O depoimento de Youssef deixou claro que a Veja cometeu um crime na véspera das eleições. Por Paulo Nogueira

Pouca gente notou uma coisa. O depoimento de ontem do doleiro Youssef desmascarou o crime jornalístico da Veja às vésperas das eleições. Lembremos. A Veja deu no sábado, um dia antes do turno decisivo, uma capa em que afirmava que Dilma e Lula sabiam de tudo no escândalo da Petrobras. Era uma afirmação amparada exatamente em Youssef. Pela gravidade da acusação e pelo tom peremptório do texto, o leitor era induzido a acreditar que Youssef tinha evidências poderosas, como conversas gravadas ou coi

Sourced through Scoop.it from: www.diariodocentrodomundo.com.br

See on Scoop.itBOCA NO TROMBONE!

Jurista Dalmo Dallari chama derrubada de Dilma pelo TSE de “fantasia política” | Blog da Cidadania

Provocou comoção no país a recente decisão do Tribunal Superior Eleitoral de dar prosseguimento a ação do PSDB que pede que Dilma Rousseff seja tirada do cargo e aquele que ela derrotou em segundo turno assuma o poder. Setores da mídia estão afirmando que o golpe já está concluído e que Dilma será derrubada e Aécio Neves será empossado. O Blog da Cidadania consultou um dos mais jurístas e constitucionalistas brasileiros, Dalmo de Abreu Dallari, que diz que esse processo é uma

Sourced through Scoop.it from: www.blogdacidadania.com.br

See on Scoop.itBOCA NO TROMBONE!

Top Dog

Dallas Museum of Art Uncrated

Today Uncrated celebrates man’s best friend during National Dog Day. Below are some of our favorite pooches in the DMA collection. Visit these artistic canines in the Museum’s galleries, which are always included in the DMA’s free general admission, and see if you can spot a few other pups in works throughout the collection.

Nicolas Mignard, The Shepherd Faustulus Bringing Romulus and Remus to His Wife, 1654, oil on canvas, Dallas Museum of Art, gift of Mr. and Mrs. Algur H. Meadows and the Meadows Foundation, Incorporated 1970.25 Nicolas Mignard, The Shepherd Faustulus Bringing Romulus and Remus to His Wife, 1654, oil on canvas, Dallas Museum of Art, gift of Mr. and Mrs. Algur H. Meadows and the Meadows Foundation, Incorporated 1970.25

Mythical aso (one of a pair), Kayan people, 19th century, wood (kayu tapang or Koompassia: Excelsa), Dallas Museum of Art, The Roberta Coke Camp Fund and the Museum League Purchase Fund 1995.34.2 Mythical aso (one of a pair), Kayan people, 19th century, wood (kayu tapang or Koompassia: Excelsa), Dallas Museum of Art, The Roberta Coke Camp Fund and the Museum League Purchase Fund 1995.34.2

John White Alexander, Miss Dorothy Quincy Roosevelt (later Mrs. Langdon Geer), 1901-1902, oil on canvas, Dallas Museum of Art, gift of the Pauline Allen Gill Foundation in memory of Pauline Gill Sullivan 2007.36 John White Alexander, Miss Dorothy Quincy Roosevelt (later Mrs. Langdon Geer), 1901-1902, oil on canvas, Dallas Museum of Art, gift of the Pauline Allen Gill Foundation in…

Ver o post original 59 mais palavras

Mario Balotelli’s hair: an obituary 2008-2015

The Italian striker’s season-long loan from Liverpool to AC Milan is almost finalised – and includes a ‘good behaviour’ clause that bans, among other things, his ‘extravagant haircuts’. Goodbye Mohawk, then

Sourced through Scoop.it from: www.theguardian.com

See on Scoop.itBOCA NO TROMBONE!

