History of Portrait Painting in 4 minutes

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History of Portrait Painting in 4 minutes - video

Here is a beautiful video by Art Historian Dr. Raichel Le Goff, who presents a slideshow of portraits from Pisanello to Freud in about 4 minutes.

The video starts with the individual paintings featuring “the profile” in the 1400s, like the works by Pisanello.

Then, in the 1500s, the sitters start turning towards the viewer, for example in the artworks of Antonello da Messina.

The evolution is quick, with portraits expanding to include the head and chest like many ancient marble statues. Eventually, even the background is no longer plain and tells a story, like in Leonardo da Vinci’s Mona Lisa.

In northern Italy, Giovanni Battista Moroni asks his “sitters” to stand up. The full-length portraits help to give an idea of the importance and status of the person that is being painted, especially if he or she has props. For example, take a look at Titian’s painting of

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12 hábitos dos chineses que mudaram minha vida

Christine Marote, depois de 4 anos na “ponte-área” São Paulo – China (Chang Chun, Jilin Province), mudou-se definitivamente para Shanghai em janeiro de 2009. Hoje, é uma fonte de informações e busca constante pelas respostas às tantas questões que a China propõe ao estrangeiro que vive dentro das suas fronteiras. Este é seu relato.

A China é um país riquíssimo em cultura, coisas lindas, arquitetura maravilhosa e… Um monte de hábitos estranhos para nós, ocidentais. Mas com o passar do tempo, você vai se adaptando aqui e ali, e quando percebe, incorporou alguns desses hábitos na sua vida.

Outra coisa que acontece muito frequentemente é você desenvolver um lado seu que simplesmente não sabia que existia. Aqui as surpresas são diárias, todo dia é “um flash” – parodiando uma antiga expressão. Rotina é algo meio subjetivo e aprender a lidar com as “adversidades” de se viver num país com cultura tão…

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Texto (e fotos) publicado no site “Por que hoje é sábado”, edição especial “Mulheres lendo” (16/07/2016)

O Homem Despedaçado

Quem me conhece, sabe que, entre as dezenas de assuntos que me interessam (para ficar em alguns mais recentes, encontro-me lendo sobre o sistema jurídico da Atenas antiga e sobre as evoluções do conceito de virtude em Samuel Richardson e Marquês de Sade), estão as mulheres leitoras e, em especial, a forma com que a arte, a fotografia e a propaganda costumam retratá-las.

Pode parecer um assunto pouco relevante, mas não é. Desde os primórdios, a leitura foi considerada uma atividade feminina, e existem representações abundantes de mulheres de todas as idades lendo. Os homens saíam para a guerra e viam com condescendência as mulheres com um livro na mão, atribuindo-lhes, assim, um caráter sonhador e descolado da realidade. É muito interessante constatar como esse discurso silencioso – e de dominação – perpassa por toda a História da Arte e é retratado até os dias atuais, quando consideramos natural ver…

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The Verdant Moon

Myths of the Mirror

Claude Monet Claude Monet

In my fantasy worlds, the Verdant Moon heralds the high heat of summer. On the sea, winter’s iron clouds have long blown west and the island’s white bluffs are alive with nesting fishers and heckling gulls. The village shores idle, embraced by calmer waters, and small single-masted fishing boats rest on the beach, keels cutting long grooves in the sand.

No one lingers inside their narrow harbor homes when the markets brim with crabs’ legs and smoked redfish, squid with coiling tentacles, and the slimy innards of crusty shells. Summer brings more familiar fare from the dark-loamed farms: honeyed cakes and salty bread, ripe fruits, and bouquets of greens. Few go hungry during the Verdant Moon.

The Verdant Moon shines on the world tomorrow night, July 19th.

Vernal Moon

Excerpt from the Vernal Moon, Eye of Sun
The Dragon Soul Quartet

Treasach made the decision to sail the Seabourne onto…

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A Solidão da Marginalidade: a comunidade daqueles que não tem uma comunidade

LavraPalavra

Por Eduardo Henrique Nascimento Silva

Tolstói, Dostoiévski e até mesmo Gorki não seguiram o caminho de Kafka. Não. O primeiro se consagrou em obras que descreviam a contemplação de sua classe originária (pequena-burguesia) ao czar; o segundo, que entre uma obra e outra, vagava em relatar a vida do triste proletário russo que tentava a todo custo sobreviver à taciturna cidade de São Peterburgo; e o terceiro, até parte significativa de sua vida, dedicava-se a descrever o desprezo que o proletariado tinha com os ricos. Ambos viviam o que escreviam, ou pelo menos deixavam as aparências. A obra kafkaniana teve um outro rumo, diferente da vida de seu autor, tomando uma forma que rompesse a lógica binária que outros autores, aqui citados, colocavam. E isso colocava Kafka em solidão.


Indubitavelmente quando lemos o primeiro capítulo de Diálogos, de Deleuze, nos veem em mente uma série de reflexões que até…

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