Supremo recebe 1º pedido de anulação do impeachment de Dilma

O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) ingressou na quinta-feira (5), no Supremo, com pedido de anulação da votação do impeachment na Câmara. O ministro Luiz Fu

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Temer poderá ser o mais “decorativo” dos presidentes. Por Carlos Fernandes

Como absolutamente em tudo que envolve o golpe, a marca da ilegitimidade de um governo Temer tende a fazer dele uma marionete conduzida justamente pelo que há de pior nos interesses políticos e econômicos do país. Um governo que já nasce com o seu mais poderoso aliado, Eduardo Cunha, defenestrado da Câmara e com um igual pedido de cassação tramitando na casa, terá que fazer das concessões o seu alimento diário. Se o programa intitulado “Ponte para o futuro” já é uma celebração ao retrocesso, os interesses particulares da quadrilha de deputados e senadores que lhes dará sustentação são ainda mais desastrosos. Junte-se a tudo isso o mais completo descrédito perante toda a população – cuja única concordância é exatamente sobre a sua incompetência – e teremos uma verdadeira nulidade à frente da nação. Uma vez consumado o golpe, não será Temer efetivamente a sentar na cadeira do mais alto cargo da República. Apesar de ser a sua figura ignóbil a se apresentar para as lentes da grande mídia condescendente, os verdadeiros administradores do país serão outros. Somente um completo imbecil pode acreditar que tudo isso que está acontecendo no Brasil não acoberta um intrincado jogo de poder que passa invariavelmente pela ganância de dinheiro. O investimento financeiro num projeto como um impeachment de uma presidente democraticamente eleita é altíssimo e de grande risco. Ainda mais para que seja colocado em seu lugar um político que não ultrapassa miseráveis 1% das intenções de voto. Para que Temer satisfaça o seu ego galopante colocando a faixa presidencial, será preciso que abdique de qualquer participação nas principais decisões que influenciarão no futuro do país. O capital internacional, grandes empresários, a imprensa tradicional e fundamentalistas religiosos serão os verdadeiros comandantes dessa pátria que preferiu a ilegalidade em detrimento da democracia. Se o golpe passar, Michel Temer entrará para a história como o mais “decorativo” dos presidentes enquanto os reais “donos” do Brasil cobrarão a conta. E alguém, mais cedo ou mais tarde, terá que pagar.

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A decência exige que o processo comandado por Cunha seja anulado. Por Paulo Nogueira

Suponha um jogo de futebol de extrema importância. Uma decisão de Copa do Mundo, por exemplo. A partida é realmente esquisita. Um time pareceu absurdamente favorecido pelo juiz. Acabou derrotado. Alguns dias depois, fica-se sabendo que o organizador fez horrores. Comprou não apenas o juiz, mas o goleiro adversário. E colocou uma fortuna nas casas de apostas para lucrar com seu crime. O que você faz? Há uma única saída. Você anula o resultado, ou a Copa e o futebol em si ficarão irremediavelmente desmoralizados. É mais ou menos esse o quadro do processo de impeachment. Como respeitar – e aceitar – o resultado do jogo armado por Eduardo Cunha na Câmara dos Deputados? Não dá. Muito menos depois do relatório do ministro Teori Zavascki na sessão do STF que determinou o afastamento de Cunha por 11 votos a zero. Caberá ao futuro descobrir por que Teori levou uma eternidade de quatro meses para fazer o que deveria ter feito com a urgência que o assunto impunha. Mas não é isso que importa, na discussão que se abre a partir de agora. O que interessa é que Teori falou, enfim, e suas palavras expõem o caráter criminoso do condutor do impeachment e, por extensão, do impeachment em si. Como acreditar num julgamento conduzido por alguém que, segundo Teori, não reúne as “mínimas condições” para presidir a Câmara? Como um sujeito com tais credenciais pode comandar um processo em que, mais que um governo, a democracia corre risco de vida? É certo que Cunha deveria ter sido detido em seu intento de lesa pátria muito antes. Mas não foi, sabe-se lá por quê. Mas este atraso não muda a essência do drama. É Cunha que tramou o golpe. É ele que fez sua tropa de choque realizar o espetáculo grotesco daquele domingo em que bufões corruptos e cínicos votavam pelo impeachment em nome de coisas como a família quadrangular, os maçons, e pais, mães, filhos, filhas e netos. Se Teori não tivesse engavetado o pedido de remoção de Cunha, os brasileiros teriam sido poupados de coisas repulsivas – além da paralisação do país com consequências funestas para a economia e para a vida das pessoas. Mas, ainda que com formidável atraso, ele desengavetou, e ficou escancarado o caráter viciado, indecente do processo de impeachment. Cunha se consagrou, nos últimos tempos, como a maior vocação corrupta da história da República. Foram tais e tantos seus crimes que mesmo aqueles que o apoiavam por estar tentando derrubar Dilma passaram a ver nele um remédio pior que a doença. Sumiram frases como “somos todos Cunha”, ou “ele é corrupto mas é nosso”, ou tantas outras asneiras do gênero. Um governo que nasça sob o estigma do processo orquestrado por Cunha terá chances abaixo de zero de se firmar e realizar a tarefa épica de retirar o país da crise moral, econômica e política em que está atolado. Tal governo inaugurará, se nada for feito, a “República do Cunha”. Alguém deseja isso?

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Londres elegeu seu novo prefeito: ele é muçulmano, de esquerda e filho de um motorista de ônibus

(“Refugiados são bem-vindos”, diz cartaz. Foto: Swlondoner) O muçulmano Sadiq Khan é eleito o novo prefeito de Londres No El País Brasil O trabalhista Sadiq Khan será o novo prefeito de…

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