O diálogo de Temer com o fantasma do Palácio da Alvorada

Luíz Müller Blog

 Por Kiko Nogueira no Diário do Centro do Mundo

Temer

Michel Temer facilitou imensamente o trabalho dos humoristas braseiros.

Sua mediocridade e patetice, bem como a corrupção falastrona de sua gangue, fornecem mais material para os satiristas do que eles dão conta.

A piada do minuto é a explicação de Michel para o fato de  não ter ficado no Alvorada depois de gastar mais de 20 mil reais numa reforma que envolveu a instalação de uma rede de proteção para o filho numa varanda.

A família permaneceu lá durante 11 dias, voltando ao Jaburu.

“O Palácio da Alvorada tem um monte de quartos, uns oito, todos muito grandes. Tudo muito amplo, bonito”, falou à Veja.

“Mas senti uma coisa estranha lá. Eu não conseguia dormir, desde a primeira noite. A energia não era boa. A Marcela sentiu a mesma coisa. Só o Michelzinho, que ficava correndo de um lado para outro…

Ver o post original 300 mais palavras

Anúncios

Diário do Centro do Mundo O caso Karnal mostra uma coisa que muita gente nega: o tamanho da rejeição a Moro. Por Paulo Nogueira

O caso Karnal comprovou uma coisa que muita gente contesta: o tamanho da rejeição de Sérgio Moro. Se alguém ainda tinha dúvida, ficou claro que Moro está longe de ser uma unanimidade. Karnal foi simplesmente massacrado nas redes sociais por aparecer ao lado de Moro. A reação do público atingiu tal proporção que Karnal retirou do Facebook a foto infame. Fora os analfabetos políticos da direita xucra, Moro é malvisto hoje por muitos brasileiros. Não falo apenas dos petistas e nem só, num universo maior, dos progressistas em geral. Muitas pessoas do centro, a princípio animadas ou até entusiasmadas com Moro, foram mudando de opinião quando foi ficando evidente o caráter brutalmente tendencioso e parcial da Lava Jato. Moro não se empenhou, a partir de certo momento, em sequer fingir que é um juiz isento. Sua foto com Aécio numa festa da IstoÉ é uma prova disso. Numa sociedade mais avançada, aquele flagrante seria suficiente para ele ser afastado das investigações por conduta inadequada a um juiz. Em muitos ambientes Brasil afora, Moro será hoje vaiado como Temer. A decisão de Karnal de remover a foto foi uma bofetada moral em Moro. E talvez um choque de realidade, se ele ainda se julgava um semideus. Ele enganou durante algum tempo muita gente. Mas tanto abusou que as pessoas acordaram para a farsa que ele é. O caso Karnal demonstra isso integralmente.

Fonte: Diário do Centro do Mundo O caso Karnal mostra uma coisa que muita gente nega: o tamanho da rejeição a Moro. Por Paulo Nogueira

Karnal está tentando estancar a sangria | Brasil 24/7

“Karnal retirou a foto de seu encontro com o juiz e, segundo relatos, está bloqueando quem cobra dele uma explicação. Ele perdeu alguns milhares de seguidores – não um grande estrago, mas indica que o saldo líquido de sua aventura curitibana não foi positivo – e está tentando estancar a sangria”, diz o cientista político Luis Felipe Miguel; “Embora o mundo não seja linear, há momentos, na vida política, em que uma linha divisória precisa ser traçada. Estamos vivendo um desses momentos. É a linha divisória entre o golpe (e a ordem de exceção que dele emerge) e a democracia”

Fonte: Karnal está tentando estancar a sangria | Brasil 24/7

Um fantasma assombra a política de Minas | Brasil 24/7

“Conta a lenda que de tempos em tempos um fantasma ronda o Palácio da Liberdade, sede e símbolo da velha política mineira”, diz o colunista Carlos Lindenberg; “É assim que, vira e mexe, o empresário Marcos Valério assusta a elite política de Minas, com a promessa de revelar o que diz saber, sob o compromisso da delação premiada. Na semana passada, Marcos Valério, criador do mensalão tucano, voltou a aparecer, como um fantasma, oferecendo ao Ministério Público de Minas Gerais novas informações, ao que diz, sobre o que houve em Minas na campanha de 1998. Aquela em que Itamar Franco derrotou Eduardo Azeredo. Propõe também revelações sobre a chamada Lista de Furnas, um enigmático esquema financeiro que irrigaria o PSDB mineiro, a partir do agora inalcançável Dimas Toledo”

Fonte: Um fantasma assombra a política de Minas | Brasil 24/7

Abriu-se a Caixa de Pandora: a política do vale-tudo | Brasil 24/7

“A trama perversa do golpe abriu a caixa de Pandora dessa república das bananeiras: escancarou não somente a podridão do sistema político, como também expôs o nível de manipulação e de controle que a mídia exerce sobre as instituições e a sociedade brasileira, o envolvimento de uma juristocracia elitista e conservadora com o submundo da política, o fascismo de setores da classe média, a fragmentação e as disputas dos setores democráticos e de vanguarda; enfim, a farsa de uma democracia altamente excludente”, diz o cientista político Robson Sávio Reis Souza; “somente quando a sociedade brasileira acordar desse pesadelo anestesiante do inferno do vale-tudo que se abateu sobre nós é que teremos condições de superar o golpe”

Fonte: Abriu-se a Caixa de Pandora: a política do vale-tudo | Brasil 24/7

A máscara da vida: As fotografias post mortem

Tendências do imaginário

Post mortem 01 Post mortem 01.

“É impossível conhecer o homem sem lhe estudar a morte, porque, talvez mais do que na vida, é na morte que o homem se revela (…) É nas suas atitudes e crenças perante a morte que o homem exprime o que a vida tem de mais fundamental” (Morin, Edgar, L’Homme et la Mort, Paris, Seuil, 1951). Com ou sem filtros, a morte é o nosso espelho; e as sociedades caracterizam-se pelo modo como tratam os seus mortos.

Post mortem 02 Post mortem 02.

A relação com a morte altera-se com a passagem do tempo. Na Idade Média, a morte era omnipresente. Agonizava-se e trespassava-se em companhia, nomeadamente, dos familiares e dos vizinhos. Assistiam à agonia e à morte tanto os adultos como as crianças.

Post mortem 03 Post mortem 3.

Hoje, afastamo o cadáver, bem como o moribundo. Morre-se cada vez mais em hospitais, atendido por profissionais de saúde, numa agonia solitária. Existem…

Ver o post original 981 mais palavras