963, a mesma coisa que falam hoje de nós. Se você pegar o Juscelino, que não era nenhum homem de…

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Estadão descobre que a Polícia Federal agora trabalha

Ficha Corrida

Polícia e política

Cláudio Couto

O leitor do Estado de ontem foi brindado com três notícias que relacionavam a atuação da Polícia Federal à disputa eleitoral deste ano. Na principal, o PMDB, por meio de seu lugar-tenente na Presidência da República, Michel Temer, protestou contra o que considerou uma “instrumentalização” da PF por adversários políticos da família Sarney no Maranhão. Em nota menor, relacionada à notícia principal, o jornal recordou que, em abril, o candidato tucano ao governo de Minas, Pimenta da Veiga, foi indiciado pela PF e queixou-se de uma ação “político-eleitoral”. Duas páginas adiante, o candidato petista ao governo paulista, Alexandre Padilha, atribuiu a motivações eleitorais o envolvimento de seu nome em operação recém-aberta pela mesma PF. Diante da celeuma, o ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, observou que a polícia sob sua jurisdição é “republicana”, investigando quem quer que seja – adversário ou aliado, humilde ou…

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George Martin & Dick James na História dos Beatles, por Hunter Davis

WE LOVE THE BEATLES FOREVER

Entre George Martin e os Beatles sempre pareceu haver um imenso abismo que os separa, em classe, em gosto ou em antecedentes. Ele é alto e simpático, no estilo de ídolo de matinês, com um ar estudado de professor e uma impecável pronúncia, estilo BBC. Sua origem, contudo, foi tão humilde quanto a dos Beatles.
Nasceu em 1926, em Holloway, North London, filho de um carpinteiro. Primeiro frequentou o Jesuit College em Stamford Hill, e quando sua família se mudou para Kent, foi matriculado no Bromley County School. Não havia nenhuma tradição musical em sua família. Quando menino, também não teve a mínima instrução musical. No entanto, quando entrou na adolescência, George aprendeu a tocar piano, de ouvido, e, aos dezesseis anos, dirigia seu próprio conjunto de danças na escola.
Durante a guerra, serviu no Fleet Air Arm, chegando ao posto de tenente. Em 1947, foi desmobilizado e se encontrou…

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Wanderley Guilherme dos Santos: PSB e Marina Silva, um noivado mal arranjado

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Marina_Eduardo_Campos07

Wanderley Guilherme dos Santos, via Manchetômetro

A candidata a presidente Marina Silva não tem partido e o Partido Socialista Brasileiro não tem candidato. A morte de Eduardo Campos subverteu a hierarquia da coalizão (proto-Rede e PSB) impondo um noivado em que nenhum dos nubentes escolheria voluntariamente o outro. Certamente, Marina Silva nunca foi uma socialista e nem o Partido Socialista Brasileiro teria imaginado apoiar a hegemonia de um banco na Presidência da República. O pacto eleitoral que servia a Eduardo Campos e ao carona Rede passou a acorrentar mutuamente Marina Silva e o Partido Socialista Brasileiro.

Candidata a vice-presidência, Marina podia difundir o Rede, continuando a apologia de uma política de princípios inegociáveis, enquanto cabia a Eduardo Campos conduzir a campanha de acordos eleitorais conforme a conveniência. Eventuais vetos de Marina, como a recusa de participar da campanha em São Paulo, oficialmente em virtude de oposição ao PSDB de Geraldo…

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Bolsa Juiz: Juízes pedem R$7 mil mensal para pagarem estudo dos filhos

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TJ_RJ01

Luiz Flávio Gomes, via Jus Brasil

A presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro enviou para a Assembleia Legislativa um projeto para conceder auxílio-educação para os filhos de juízes e servidores do Tribunal. Para os magistrados, o auxílio mensal seria de até R$7.250,00 e para os servidores de até R$3.000,00. Segundo Adriana Cruz (O Dia), a proposta ainda prevê R$20 mil por ano aos juízes para investirem em estudo. Os servidores receberiam mais R$500,00. O auxílio-educação postulado pode chegar a R$9 mil, se passarem os novos vencimentos dos ministros do Supremo (para R$35 mil). A Associação dos Juízes ainda quer mais R$1.100,00 como auxílio-transporte.

Antes das eleições todas essas propostas (nitidamente indecorosas) não serão votadas (porque os deputados estaduais estão em campanha). “A Justiça parece que não entendeu o recado das ruas, no ano passado, com as manifestações que caracterizaram falta de representatividade. Nenhum professor do…

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