OPINIÕES – 2

CHICO: ARTISTA BRASILEIRO

Sou da geração que cantou “A Banda”. Que chorou ao ouvir “Olhos nos olhos”… e por aí vai. Por isso, fiquei muito emocionado ao ver hoje, na parte da manhã, o documentário acima citado. Que bom sair da mesmice das rádios que tocam Anitta e cia. durante todo o dia…

Chico, como o vinho, está cada vez melhor. Lúcido, com uma fina ironia, com a simplicidade dos gênios. Fiquei impressionado com a formação que seu pai, Sérgio Buarque, lhe deu. Livros. Leia, meu filho. E Chico leu muito. Em ingles, frances, e por aí segue a vida.

Alguns pontos me tocaram mais:

  • se considera mais escritor que compositor e cantor.
  • não sente a solidão, depois de 30 anos de casamento com Marieta Severo.
  • a bossa nova era elitista, de Ipanema. Hoje a música, mesmo que não goste de tudo, é brasileira.
  • sua solidão é criativa. Aprendeu a conviver e precisa dela. Faz parte da criação.
  • ficou impressionado ao saber que tinha um irmão alemão (segredo de família). Vale a pena ver o documentário até o final, para ver a surpresa…
  • ao dizer que gostaria de ser chamado de “Chico da Mangueira” em 2002, quando foi tema da Estação Primeira, não pude conter as lágrimas.

acima de tudo , não tem a visão de que “no meu tempo era melhor”. HOJE O BRASIL É MELHOR.

Ney Matogrosso, Monica Salmaso, Betânia, Carminho, Péricles, Martinália e Adriana Calcanhot, cantam e fazem a emoção brotar. É necesário ver e divulgar este documentário.

Esta é a minha dica de hoje. Abaixo está o link, para download:

Chico: Artista Brasileiro

AMANHÃ TEM MAIS. CRÍTICAS, DICAS, ANÁLISES. INTÉ…

Photos: Artist Ai Weiwei has draped Berlin’s concert hall with 14,000 refugee life jackets

Ai Weiwei has been a harsh critic of Europe’s response to its refugee crisis. He recently set up a studio on the Greek island of Lesbos, the main entry point for tens of thousands of refugees who make the dangerous sea crossing from Turkey. He is working on several projects that highlight the refugees’ plight, recently reenacting the harrowing photo of drowned Syrian…

Sourced through Scoop.it from: qz.com

See on Scoop.itBOCA NO TROMBONE!

The chance encounter of Elisabeth Vigée-Lebrun and Madeleine Albright

A Revolution in Fiction

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I’m trying to wrap up the Rousseau and DIGNITY book for Fall 2016 publication, more chapters of Les Misérables await for Monday’s class, and it’s a frigid blizzard out the window. But I’ve got to write this piece first.

Élisabeth Louise Vigée-Lebrun (1755-1842) has been on my mind, lately, as I bet she’s been on yours too.  All of us are curious about the exhibit, opening Monday, on her life’s work at the Metropolitan Museum of Art in New York (February 15 to May 15, 2016).

The works displayed together for the first time will be a marvel to behold and I can hardly wait to go there in late March. The review penned in yesterday’s New York Times makes it sound fabulous.

Reviewer Roberta Smith highlights the special features of the artist, how she uses light and captures textures such as lace and satin. Smith also puts a clever…

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