Arte da terra: a inclusão social pelo conhecimento das aves — Brasília, por Chico Sant’Anna

Com ferramentas alternativas, alunos esculpem aves do cerrado. Valoriza-se a identidade cultural e aprende-se sobre a preservação das espécies. Com base no texto de Israel Carvalho, publicado originalmente no Portal Gama Cidadão Bem-te-vi, João-de-barro, Canário-da-Terra, Papagaio, Tucano, Coruja, Pintassilgo e Pica pau. Essa aves são o foco do projeto Arte da Terra, que começou pela Estrutural […]

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To Live and Die in L.A. (William Friedkin, 1985) — That Obscure Object of Desire: Cinema

“William Friedkin’s neon-hued noir To Live and Die in L.A. gets a vibrant 4K transfer and a slate of solid new extras from Shout! Factory.” Read the entire review on Slant Magazine.

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DEM e PSB querem saltar do Titanic | Blog do Esmael

O ilegítimo Michel Temer poderá perder o apoio do PSB e DEM durante o recesso parlamentar. A luz vermelha acendeu nesta terça (13) após discurso do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), que pediu um “gesto maior” de Temer diante das delações da Odebrecht na Lava Jato. Ato contínuo, da mesma tribuna no Senado, Jader Barbalho falou em conspiração da mídia para derrubar Temer. Na segunda (12), o presidente nacional do PSB Carlos Siqueira já havia dito que o apoio do partido nunca fora “incondicional” ao ilegítimo governo. Sentindo a fraqueza de Temer, o PSDB, como um vírus que se aproveita da debilidade do moribundo, se alastra pelos cargos estratégicos. Vide o caso de Itaipu Binacional. Segundo pesquisa do Datafolha, apenas 10% dos brasileiros aprovam Michel Temer. (Os números são anteriores à delação da Odebrecht). Resumo da ópera: o fim está próximo, muito próximo!

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Diário do Centro do Mundo Majestades imperiais: o super salário de promotores e juízes e o abuso de autoridade. Por Joaquim de Carvalho

  Em maio deste ano, depois de abrir um inquérito civil para investigar supersalários na Prefeitura de Sorocaba, interior do Estado de São Paulo, o promotor de justiça Orlando Bastos Filho mandou um ofício duro ao prefeito da cidade: “Que fique claro, desde logo, que não será aceita eventual alegação de sigilo: uma, porque detém o MP constitucionalmente poder de requisição; duas, porque os vencimentos de servidores públicos é informação pública; por fim, porque são até publicados, considerando a lei de acesso à informação.” Conhecido na cidade pelo rigor com que fiscaliza o poder público, Orlando Bastos Filho acaba de ter seu nome divulgado na lista de supersalários do Ministério Público do Estado de São Paulo: em outubro, seus vencimentos foram de R$ 107 mil brutos, incluídos nesse pagamento vantagens como indenização, vale-alimentação, auxílio-moradia, auxílio-livro, auxílio-funeral, pagamento de diárias, remunerações retroativas, duas férias anuais. O promotor Bastos, que conduz também uma investigação sobre gastos dos vereadores da cidade com carros oficiais, telefones e verbas de indenização, está longe de ser uma exceção no Ministério Público de São Paulo (e muito provavelmente nos Ministérios Públicos de outros Estados e no Ministério Público Federal). Em outubro, dois outros promotores ganharam mais do que ele – os maiores vencimentos foram de R$ 130 mil. Oitenta por cento dos promotores e procuradores do Estado de São Paulo teriam vencimentos acima do teto constitucional. A revelação dos supersalários dos promotores e procuradores, feita pelo site da Agência Pública, é uma oportunidade para debater a questão das prioridades dos gastos públicos. No orçamento do Estado para 2017, estão previstos os gastos de R$ 2,3 bilhões com o Ministério Público de São Paulo – o dobro do que será destinado para pastas como Agricultura, Meio Ambiente ou Habitação ou três vezes mais que o Estado pretende gastar com a Secretaria de Cultura. É óbvio que o Ministério Público é absolutamente indispensável na sociedade democrática. Mas ganhar muito acima da média salarial do país, cerca de 2.300 reais, está correto? Até que ponto um servidor público com salário até 50 vezes maior que a média do País está em condições éticas de exigir austeridade dos demais agentes públicos? Este é o debate que também precisa ser feito. Ou, então, precisamos resgatar os artigos 98, 99 e 100 da primeira Constituição do Brasil, a Imperial de 1824. É só trocar a palavra imperador por promotor, procurador ou juiz que fica perfeito para os dias atuais: – O Poder Moderador (promotor, procurador e juiz) é a chave de toda organização política e é delegado privativamente ao imperador (promotor, procurador e juiz), como chefe supremo da Nação, e seu Primeiro Representante, para que incessantemente vele sobre a manutenção da Independência, equilíbrio, e harmonia dos demais Poderes Políticos. – A Pessoa do Imperador (promotor, procurador e juiz) é inviolável, e sagrada: Ele não está sujeito à responsabilidade alguma. – Os seus títulos são Imperador Constitucional, e defensor Perpétuo do Brasil e tem o tratamento de Majestade Imperial. Depois de rejeitar a discussão da hipótese de enquadramento por crime de abuso de autoridade e passarem batido na questão do teto salarial intra corporis, promotores, procuradores e juízes se investiram, na prática, da Majestade Imperial. Até quando?

