Sem gravatas e sem sem barulho: Tsakalotos novo ministro das finanças da Grécia

Mamapress

Euklides Tsakalotos: Ministro de Finanças sem gravatas e sem barulho @dpa Euklides Tsakalotos-Gianis: Ministro sem gravatas e sem barulho @dpa

DPA

O novo ministro das Finanças grego Euklides Tsakalotos nunca usa gravata, mas isso é realmente tudo o que o une com o seu antecessor Giani Varoufakis. Tsakalotos é um tipo reservado.

Ele fala muito pouco e às vezes parace até mesmo um pouco distraído.
“Ele é discreto e silencioso”, assim o descreve a sua equipe. Tsakalotos deseja na verdade e não provocar, opinam os analistas em Atenas.

Tsakalotos – descendente de uma família rica – nasceu em 1960, em Roterdã. 1965 sua família mudou-se para a Inglaterra. Tsakalotos cursou as universidades de Oxford e Eaton. Desde então, ele fala um fino inglês de Oxford.
Quando ele veio para a Grécia em 1993, se diz que ele teve problemas com sua língua mãe. Em 2010, tornou-se professor de economina na Universidade de Atenas. Tsakalotos é casado com uma mulher escocesa e…

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Wambach beijou a esposa, ignorou o aperto de mão da Fifa e ergueu a Copa como uma lenda – Trivela

Maior estrela dos Estados Unidos na última década, a atacante conquista o título que lhe faltava como um símbolo fora de campo

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Quem é e para que serve o padre Paulo Ricardo, o Malafaia da Igreja Católica. Por Kiko Nogueira

  O padre Paulo Ricardo é a resposta da Igreja Católica ao pastor Silas Malafaia. Calvo, sempre de batina, a cara do Salaminho da dupla com Mortadelo, menos histérico e mais culto que Malafaia — o que não quer dizer muita coisa, convenhamos –, PR daria orgulho a Torquemada pelo reacionarismo e pela pregação paranoica anticomunista e antipetista a que submete seu rebanho. PR é da Arquidiocese de Cuiabá, onde trabalha (“trabalha”) como vigário judicial. No caprichado site oficial com seu nome, lê-

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54 ANOS DEPOIS – Bandeira dos EUA e de Cuba: orgulho e vergonha

Pátria grande

Por Emir Sader

cuba

Quando voltou a Washington o que havia restado do bando de 1.500 mercenários que os EUA tinham mandado para tentar invadir Cuba, John Kennedy recebeu uma bandeira que o grupo levou na sua aventura. Kennedy a guardou e lhes prometeu que lhes devolveria a bandeira em Havana, em uma “Cuba democrática”.

A aventura da invasão de Praia Giron tinha sido recebida por Kennedy do seu antecessor, Dwght D. Eisenhower. Foi um projeto paralelo à ruptura de relações com Cuba, depois que outras tentativas de afogar a ilha tinham fracassado.

Os EUA tinham levado a sério o lema das elites cubanas: “Sem cota, não ha país”. Quando Cuba apelou à URSS como alternativa à suspensão de compra da safra cubana, ficou a alternativa de ruptura de relações, acreditando que seria o golpe final no novo regime. O bloqueio econômico começava nesse momento.

Os funcionários norte-americanos se retiraram do…

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Antique Symbols – Fantastic Universe 18Q

Implied Spaces

Antique Symbols - Fantastic Universe 18Q Click Image to see details enlarged

The Antique Symbols of the Fantastic Universe 18Q have had exo-linguists  and inter-dimensional  sociologists fascinated for some time. The use of printed text must derive from their access to large arboreal cultivation on a scale unknown to us. It is assumed that the term “Disney vacation” must relate to funerary customs. Whether vacation was a euphemism, a social celebratory activity or an actual form non-corporeal transitioning , as depicted in the visual on the lower left corner, has yet to be established.  It has theorized that “Disney” represents some complex belief system which has no correlation in our sector of the multiverse.

Famed Metaphysical Environmentalist, John Brunner, appears to have had an equally lustrous scientific career in the Fantastic Universe 18Q  as he has had in our own. A “novel” or new thing is no doubt, an 18Q term for an Engineered…

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Cada preso é um cliente: O que se esconde por detrás da redução da maioridade penal

bloglimpinhoecheiroso

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Roberto Malvezzi, via Correio do Brasil em 5/7/2015

O mercado criado em torno de presos e presídios movimenta muito mais grana que a imaginação popular possa ver. Só o mercado de quentinhas servidas aos 715 mil presos no Brasil (4º maior população carcerária do mundo) movimenta cerca de R$2 bilhões ao ano.

Quando você vai conferir quais empresas fornecem essas quentinhas, muitas delas são de políticos ou de parentes deles, como é o caso dos Perrella em Minas Gerais. Além do mais, essas empresas também são financiadoras de campanhas eleitorais (leia Os mercadores das cadeias, de Cynara Menezes, na CartaCapital).

Além do mais, 30 grandes presídios brasileiros estão privatizados. Nesse sentido, cada preso é um cliente. Portanto, presídios lotados são evidências de lucros, presídios vazios são sinais de prejuízos, como em qualquer hotel.

O detalhe é que cada preso em presídio privado é pago com o dinheiro público…

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