Marcelo Odebrecht processa a União por vazamentos da Lava Jato

Do Globo:   O empresário Marcelo Odebrecht, preso desde junho na Operação Lava-Jato, processa União sob a acusação de que a força tarefa da Lava-Jato e o próprio juiz Sérgio Moro divulgaram indevidamente “informações de natureza íntima” sobre ele e seus familiares nas investigações. O pedido da defesa de Odebrecht foi feito no final de novembro e aceito parcialmente pela juíza Tatiana Pattaro Pereira, 21ª Vara Cível de São Paulo, no final do ano passado. Além de indenização por danos morais, os advogados queriam o recolhimento das imagens e fotos anexadas nas investigações, mas o pedido foi rejeitado pela juíza. Para Marcelo Odebrecht e seus familiares, o juiz Sérgio Moro, os servidores da Justiça Federal de Curitiba e a Polícia Federal agiram sem “prudência e cuidado” ao divulgar informações familiares. A juíza aceitou continuar com a ação por danos morais, mas rejeitou o pedido de recolhimentos dos documentos anexados a investigação. De acordo com Pereira, ela não tem competência para avaliar a importância dos fatos anexados à investigação. Não é a primeira vez que os advogados de Odebrecht tentam processar direta ou indiretamente o juíza Sérgio Moro. No ano passado, a defesa do empreiteiro entrou com uma solicitação para que o juiz seja investigado na Corregedoria Nacional de Justiça, à Corregedoria Regional da Justiça Federal da 4ª Região.  

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O ‘Triplex do Lula’ versus a casa dos Marinhos numa ilha. Por Paulo Nogueira

“Se o assunto é casa de frente para o mar …” Começa assim um e-mail que me chega às mãos. É uma óbvia referência à exploração da imprensa em torno do ‘Triplex do Lula’. O e-mail segue deste jeito. “Nunca, nunca o assunto foi tratado pela mídia nacional.” E enfim um link para uma reportagem da Bloomberg. Reconheço o texto: o DCM tratou do assunto, numa monumental solidão. Os protagonistas do artigo da Bloomberg são os irmãos Marinho e uma ilha ‘deles’ perto de Paraty. Os Marinhos dividiram o poder assim. Roberto Irineu, o primogênito, é o presidente. João Roberto, o segundo, é o editor, e dele emanam as diretrizes a serem seguidas por todas as mídias do grupo. José Roberto, o caçula, cuida da Fundação Roberto Marinho, e é tido, nas Organizações, como um cruzado do ambientalismo. Mas parece que seu cuidado com o meio ambiente vale para o mundo, mas não para a família Marinho. Veio à luz espetacularmente, algum tempo atrás, essa propriedade. Quem a tornou assunto nacional foi o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, suspeito de irregularidades, em depoimento na CPI da empresa. Antes de seguir, um registro cômico. A Globonews vinha dando ao vivo o depoimento até Costa falar na ilha. Ele disse que, em suas novas atividades, tem um contrato firmado para vender a ilha. “É um projeto chamado Zest”, afirmou. Neste momento, a Globonews interrompeu a transmissão da CPI da Petrobras e foi para outro lugar. Os editores mostraram agudo senso de sobrevivência. Pausa para rir. A matéria da Bloomberg assinala que milionários brasileiros se dizem donos de ilhas e praias. “Mas não é isso que a lei diz.” Bem, a ‘Ilha dos Marinhos’ permanece num véu de fumaça. Mas não a casa monumental deles na ilha. A melhor matéria feita sobre ela – e as polêmicas que a rondam — não veio da Folha, ou da Veja, ou do Estadão. Veio de fora, da Bloomberg. A Globo não goza, com a Bloomberg, do esquema de proteção que Folha, Veja e Estadão lhe garantem no Brasil. “Os herdeiros de Roberto Marinho, que criou as Organizações Globo, maior grupo de mídia da América do Sul, construíram uma casa de 1 300 metros quadrados, um heliponto e uma piscina numa área da Mata Atlântica que a lei, supostamente, preserva para manter intocada sua ecologia”, disse a Bloomberg, numa reportagem de 2012. José Roberto, o homem-natureza da Globo, aparentemente não se importou em derrubar árvores em sua propriedade, e muito menos se intimidou diante da lei. A Bloomberg foi ouvir o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Falou com Graziela Moraes Barros, analista ambiental do instituto. Ela foi investigar a suntuosa casa, que recebeu diversos prêmios arquitetônicos. “Os Marinhos quebraram a lei ao construir a casa”, disse ela. Dois guardas armados, ela contou, impedem que outras pessoas usem a praia — pública — em frente da casa. De certa forma, isso lembra a infame ocupação de um terreno público pela Globo ao lado de sua sede em São Paulo. Coloquemos assim: a Globo trata o Brasil como propriedade privada, e ninguém dá um basta nisso. Um juiz ordenou em 2010 que a casa fosse derrubada, mas evidentemente que não foi. Não é fácil fiscalizar as coisas na região. Em abril de 2013, uma bomba foi colocada na casa de uma analista ambiental do ICMBio. Ela não se feriu, mas se assustou. Pediu para ser transferida para fora do Rio de Janeiro. “Tenho família e estou com medo”, disse ao jornalista Andre Barcinski. “Não foi o primeiro caso de profissional que abandonou a região”, contou Barcinski. “Há dois anos, uma fiscal ambiental pediu transferência depois ter dois carros queimados, em 2008 e 2011, na porta de casa.” De volta à reportagem da Bloomberg, topo mais uma vez com Graziela. Ela se saiu com uma frase que é especialmente dolorosa, porque verdadeira. “Muita gente diz que os Marinhos mandam no Brasil. A casa mostra que eles certamente pensam que estão acima da lei.” Pausa para um lamento. E clap, clap, clap de pé para a brava Graziela pela capacidade de enxergar e descrever o Brasil em poucas palavras. Não apenas o Brasil, aliás — mas sua mídia, que finge não ver um palacete várias vezes maior e infinitamente mais caro do que um plebeu apartamento no igualmente plebeu Guarujá.

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Fantastic Worlds by Caza

  , Philippe Caza (74) is a French comic artist, who was initially inspired by pop-art, but eventually became a master in science-fiction stories. Born as Philippe Cazamayou in Paris, he worked as a commercial artist for ten years, before publishing his first comic album, ‘Kris Kool’, with Losfeld in 1970. From 1971, he was…

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‘Depoimento de Lula: não seria melhor interrogar o promotor?’

Jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, defende “uma inversão de papéis” no caso do triplex do Guarujá, pelo qual o ex-presidente Lula foi chamado a depor na condição de investigado pelo MP-SP; “Seria esclarecedor se o interrogado fosse não Lula, mas o promotor”, afirma; “Lula é pessoalmente acusado de ter praticado algum favorecimento à OAS? Ou é na base do ‘alguma coisa ele fez’?”, questiona ainda

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O vexame final de uma imprensa decadente e golpista

Análise Diária de Conjuntura – Manhã – 29/01/2016 [Atenção! Vou liberar o acesso desta Análise, porque ela ficou “política” demais, e por isso precisa ser aberta a todos, ma…

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Tentativa de prender Lula tocará fogo no país | Blog da Cidadania

A pretendida prisão política de Lula vai tocar fogo neste país. Se eles quiserem pagar para ver, vão ver. E vão se arrepender. Precisarão pôr tanques na rua (de novo) para concretizar esse golpe. Aí terão materializado a ditadura que tantas vezes foram à rua pedir nos últimos dois anos e pouco. E, nesse momento, eles terão sido fragorosamente derrotados.

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