Lewandovski manda apurar crimes contra Teori

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, considerou nesta segunda (28) criminosas as ameaças e tentativas de intimidação contra ministros da Corte em função de decisões tomadas por eles; na semana passada, o ministro Teori Zavascki foi alvo de manifestações, em frente ao Supremo e à casa dele, por transferir para a Corte as investigações contra o ex-presidente Lula, que estavam na primeira instância; para o presidente do STF, os ministros “não se deixarão abalar por eventuais constrangimentos sofridos ou que venham a sofrer; Lewandowski enviou ofícios para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao ministro da Justiça, Eugênio Aragão, ao advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, e ao diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, para que haja o acompanhamento dos acontecimentos

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Juiz, policial, editor-chefe

“Comandados agora por jornalistas que envergonham os colegas, e que serão lembrados no futuro pela subserviência, ignorância, covardia e mau-caratismo os principais jornais, revistas e telejornais tornaram-se porta-vozes de um juiz de primeira instância chamado Sergio Moro, que também assumiu o papel de policial e é cada vez mais, o editor-chefe de toda a grande imprensa”, escreve Alex Solnik, colunista do 247; “Os mesmos jornais que em letras garrafais aplaudiram a ruptura democrática tiveram as redações invadidas por censores a serviço dos generais e, para não rodarem seus exemplares com espaços em branco publicaram receitas de bolo na primeira página”, lembra ele; “Não existe imprensa livre sem democracia, nem democracia sem imprensa livre”, ressalta

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Os procuradores e a militância pró-impeachment

Para a colunista do 247 Tereza Cruvinel, “não parece ter surtido efeito” a carta em que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a procuradores federais que não se deixassem seduzir pela “paixões das ruas”; “Pois nesta terça-feira, movimentos e militantes a favor do impeachment é que levarão ao Congresso as assinaturas da campanha promovida pelo Ministério Público ‘Dez Medidas contra a corrupção’. O evento externa um claro vínculo de parcela do MPF com a ‘paixão das ruas’ e tem como figura mais destacada o procurador Deltan Dallangnol, chefe da equipe de procuradores que atua na Operação Lava Jato em Curitiba”, afirma a jornalista; a organização “Vem pra rua”, uma das mais ativas nas mobilizações a favor do impeachment, tomou para si a tarefa de convocar manifestantes para a entrega das assinaturas, que será feita em pacotes

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Sem apoio de advogados, OAB passa vexame

Presidente da entidade, Claudio Lamachia, passa por um constrangimento histórico nesta tarde em Brasília; ao tentar entregar um pedido de impeachment, ele foi barrado por advogados aos gritos de “não vai ter golpe” e “a OAB apoiou a ditadura”; outro grupo, que acompanha Lamachia, grita “fora, PT”; Lamachia recebeu hoje mais cedo um requerimento de advogados com cerca de 150 assinaturas pedindo para que a Ordem realize nova consulta à categoria e adie a entrega do novo pedido de impeachment contra a presidente Dilma; segundo Lamachia, os pedidos para suspender a decisão da entidade de apoiar o afastamento de Dilma não representam a categoria e a entrega não será adiada; ele afirma que não há racha na instituição; #OABrepete64 foi uma das principais hashtags do dia no Twitter

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