Eu li:O homem duplicado, de José Saramago.

Há situações na vida em que já tanto nos dá perder por dez como perder por cem, o que queremos é conhecer rapidamente a última soma do desastre, para depois, se tal for possível, não voltarmos a pensar mais no assunto (p. 116).

Contato e encontro são palavras diferentes. Em uma sociedade globalizada entrar em contato com inúmeros fatos e acontecimentos é corriqueiro, mas vivenciar um encontro parece ser um pouco mais complicado. Nesse caso, encontrar pressupõe perceber, sentir, de alguma forma ser sensível ao fenômeno, assim, assistir a um filme e sentir que há nele uma presença que grita uma atenção, é um tipo de encontro. Em O homem duplicado, Saramago criou, como sempre, um ambiente surpreendente para narrar a trama entre um homem comum e seu outro eu.

Certo dia, após a indicação de um amigo para assistir a um filme qualquer, Tertuliano Máximo Afonso, professor de história…

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