Caos mental

Eterismo

Às dez horas da noite chegou em casa. Vinha do trabalho e estava exausto. Além das atividades obrigatórias, ter que enfrentar um trânsito lento e barulhento acaba piorando ainda mais as coisas. O desgaste físico e mental são inevitáveis.

Tomou um banho gelado. Deixou a água bater livremente no seu rosto e deslizar pelo seu corpo. A sensação era prazerosa, porém, no fundo, sentia-se levemente açoitado por alguns pensamentos obscuros.

“Tanto esforço, tanta correria… Por que não podemos ver o fim desta estrada? É por aqui o caminho que nos conduz à tão sonhada felicidade?”, refletia.

Após o banho, jogou-se na cama. Pela primeira vez no dia, alí, deitado e sem compromisso, sentia-se livre, embora aprisionado por ideias angustiantes.

O sono veio, mas não implacável como de costume. Às vezes o cansaço em demasia atrapalha até mesmo na hora de dormir.

Era uma espécie de estado espiritual que pendia para a lucidez…

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