Fonte: Diário do Centro do Mundo Majestades imperiais: o super salário de promotores e juízes e o abuso de autoridade. Por Joaquim de Carvalho

“Eu contei o dinheiro do dízimo com Malafaia”: o testemunho de um evangélico descrente. Por Kiko Nogueira

  Este post está sendo republicado.   O leitor Dênis Eduardo Serio deixou um depoimento no post sobre o silêncio dos evangélicos diante dos pastores pilantras. Dênis teve uma experiência inesquecível na igreja onde Malafaia começou e viu o ovo da serpente. Chegou a contar as moedas do dízimo. “Nos bons domingos, o valor chegava a R$ 10 mil”, diz. Seu testemunho:   Eu era um pivete, não sabia nada da vida (e sigo sabendo pouco), nunca nem tinha beijado na boca, mas já conhecia esse indivíduo que hoje praticamente todos vocês conhecem. É isso aí: já sentei à mesa com Silas Malafaia. O que me motivou a contar essa história foi ver cada vez mais gente ligada a ele, e que eu conheci, aparecendo na televisão falando asneiras sem tamanho. Seres que um dia para mim foram dignos de algum tipo de respeito, embora um respeito bem adolescente, mas que hoje só me causam ojeriza e pena. Como um “insider”, creio que posso ajudar a desvendar o perfil desse senhor para os colegas e amigos que hoje ficam passados com o que ouvem e veem dele. Eu nasci em um lar evangélico e frequentei uma igreja pequena, de bairro, até mais os menos os meus 10 anos. Por volta de 1992, meu pai decidiu que precisávamos nos aprofundar nos estudos bíblicos e nos levou para uma congregação maior, a Assembleia de Deus do Bom Retiro. Ela ainda é uma igreja-irmã da instituição presidida pelo pastor Silas Malafaia. Jabes de Alencar, pastor do Bom Retiro, é até hoje um dos principais aliados de Malafaia, se não o maior. Com o passar do tempo no Bom Retiro, eu e minha irmã fizemos amizade com alguns membros da família Alencar, tão vasta que poderia encher uma ilha do Pacífico tranquilamente só de descendentes, com perigo de ter que entrar em guerra com o atol vizinho por mais terra habitável. Aliás, Malafaia, que chama beneficiário do Bolsa Família de vagabundo e engorda o coro desinformado de que eles têm filho para ganhar uma merreca por mês, poderia discorrer sobre o tamanho da família de Jabes, que tinha dois dígitos de irmãos ou perto disso. Seria interessante. Malafaia sempre esteve sediado no Rio de Janeiro, mas não era difícil vê-lo nos cultos na Rua Afonso Pena. Na igreja do Bom Retiro, ele era representado por Samuel Malafaia, irmão de Silas e atual deputado estadual no Rio. Com Samuel, meu pai fez amizade por dois motivos: eles lecionavam na Escola Bíblia Dominical (sim, eu tive aula com ele) e morávamos relativamente perto. Samuel vivia na Rua Zacarias de Góes, a mesma em que Suzane von Richthofen assassinou os pais, e nós morávamos a uns 3 minutos de carro. Minha irmã tinha certa proximidade das filhas de Samuel Malafaia: lembro-me de pelo menos uma delas dançando na festa de debutante da mana em 1995. Com o tempo, meu pai cresceu na hierarquia da