Glenn Greenwald e David Miranda: Impeachment de Dilma é para proteger a corrupção — bloglimpinhoecheiroso

Via Jornal GGN em 6/4/2016 Em artigo publicado na Folha de S.Paulo, os jornalistas Glenn Greenwald e David Miranda apontam para o fato “mais bizarro” da crise política vivida no país: o de que quase todas figuras políticas importantes que defendem o impeachment da presidente Dilma Rousseff enfrentam acusações de corrupção mais sérias do que […]

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I Don’t Know Much About Art But I Know What I Don’t Like — Heed not Steve

What don’t I like? Thieves. Yeah. A little over two years ago I made a 4′ x 4′ painting of a peacock for a friend. It looked like this: Well, except, you know…bigger. Our friend mounted it, along with other 4′ x 4′ pieces he’d solicited from various friends, on an outside wall surrounding his lovely, historic home […]

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Impeachment: Cuidado com “pesquisas” e placares. O jogo sujo do golpe não liga para a verdade — bloglimpinhoecheiroso

Fernando Brito, via Tijolaço em 6/4/2016 O Estadão publica hoje [6/4] um “placar do impeachment”, com 234 votos favoráveis ao golpe e 110 contrários. Três dias atrás, havia dito que era, respectivamente, 261 e 117. Explica que a diferença é creditável ao fato de que “agora o voto tem de ser aberto”. Porque aberto será […]

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Contra o golpe, Frente Brasil Popular ocupará a Paulista no dia 17

Grupos que formam a Frente Brasil Popular de São Paulo decidiram que no dia 17 de abril a esquerda anti-golpe ocupará a Avenida Paulista para protestar contra o impeachment que, segundo o calendário do Congresso Nacional, estará em votação nesse dia

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Dalmo Dallari acusa Rodrigo Janot de atuar politicamente contra Lula | Blog da Cidadania

Algumas questões vitais sobre a tentativa de golpe contra Dilma Rousseff que serão tratadas nas próximas semanas foram submetidas a um dos maiores juristas brasileiros. Do lado dos golpistas, está a

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José Serra tem 20 paginas de certidão de crimes eleitorais e 3 processos ativos por corrupção – Anonymous Brasil

Além das 17 certidões positivas, o José Serra soma três processos ativos, todos por improbidade administrativa.

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Mirian Dutra ao DCM: “Serra liberava o dinheiro de FHC na Espanha”. Por Joaquim de Carvalho

