O desespero da oposição tem fundamento

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Alberto Kopittke, via Sul21

É preciso olhar o atual ataque que a oposição político-midiática-financeira está fazendo ao governo Dilma para além da onda de ódio disseminada em setores da classe média para que se compreenda os seus reais motivos.

As razões para um ataque tão virulento, beirando ilações de apoio a um golpe de estado, obviamente não estão na indignação do PSDB, da Rede Globo, da Veja, ou do capital financeiro em relação a corrupção, com a qual sempre conviveram tranquilamente, quando lhes convinha.

O que a oposição percebeu é que, após atravessar mais um ou dois semestres com dificuldades econômicas, os últimos três anos do governo Dilma podem ser o ápice do atual projeto nacional-desenvolvimentista, iniciado em 2002.

A partir do segundo semestre do ano que vem, o governo começará a inaugurar as grandes obras dos governos Lula e Dilma, como a transposição do Rio São Francisco; as…

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“We Need Your Head”: Muslim Persecution Of Christians, July 2014

MidnightWatcher's Blogspot

Matthew 10:22, “And you will be hated by all for My name’s sake. But he who endures to the end will be saved.”

By Raymond Ibrahim, Gatestone Institute – “The purge of ancient Christian communities throughout Iraq that started in June culminated in great intolerance in July.

Among other Islamic attacks, a Christian church that had stood Iraq for 1,800 years — a church that was erected less than 200 years after Christ — was reportedly torched by the Islamic State, according to countless news agencies, including Al Arabiya.

Islamic State jihadis also stormed and took over an ancient monastery in northern Iraq. St. Behnam monastery had stood since the fourth century and was one of Iraq’s best-known Christian landmarks. It was built by an Assyrian king as a penance for executing his children Behnam and Sarah for converting to Christianity.

The jihadis expelled its few monks; they…

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Steve McCurry – Colors of Afghanistan

Sixand5

  “A landscape might be denuded, a human settlement abandoned or lost,
but always, just beneath the ground lies history of preposterous grandeur. . .
They are everywhere, these individuals of undaunted humankind,
irrepressibly optimistic and proud.”
– The Carpet Wars, Christopher Kremmer

Photography by Steve McCurry

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Brasil é destaque em políticas públicas de educação entre os Brics, aponta Unesco

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Brics14_2014

Cristina Fontenele, via Adital

Os países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), atualmente, respondem pela educação de 43% da população mundial. Com tamanha proporção, o grupo tem o potencial de tornar-se líder em educação de qualidade. Tendo em vista toda essa perspectiva, a Organização das Nações Unidas para a Educação e a Cultura (Unesco) propõe maior colaboração entre os países do bloco para acelerar o progresso educacional.

Em um novo relatório, Brics: construir a educação para o futuro, a Unesco identifica os sucessos e os desafios enfrentados pela educação nos países do Brics, sugerindo 12 recomendações para o grupo. De acordo com o documento, os governos colocaram a educação e a capacitação no centro de suas estratégias de desenvolvimento, realizando investimentos maciços em todos os níveis educacionais, além de experiências com políticas inovadoras em áreas estratégicas como, por exemplo, o estabelecimento de instituições de ensino…

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Água, uma fonte de energia já mesmo na antiguidade.

Peregrinacultural's Weblog

lutterellMoinho d’água medieval, iluminura do Livro de Salmos Luttrell, 1320-1340.

Água, sua falta e sua abundância, assunto que está em pauta.  Menos do que deveria estar, já que é um elemento essencial para a nossa sobrevivência  e sofre com as mudança climáticas.   Mas pensando nisso me pergunto se não é surpreendente que tenhamos tão pouco uso de água como força geradora em moinhos.

Abundância de água doce nós tivemos até o século XXI.  Por que então há tão poucos moinhos d’água em funcionamento, nas pequenas propriedades?  E por que a nossa tradição rural não manteve tais moinhos?  São poucos os que resistem até hoje.  Não é por falta de conhecimento.  Desde a antiguidade usava-se a água como força motora.

Essas ponderações me vieram depois da leitura de um capítulo inteiro dedicado ao uso dos moinhos d’água como fonte de energia na idade média.

“As décadas turbulentas em que Roma tentava…

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