Janot nega acordo com o governo para denunciar presidente da Câmara

Rodrigo Janot passa por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senad. Ele defende as delações premiadas | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Karine Melo
Da Agência Brasil
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, classificou nesta quarta-feira (26) como factoides e ilações a tese do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de que ele teria feito um “acordão” com o governo federal para denunciá-lo por corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito da Lava Jato.
“Nego veementemente qualquer possibilidade de acordo que possa interferir nas investigações. A essa altura, não deixaria os trilhos da atuação técnica do Ministério Público para me embrenhar num processo que não domino e não conheço, que é o caminho da política. Este é um compromisso que eu assumo. Não há possibilidade de qualquer acórdão, como dito aí”, afirmou Janot, durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
Segundo o procurador, um procedimento desse tipo seria impossível. “Ainda que quisesse fazer um acordo desses, teria de combinar com os russos. São 20 colegas trabalhando nessa questão e mais um grupo de delegados preparados e muito profissionais da Polícia Federal. Se eu tivesse condição de fazer um acordão desses, teria de combinar com os russos antes. Vamos convir que isso é uma ilação impossível.”
Senadores reunidos para sabatinar Janot | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Contas do governo
Sobre questionamento à possibilidade de a presidenta da República, Dilma Rousseff, ter infringido a Lei de Responsabilidade Fiscal por causa de atrasos nos repasse aos bancos públicos para pagamento de programas socais, o procurador-geral disse que aguarda explicações da Presidência da República sobre o assunto.
Em resposta aos senadores Aloysio Nunes (PSDB-SP) e Aécio Neves (PSDB-MG), que perguntaram da “demora” de uma representação dirigida a ele pelos partidos de oposição (Democratas, PPS e PSDB), pedindo abertura de investigação para apurar responsabilidades do governo,  Janot destacou que uma das mudanças promovidas na Procuradoria-Geral da República estabeleceu um regimento interno, por meio do qual foram fixados a forma, procedimento e prazos para apuração das representações que chegam ao gabinete dele.
“O Ministério Público tem um campo próprio de atuação, que realmente não precisa aguardar decisão do Tribunal de Contas da União. A investigação é técnica e não se deixa contaminar por nenhum aspecto político. Ela prossegue”, garantiu.
Sobre a teoria do domínio do fato, que, segundo o senador Aloysio Nunes, poderia incriminar a presidenta Dilma Rousseff, Rodrigo Janot explicou que ele “não dispensa prova”. “A teoria do domínio do fato é uma mera propriedade transitiva. A conhece B, que conhece C. Logo, A conhece C. Ela permite alcançar a pessoa que não é o executor do delito, mas o mentor. Permite alcançar essa pessoa, mas volto a dizer: tem de haver prova.”
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Delações premiadas
Janot disse que há um mal-entendido sobre as delações premiadas e defendeu o procedimento que, segundo ele, acelera as investigações. O sabatinado destacou que a prática não é exclusividade do Brasil e ocorre também na França, em Portugal e na Itália, por exemplo. “O colaborador [delator] não é um dedo-duro, não é um X9. Pela lei, primeiro ele tem que reconhecer a prática do crime e dizer quais são as pessoas que também estavam envolvidas na prática daquele crime”, esclareceu durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
O procurador-geral da República lembrou ainda que, segundo a lei, caso esse colaborador impute falsamente a participação de um terceiro em crime que ele também assumiu, ele estará cometendo outro delito. “Você não pode utilizar um mero depoimento do delator como prova, isso não é suporte para denúncia. Você tem comprovar aquela circunstância e a vinculação da pessoa àqueles fatos que ele diz. Compete ao MP [Ministério Público] fazer essas comprovações. Aí sim, ganha força o depoimento do colaborador. É uma questão técnica que tem a grande vantagem de acelerar as investigações. Serve para orientar a coleta de prova. É um instrumento poderoso na investigação”, argumentou.
Segundo Janot, a maioria (79%) das delações premiadas da Operação Lava jato foi obtida com os réus soltos. Somente 20% das colaborações ocorreram com réus presos.
Sobre os acordos de leniência, feitos por empresas que aceitam colaborar com a investigação, o procurador-geral da República disse que foram firmados pela Controladoria-Geral da União (CGU) e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e não têm reflexos no âmbito penal.
SwissLeaks
O senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), que é relator da Comissão Parlamentar de Inquérito do HSBC, questionou Janot sobre o chamado SwissLeaks, caso em que ocorreu vazamento de dados de correntistas do HSBC na Suíça. Além de problemas para receber informações do governo francês, o procurador-geral explicou que quando os dados chegaram, a tecnologia foi um outro problema.
Ele disse que houve alteração no sistema do HSBC em 2006 e o desafio, agora, é compatibilizar o novo sistema com o antigo para que que haja um acesso confiável das informações dessas contas. “Estamos trabalhando nesse aspecto. A própria França se comprometeu a auxiliar nosso pessoal de tecnologia”, adiantou.
Janot reconheceu que se assustou com o número de brasileiros e com o valor de depósitos feitos por cidadãos do Brasil no HSBC da Suíça.

Sourced through Scoop.it from: www.sul21.com.br

See on Scoop.itBOCA NO TROMBONE!

Outra vez, mídia blinda Aécio Neves na Lava Jato

elcomunista.net

2

Após publicar notícia em que citava Aécio de forma nominal no título, portal ‘Uol’ amenizou o tom e trocou o nome por ‘tucano’.

O doleiro Alberto Youssef reafirmou, em depoimento à CPI da Petrobras na terça-feira (25), que o ex-presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, e o senador Aécio Neves (PSDB-MG), atual presidente da legenda tucana, receberam propina de desvios da Petrobras e de Furnas.

“Eu confirmo (que Aécio recebeu dinheiro de corrupção) por conta do que eu escutava do deputado José Janene, que era meu compadre e eu era operador dele”, esclareceu o doleiro.

No entanto, apesar da gravidade da afirmação de Youssef, que já havia relatado o esquema antes, o portal “Uol”, do grupo “Folha”, que havia publicado no título a informação, contendo os nomes dos tucanos, logo tratou de editar a matéria.

Em menos de uma hora, a matéria, que tinha como título “Youssef e Costa confirmam…

Ver o post original 85 mais palavras