In Memoriam

a farpa

As verdadeiras amizades não se explicam, mais a mais quando se tratam de amizades que, nascidas num seio político o sabem transcender.
Mário Soares não foi meu amigo, pelo menos não num estrito senso pessoal. Foi-o da minha Família.
Podem pensar aqueles que me conhecem ou me lêem aqui, e dizer, mas como alguém de um pensamento político, até militante de outra – assim chamada – ideologia, ser amigo de quem militou, pugnou, por algo que a si não chama de verdade consequente.
Como pode alguém de Direita ser amigo de um Socialista?

Verdade seja dita, não foi porque Mário Soares, enquanto Presidente, mais condecorou a Senhora minha Avó, nem porque o meu Pai nele votou em determinado momento político da sua carreira. Não, acho que é algo que nos transcende a todos, completa a Portugalidade Democrática, a Liberdade que nos permite dizer e ser o e como somos, mas…

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