  A jornalista Mirian Dutra prestou depoimento nesta quinta-feira, 8 de abril, à Polícia Federal, no inquérito em que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é investigado, sob a suspeita de usar uma empresa concessionária do governo federal, a Brasif, para enviar recursos ao exterior. Fernando Henrique teve um relacionamento extraconjugal com Mirian Dutra, então repórter da TV Globo em Brasília, durante seis anos, entre 1985 e 1991. No último ano do namoro, Mirian teve um filho, Tomás, que Fernando Henrique Cardoso ajudou a sustentar, acreditando que era seu filho. Em 2009, Fernando Henrique divulgou à imprensa que havia reconhecido Tomás como filho, num cartório em Madri. Em 2011, quando Tomás tinha de 19 para 20 anos, informou à imprensa que fez um exame de DNA e descobriu que Tomás não era seu filho biológico, mas que, assim mesmo, continuaria a tratá-lo como filho. Em 2014, o advogado de Mirian notificou Fernando Henrique para que entregasse o exame e o documento de reconhecimento do filho. O ex-presidente não respondeu. Mesmo assim, alguns meses depois, comprou um apartamento para o filho em Barcelona, pagando 200 mil euros em dinheiro. Este é o resumo de uma novela da vida real, que soma indícios de crime de lavagem de dinheiro com profundo drama pessoal. Estive com Mirian Dutra na Espanha, entre os dias 19 e 23 de março. Tenho entrevistas gravadas com ela, oportunidade em que contou sobre sua relação com ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Na noite de 20 de março, depois de ler no site do jornal O Estado de S. Paulo a entrevista em que o ex-namorado se refere a ela como “esta senhora” e insinua que ela mentiu, perguntei a Mirian Dutra sobre essas declarações. Disse a jornalista: — Eu também estou esperando a solicitação da Polícia Federal para depor e contar o que realmente acontecia, porque o senhor Fernando Henrique Cardoso não pode esquecer que eu tenho todos os recibos, eu tenho os contratos… Não se iluda. Na manhã de segunda-feira, por volta das 12 horas, horário da Espanha, o escrivão da Polícia Federal, Edílson, que trabalha em Brasília, localizou Mirian Dutra pelo celular e pediu a ela que marcasse o depoimento. Ela anotou os telefones do policial e disse que seu advogado no Brasil entraria em contato. Mirian parecia furiosa, não pela solicitação da PF, mas pela forma como o escrivão chegou até ela. Segundo o escrivão, foi seu filho, Tomás, quem deu o número do telefone. — Com certeza, foi aquele velhaco que deu o telefone do Tomás para a polícia, para que ele informasse o meu número – disse, em referência a Fernando Henrique Cardoso. É assim que ele age. Ele tem meu número, mas prefere não se comprometer e pede que outros façam o serviço por ele. Envolve o meu filho nesses assuntos, e isso é difícil de perdoar. Velhaco! Algumas horas depois, o advogado, José Diogo Bastos, enviou uma mensagem pelo WhatsApp para informar que tinha marcado o depoimento para o dia 7 de abril, na Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, onde ele mora. Estranhamente, entretanto, no dia seguinte, o adido da Polícia Federal em Madri, Marcos Moura, também entrou em contato com Mirian Dutra, e propôs que ela depusesse na Espanha. Na conversa, o adido procurou alertar Mirian de que ela teria o assédio da imprensa. Mirian manteve a determinação de depor no Brasil, no inquérito conduzido pelo delegado João Tiago. Mirian estava num hotel na Cerdaña e informou ao advogado que voltaria a sua casa, em Madri, depois de uma escala em Barcelona, para pegar os documentos e levar para a Polícia Federal no Brasil. Mirian tem cópia dos contratos que assinou com a Brasif e o arquivo dos e-mails e cartas trocados com Fernando Henrique. O mais interessante é o contrato com a Brasif, cujo dono, Jonas Barcellos, tinha as concessões das lojas duty free dos aeroportos brasileiros e de emissoras de televisão. O objeto do contrato é a pesquisa que ela deveria realizar para lojas de aeroportos na Europa. Sua obrigação era enviar relatórios à empresa. — Nunca enviei relatório nenhum. Esse contrato era de mentirinha. Foi uma maneira que o Fernando Henrique Cardoso arrumou de enviar dinheiro para o Tomás. O contrato, assinado no final do governo de Fernando Henrique Cardoso, foi encaminhado a ela através de seu cunhado, Fernando Lemos, que era lobista em Brasília e amigo do então presidente da república, para quem trabalhou durante a eleição, em 1994, e a reeleição, em 1998. Fernando Lemos já faleceu, e tinha uma proximidade com Fernando Henrique Cardoso que era conhecida em Brasília. O empresário Pedro Paulo de Souza, dono de uma das maiores construtoras do Brasil na década de 90, a Encol, conta no livro publicado em 2010 (e nunca contestado) que se reuniu com Fernando Henrique Cardoso durante a campanha de 1994, num jantar no dia 23 de julho, no restaurante La Vecchia Cucina (hotel Bonaparte) em que o então candidato estava acompanhado de Fernando Lemos, apresentado como assessor. Pedro Paulo havia doado 200 mil reais (1,4 milhão em valores corrigidos pelo IGP-M) para a campanha, e Fernando Henrique quis agradecer. Durante a conversa, insinuou que talvez precisasse de mais alguma ajuda para enfrentar Lula na eleição. De fato, segundo Pedro Paulo, precisou, e quem pediu foi Fernando Lemos. A campanha precisava trazer o especialista em marketing eleitoral Jesus Carlos Pedregal, “o Bruxo”, que é espanhol e morava em Nova York, mas queria que a Encol assumisse a contratação. — Fernando Lemos explicou que precisavam de uma empresa que assumisse a iniciativa de trazer esse profissional para o Brasil. A Encol serviria para esconder o verdadeiro trabalho do estrategista com Fernando Henrique – escreveu Pedro Paulo. A Encol aceitou e, mais tarde, em 1999, quando a empresa quebrou e Pedro Paulo foi preso, Fernando Henrique mandou um intermediário pedir ao empresário que omitisse a doação em seu depoimento à CPI do Sistema Financeiro. É Pedro Paulo de Souza quem narra: — No caminho que levava à […]

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