Entre o gosto, o nojo e o ódio: uma perspectiva pessoal

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“Quem o gosta, o louve, e quem não o gosta, o mofe.”

Quem gosta, come; e quem não gosta, come menos.”

ou, simplesmente, “Gostos não se discutem.”

Assim diz a nossa sabedoria popular.

Mas será assim tão simples delimitar o gosto do nojo e do ódio? Os gostos devem mesmo estar isentos de uma análise aberta e de uma discussão franca?

Até que ponto é que os nossos gostos não evoluem de estereótipos, estigma e preconceito? Como podemos separar a descriminação pura das preferências pessoais?

Neste site, temos falado muito sobre algumas ideias fixas que existem face à masculinidade, às guerras civis (in)visíveis e à “exuberância” do activismo LGBT. Infelizmente, houve a abertura de novas trincheiras e uma escalada bélica para alguns leitores, especialmente nos comentários do Facebook. Assim sendo, pensei que talvez fosse interessante partilhar a perspectiva pessoal de alguém que esteve nos dois campos…

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