9/10/11

a farpa

O texto de hoje é a minha maior confissão.
É porventura o meu maior risco, mas em simultâneo a minha maior liberdade.
É aquilo que de mim faz parte mas em nada me define. É uma ocorrência que mantive em silêncio – pelo menos da maioria – mas que agora, porque passados cinco anos, sinto poder tornar público.

Público não, parte de algo que não seja um silêncio sem resposta ou algo que me torne constrangedor ou constrangido.

Não o faço como crédito pessoal, antes como alguém que acredita numa Sociedade plural onde o Direito do indivíduo não se reveja em egoísmo.
Porque em tudo, afinal, estamos confinados a conviver até ao final de ambos.

FMP.jpg(texto escrito a 6 de Dezembro de 2014)

Descobrir que se está doente nunca é fácil.

Quero dizer, se for uma simples gripe, ou algo que se toma um comprimido e passa, sem que volte ou…

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