Terreiro

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Ela caminha, vagando, solta, livre, num andar leve, despreocupado, tão leve que parece não tocar o solo.
Sabendo disso, ela vai, vem, cheia de si, de certezas, de purezas, lindeza. Lindeza que poderia facilmente ser seu nome, já que por onde passa, todas param, olham, se perdem e se encontram.
Suspiros dos homens, e azar deles também. Tão imponente que é, não se permite ser galanteada.
A rosa na mão, outra no cabelo, a taça de vinho que carrega sempre com si atraem e afastam na mesma velocidade e com a mesma proporção.
Tão bela ela, que de preto e vermelho, num vareio, um olhar que me rasgou ao meio, arrebatou meu coração.

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