Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (10/08/2016): “Os livros atrapalhados”

O Homem Despedaçado

Na minha coluna dessa semana no Medium da Dublinense, eu falei dos livros que chegam na hora errada da vida dos leitores e fazem uma confusão danada.

Mas também falo do dia em que escandalizei uma plateia ao confessar que o livro mais assustador de todos é “Éramos seis”, da Coleção Vagalume; falo de Michel de Montaigne, que presenciou um esquartejamento na praça e só depois escreveu ensaios dizendo como o comandante deveria ter agido; falo de Deus ex-machinas que chegam atrasados; falo de Jean Froissart, escritor contratado para ler o seu próprio livro aos nobres franceses, pois era o melhor remédio contra a insônia (isso sim que é desprestígio), e termino falando do pior presente que alguém podia ganhar no século XV, o “Ars moriendi”, ou “A arte de morrer”, o legítimo livro que a pessoa desembrulha o pacote e pensa “bah, estou ralado”.

Boa leitura!

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