O Carnval, a sunga, e o apagão da memória!

Edilson Martins

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Nos dias de Carnaval, a quem não sai em bloco, é inteligente e sensato ficar em casa.  Cada vez mais, imagino, é sensato ficar em casa. Mas isso é outra história.

As ruas e avenidas ficam interditadas, e tome mulheres bonitas, quase sempre com cara de idiotas, e tome homens passeando seus músculos, sempre em grupos, orgulhosos pelos glúteos sarados, vendendo seus encantos, e não poucos buscando a identidade do outro gênero que a natureza perversamente negou.

Nada contra.

A Praça Pio XI, espaço sensível, lazer de crianças durante todo o ano, é invadida por pelotões de vândalos, que não respeitam jardins, urinam nas paredes, e mais não digo, deixam latas e garrafas, e não têm pejo em exibir uma alegria histérica e fora do eixo. Ruidosa.

Quarta-feira de Cinzas decido nadar, e vejo ter desaparecido, em casa,  a sunga de banho. Vou ao comércio  e sou informado que ele…

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