O controle remoto pelo qual a Globo comanda o Brasil

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Innovare_Instituto03_Irineu_Marinho Roberto Irineu Marinho com o juiz que só não foi para o Supremo por ser acusado de pegar uma “mala de dinheiro”.

Paulo Nogueira, via DCM

Roberto Marinho foi um gênio, há de reconhecer. Mas um gênio do mal. Sua maior obra foi montar um esquema inviolável de manipulação dos poderes no Brasil.

As emissoras afiliadas, entregues a políticos amigos, como Sarney e ACM, garantiram que no Congresso a Globo jamais seria questionada seriamente.

Já sem ele, a obra de controle foi estendida à Justiça pelo Instituto Innovare, do qual falei aqui outro dia. Na fachada, o Innovare premia anualmente práticas inovadoras no judiciário em cerimônias às quais comparecem os juízes mais poderosos do país, notadamente os do Supremo.

A aproximação, neste processo, dos Marinhos com os juízes é uma aberração do ponto de vista ético e uma agressão ao interesse público, dados os interesses econômicos da Globo. Contar com…

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Doações privadas: sem pressa, Gilmar vê ‘manobra’

À jornalista Tereza Cruvinel, colunista do 247, o ministro do STF afirmou que até o fim do ano apresenta seu voto sobre a ação movida pela OAB que pede a proibição de doações de empresas para campanhas eleitorais; Gilmar Mendes pediu vistas do caso no início de abril e, se depender de sua vontade, o Supremo não conclui o julgamento até o final de 2015; “Mendes argumenta que, embora o financiamento empresarial favoreça a corrupção, a ação da OAB faz parte de uma manobra combinada com o PT para cr

Source: linkis.com

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A agonia da editora Abril

A retirada do busto de Victor Civita do saguão da sede da editora Abril neste começo de janeiro é um capítulo dramático do declínio acelerado daquela que foi uma das maiores empresas de jornalismo. A Abril está morrendo. Victor Civita foi abatido porque a Abril já não tinha mais como bancar o aluguel do megalomaníaco prédio da Marginal de Pinheiros. Ao devolver uma das duas torres, perdeu o direito de exibir o fundador da empresa. Para os futuros inquilinos, o busto de VC, como era chamado, não

Source: www.diariodocentrodomundo.com.br

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Metafictional poem

eatartdaily

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One of the
protagonists

of Ali Smith’s
How to be both

is Fransesco del Cossa
Here is a photograph

of his painting
in the National Gallery

mentioned in the book
Though painted in the 1400s

it struck me with its modernity
That finger

A metafictional
moment

before the portrait
of St Vincent Ferrara

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Thank you
Ali Smith

Your novel
was my absolute

utter brilliant favorite
for 2014

Still blown away
from it

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