Tijolaço: Recusa de Renan deve ser julgada, no STF, por Barroso

O jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, avalia que, em sendo judicializada, a decisão do presidente do Senado Renan Calheiros de dar prosseguimento ao processo de impeachment mesmo com a anulação da Câmara deverá ser analisada no Supremo Tribunal Federal pelo ministro Luís Roberto Barroso, por ter sido relator do “roteiro do impeachment”; para Brito, “Renan Calheiros, além de desrespeitoso com a instituição-par, foi de uma imprudência indesculpável porque acabou de oferecer ao Judiciário a chance de tratar do que não pode deixar de tratar: de um conflito de autoridade entre as duas casas legislativas”

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Temer trocava ministérios por votos

“Vamos aos fatos. Nenhuma pessoa minimamente séria toparia ser ministro de um governo-tampão de seis meses. Para ganhar dois anos de governo, Temer precisaria de 54 votos dos senadores, a maioria de dois terços que ninguém tem na Casa, como já tinha alertado o senador Paulo Paim. Por esse motivo, seus articuladores estabeleceram que os senadores teriam prioridade para serem ministros, o que provocou revolta nos deputados. Afinal, eles tinham alavancado esse impeachment fraudulento e não queriam ficar de fora, uma mão na frente e outra atrás”, diz o colunista Alex Solnik; “Se os motivos alegados pelo novo presidente da Câmara não fossem suficientes para brecar esse trem que iria colidir, inevitavelmente, nas próximas horas, as articulações para formar o ‘novo’ governo completariam o portfólio de ilegalidades e nulidades. Sentar na cadeira antes da hora nunca deu certo”

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Mídia e oposição esperneiam diante da anulação da votação do Impeachment | Jornalistas Livres

O presidente interino da Câmara dos deputados, Waldir Maranhão (PP), anulou a sessão de votação de impeachment de Dilma. Em sua decisão, baseada na Lei do impeachment (1079/50), no Regimento Interno da Casa e na Constituição Federal, Maranhão argumentou que a sessão de votação cometeu vícios que infringiram tanto normas legais e regimentais, como o amplo direito de defesa da presidenta. Essa decisão, obviamente, caiu como uma bomba no cenário nacional. A grande mídia está literalmente esperneando. Trazendo parlamentares, advogados e correspondentes para refutar a decisão da presidência da Câmara. Já o chamaram de desequilibrado, intempestivo, ilegítimo, entre outros adjetivos que visam desqualifica-lo. Fazem o mesmo com a decisão em si. Segundo os impeachmistas, é uma atitude absurda, oportunista, de …

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Recusa de Renan vai ao Supremo. E agora, provavelmente, a Luiz Roberto Barroso – TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

Ninguém duvida que, ainda hoje, o Supremo vai receber o questionamento sobre o atropelo da decisão da presidência da Câmara Federal  anulando e remarcando a votação da admissibilidade do impeachment de Dilma Rousseff

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