A guerra à corrupção e a guerra às drogas

Luíz Müller Blog

POR FERNANDO BRITO no TIJOLAÇO

 guerras

O pior do policialismo é que ele, pelo chocante das situações de criminalidade, penetra em nossas mentes como regra para tratar dos problemas que são estruturais – e culturais, portanto – das sociedades.

Quando vejo o discurso moralista da mídia e dos órgãos judiciais e parajudiciais –  juízes, procuradores, policiais, advogados –  que vocifera contra a corrupção vem-me à mente o que assisto, há quase 40 anos, em relação às drogas.

Estamos, nestas décadas, ouvindo o discurso da “guerra às drogas” quase que incessantemente.

Não é preciso dizer que, se é mesmo uma guerra, nela perde-se batalha após batalha e, embora ainda haja muita gente que acredite nesta tolice, qualquer pessoa com um mínimo de lucidez sabe que o uso e tráfico de drogas –  sobretudo das pesadas – só fez piorar nestas décadas.

Não faltou armar a polícia, dar-lhes mais tropas e meios, mais…

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Desocupa o ministério, ministro!

“Está na hora de Temer entregar um de seus anéis para não entregar os dedos. Está na hora de jogar carga inútil fora para evitar que o barco afunde. Esse ministro da Deseducação que Temer nomeou só trouxe confusão, discórdia e incompetência. E nada indica que daqui para a frente será diferente. A sua ausência vai preencher uma lacuna”, diz o colunista Alex Solnik, que defende a demissão de Mendonça Filho; “Todas as suas medidas foram tomadas de cima para baixo e não contribuíram em nada com a elevação do nível de ensino brasileiro. Implantaram a guerra na educação”, afirma; “A desocupação nacional poderia começar com a desocupação do Ministério da Educação”

Fonte: Desocupa o ministério, ministro!

Sheriff Joe Arpaio fuels voter intimidation fears with Arizona plans | US news | The Guardian

Deputies of controversial Arizona sheriff with record of ethnic profiling will be ‘stationed around the valley should there be any need for an officer’

Fonte: Sheriff Joe Arpaio fuels voter intimidation fears with Arizona plans | US news | The Guardian

Powder Land

Emily Polar

In a land of snow and enchanted forests the sound of silence rises from the dampened white landscape. Where steaming onsens fill the air with moisture’s fog and the abundance of fresh spring waters flow under the island. A magical place called Hokkaido where the snowboarding is pretty too.

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O baobá é “símbolo da resistência do povo negro”

Ecologia dos Saberes

Para o escritor Antoine de Saint-Exupéry, em seu Pequeno Príncipe, livro de cabeceira de várias gerações – com mais de 230 traduções em todo mundo –, o baobá representava um grande perigo, quer pelas dimensões que atinge, quer pelas raízes que tanto se aprofundam quanto se espalham. O pequenino protagonista da obra passa um capítulo inteiro empenhado em destruir todas as suas “terríveis” e “más” sementes que infestam o solo de seu planetinha. Eu era criança quando esse livro caiu em minhas mãos e o tal baobá diabolizado pelo simpático e loiro herói, com quem eu havia aprendido que “tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”, enraizou-se em meu imaginário como um símbolo de terror, de destruição, cuja semente deve ser extirpada a qualquer custo.

Diz a lenda que antes de serem embarcados nos navios negreiros, os escravizados africanos, sob chibatadas, eram obrigados a dar dezenas de voltas…

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