igreja e passou a ser parte do corpo pastoral. Eu, como pivete inocente que era, tinha autorização para entrar com ele na sala onde o dízimo e as ofertas eram contados. Minha incumbência era calcular o montante das moedas. Para azar dos líderes, inocência não dá amnésia, então me lembro claramente que, nos bons domingos, o valor chegava a R$ 10 mil. Isso em 1994. Corrigindo-se monetariamente, chegamos ao montante aproximado de R$ 46 mil por domingo. Já naquela época havia cultos durante vários dias por semana. Não tenho condições de dizer se o valor atual é sequer próximo desse. Pode ser menos. Pode ser muito mais. Vale um disclaimer: é mito que nas igrejas de classe média as pessoas são manipuladas facilmente por pastores. Isso acontece muito em outras denominações com foco em baixa renda (aliás, é muito curioso igreja ter foco de renda), mas nessas mais abastadas a maioria do povo oferta e dizima com o desejo genuíno de ajudar o Evangelho a ser levado a mais pessoas, embora aí sim caiba uma reflexão: qual tipo de Evangelho? Na maioria das vezes um que causa repulsa em mim. Também é mito, claro, que todo líder rouba dinheiro. Atualmente, frequento uma igreja onde a democracia é exemplar. Pastor não é dono do microfone e as decisões econômicas são tomadas em assembleia. Não se investe dinheiro em nada de importância sem que as pessoas que contribuem sejam consultadas e aprovem o investimento por maioria absoluta. As entradas e as saídas são expostas em telão e todos têm 100% de acesso às contas. Voltando. A certa proximidade entre as famílias levou Jabes a jantar com Samuel algumas vezes em casa. E, em um desses encontros, lá estava Silas Malafaia sentado à mesa com este que vos escreve. Não me lembro da situação, mas minha mãe afirma que foi em um encontro de pastores em São Paulo. Por motivos que até hoje desconheço em detalhes, meu pai rompeu com os líderes da igreja e saiu. Silas sempre foi um orador magnífico. Mas mesmo defendendo algumas bandeiras de hoje já naquele tempo, lembro-me de um personagem muito diferente desse que está aí na mídia. A fala eloquente estava sempre acompanhada de certa paciência e bom humor. Talvez fosse o espesso bigode que abafava o som e

Fonte: “Eu contei o dinheiro do dízimo com Malafaia”: o testemunho de um evangélico descrente. Por Kiko Nogueira

Fotógrafo regista momentos mágicos de cães gigantes com os seus pequenos amigos humanos | Tá Bonito

Andy Seliverstov é um fotógrafo russo, de 58 anos e acaba de lançar o livro “Pequenas crianças e os seus grandes cães”. A obra retrata várias imagens de crianças bem pequenas com os seus gigantescos amigos caninos.O artista demorou 4 meses para fazer todas as fotos, que foram captadas em São Petersburgo. Ele tentou transmitir o vínculo e o carinho entre as duas espécies. E conseguiu… VALE A PENA CONFERIR! :)PS: A Deco Proteste está novamente a oferecer TABLETS. Descobre tudo AQUI.

Fonte: Fotógrafo regista momentos mágicos de cães gigantes com os seus pequenos amigos humanos | Tá Bonito