Sobre o referendo em Itália — O Insurgente

As más notícias são que, com a vitória do “Não” às reformas constitucionais de Renzi, o actual governo pode cair e, nas próximas eleições, o populista e anti-euro Cinco Estrelas pode chegar ao poder (para não falar de que a partir de amanhã, os bancos italianos enfrentarão dias difíceis. As boas notícias são que, com […]

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Diário do Centro do Mundo O fiasco da manifestação em defesa da Lava Jato em Brasília. Por Carlos Fernandes

A manifestação em defesa da Lava Jato e contra as mudanças no pacote anticorrupção realizada na Esplanada dos Ministérios na manhã deste domingo (4), pode ser resumida em apenas duas palavras: monumental fiasco. Segundo a PM – sempre condescendente com esse tipo de movimento – havia cerca de 5 mil pessoas. Para os organizadores – sempre descolados da realidade – seriam em torno de 15 mil.  Um devaneio como tudo que lhes diz respeito. De qualquer forma, por mais inflado que possa ter sido, o número de participantes não chegou a 10% dos verificados nas manifestações anteriores, quando Dilma e o PT eram os alvos de seus impropérios. Mais do que um fato estatístico, o esvaziamento das manifestações “contra a corrupção” e pela “moralização da política brasileira” desnuda o cerne dos interesses envolvidos a depender de quem está no alvo dos “patriotas”. Sem os valiosos financiamentos dos partidos políticos de direita e demais beneficiários diretos do impeachment, os movimentos “apartidários” perderam significativamente o seu poder de manobra sobre os seus midiotizados. Na esteira da vez, Rodrigo Maia, presidente da Câmara e, principalmente, Renan Calheiros, presidente do Senado, outrora queridos por defenderem abertamente a saída de Dilma, se viram agora como os principais malfeitores da República. Acusados de atentarem contra a operação Lava Jato e as 10 medidas anticorrupção (como se isso não já fosse evidente há meses), os dois foram banidos da lista de parlamentares que ainda servem à causa coxinha. No mais, mais do mesmo. O juiz Sérgio Moro foi endeusado no lugar que já pertenceu a Joaquim Barbosa, ao japonês da Federal e aos demais heróis de ocasião que a mídia adora criar e depois descartar ao seu bel prazer. Os pró intervenção militar, é claro, não poderiam faltar. Tentei conversar com eles mas diante das primeiras gotas de chuva que jogou um balde de água fria nos manifestantes, os destemidos defensores da moral e dos bons costumes bateram em retirada. Sobrou o já folclórico personagem que considera salutar ir a uma manifestação que se diz em defesa da soberania brasileira fantasiado de Barack Obama. Com direito a faixa presidencial nas cores da bandeira americana. Questionei o porquê dele vir a um evento daquela natureza vestido assim. Me disse, orgulhoso, que seria uma forma de chamar a atenção do mundo para o que estava acontecendo no país. No seu entendimento, seria o presidente dos Estados Unidos, e não o do Brasil, o político com a capacidade internacional de dar visibilidade ao movimento.  Dada a mediocridade do nosso atual presidente, não está de todo errado. E por falar em mediocridade, não houve qualquer faixa, discurso ou sequer menção a Michel Temer. O cidadão foi mais uma vez completamente ignorado. Porém, se em Chapecó o desprezo dado a ele se deu por um ato de grandeza do povo daquela cidade em respeito aos seus mortos, por aqui, o silêncio era de vergonha mesmo. Dono de uma equipe ministerial afundada em corrupção, responsável pelo aprofundamento da crise econômica e social e sem qualquer legitimidade internacional, os ditos independentes preferiram não tocar no assunto. A manifestação acabou da mesma forma que teve início, vazia e melancólica. Para quem observava tudo de fora como eu, algumas cenas não deixavam de ser ilárias como a de uma senhora que fazia coraçãozinho com as mãos para os policiais militares. Pensando bem, para quem não tem problema em passar vergonha, até que foi um bom programa de domingo.

