Um, Dois Três, Feliz ano Novo

Barrados no Braille

Um minuto, um segundo, e você desemboca no novo ano, com uma taça de champanhe na mão, os ouvidos meio surdos por conta do estrondear dos fogos, os braços ocupados em abraçar, na boca, aquela frase de sempre, com suas exclamações: Feliz ano novo! No fundo você sabe, a ideia de renovação não passa de propaganda pesada, de clima preparado pelo natal, as férias, para muitos, os calendários, que você tem pelo menos uns três, dados por lojas de departamentos e farmácias.

O ano novo recomeça implacavelmente de onde parou o velho. Isto porque os anos não passam de invenção, da civilização e da cultura, para monitorar as horas úteis e inúteis dos indivíduos, para organizar as políticas, a economia, para disciplinar os planos educacionais e criar uma trilha comum por onde possam contar a história.

Na verdade, o que temos mesmo é o tempo, esse conceito, essa ideia poderosa…

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