Fonte: Diário do Centro do Mundo O fiasco da manifestação em defesa da Lava Jato em Brasília. Por Carlos Fernandes

Diário do Centro do Mundo O fiasco da manifestação em defesa da Lava Jato em Brasília. Por Carlos Fernandes

  A manifestação em defesa da Lava Jato e contra as mudanças no pacote anticorrupção realizada na Esplanada dos Ministérios na manhã deste domingo (4), pode ser resumida em apenas duas palavras: monumental fiasco. Segundo a PM – sempre condescendente com esse tipo de movimento – havia cerca de 5 mil pessoas. Para os organizadores – sempre descolados da realidade – seriam em torno de 15 mil.  Um devaneio como tudo que lhes diz respeito. De qualquer forma, por mais inflado que possa ter sido, o número de participantes não chegou a 10% dos verificados nas manifestações anteriores, quando Dilma e o PT eram os alvos de seus impropérios. Mais do que um fato estatístico, o esvaziamento das manifestações “contra a corrupção” e pela “moralização da política brasileira” desnuda o cerne dos interesses envolvidos a depender de quem está no alvo dos “patriotas”. Sem os valiosos financiamentos dos partidos políticos de direita e demais beneficiários diretos do impeachment, os movimentos “apartidários” perderam significativamente o seu poder de manobra sobre os seus midiotizados. Na esteira da vez, Rodrigo Maia, presidente da Câmara e, principalmente, Renan Calheiros, presidente do Senado, outrora queridos por defenderem abertamente a saída de Dilma, se viram agora como os principais malfeitores da República. Acusados de atentarem contra a operação Lava Jato e as 10 medidas anticorrupção (como se isso não já fosse evidente há meses), os dois foram banidos da lista de parlamentares que ainda servem à causa coxinha. No mais, mais do mesmo. O juiz Sérgio Moro foi endeusado no lugar que já pertenceu a Joaquim Barbosa, ao japonês da Federal e aos demais heróis de ocasião que a mídia adora criar e depois descartar ao seu bel prazer. Os pró intervenção militar, é claro, não poderiam faltar. Tentei conversar com eles mas diante das primeiras gotas de chuva que jogou um balde de água fria nos manifestantes, os destemidos defensores da moral e dos bons costumes bateram em retirada. Sobrou o já folclórico personagem que considera salutar ir a uma manifestação que se diz em defesa da soberania brasileira fantasiado de Barack Obama. Com direito a faixa presidencial nas cores da bandeira americana. Questionei o porquê dele vir a um evento daquela natureza vestido assim. Me disse, orgulhoso, que seria uma forma de chamar a atenção do mundo para o que estava acontecendo no país. No seu entendimento, seria o presidente dos Estados Unidos, e não o do Brasil, o político com a capacidade internacional de dar visibilidade ao movimento.  Dada a mediocridade do nosso atual presidente, não está de todo errado. E por falar em mediocridade, não houve qualquer faixa, discurso ou sequer menção a Michel Temer. O cidadão foi mais uma vez completamente ignorado. Porém, se em Chapecó o desprezo dado a ele se deu por um ato de grandeza do povo daquela cidade em respeito aos seus mortos, por aqui, o silêncio era de vergonha mesmo. Dono de uma equipe ministerial afundada em corrupção, responsável pelo aprofundamento da crise econômica e social e sem qualquer legitimidade internacional, os ditos independentes preferiram não tocar no assunto. A manifestação acabou da mesma forma que teve início, vazia e melancólica. Para quem observava tudo de fora como eu, algumas cenas não deixavam de ser ilárias como a de uma senhora que fazia coraçãozinho com as mãos para os policiais militares. Pensando bem, para quem não tem problema em passar vergonha, até que foi um bom programa de domingo.

Fonte: Diário do Centro do Mundo O fiasco da manifestação em defesa da Lava Jato em Brasília. Por Carlos Fernandes

Um poder vai às ruas contra os outros dois e fracassa. O que está em jogo? | Brasil 24/7

Bajonas Teixeira, do Cafezinho, observa que pela “primeira vez na história do Brasil em que um dos três poderes, o Judiciário (unido à corporação do Ministério Público), sai às ruas confrontando diretamente os outros dois (Legislativo e Executivo)”; “E, ao que tudo indica, o fracasso foi retumbante. Mesmo com os números inflados divulgados pelos organizadores”, destaca; para ele, a situação “criou o terreno para uma luta intestina entre os três poderes: o Judiciário, por um lado, e o Legislativo, atrás do qual se esconde, moribundo, o Executivo”

Fonte: Um poder vai às ruas contra os outros dois e fracassa. O que está em jogo? | Brasil 24/7

WhatsApp deixará de funcionar em alguns smartphones. Veja quais | EXAME.com – Negócios, economia, tecnologia e carreira

Na virada de 2016 para 2017, WhatsApp deixará de funcionar em smartphones antigos. Outra leva deixará de funcionar em junho de 2017. Veja quais

Fonte: WhatsApp deixará de funcionar em alguns smartphones. Veja quais | EXAME.com – Negócios, economia, tecnologia e carreira