CNBB declara guerra à reforma da Previdência de Temer e Meirelles | Brasil 24/7

A proposta de reforma da Previdência de Michel Temer e Henrique Meirelles, que deixa milhões de brasileiros sem aposentadoria e sem nenhum tipo de proteção social, acaba de receber um duro golpe; em nota, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) assumiu sua posição contrária à reforma que, além da idade mínima de 65 anos, exige 49 anos de contribuição para o benefício integral, num país que, ontem, decidiu matar a CLT e precarizar de vez as relações de trabalho; na nota, os bispos lembram que a previdência “não é uma concessão governamental ou um privilégio”, mas sim um direito assegurado na Constituição de 1988; no documento, o cardeal Sergio da Rocha, o arcebispo Murilo Krieger e o bispo Leonardo Steiner convocam os “cristãos e pessoas de boa vontade” a se mobilizarem; “Deus nos abençoe”, diz ainda o documento; no último dia 15, mais de 1 milhão de brasileiros foram às ruas contra o fim das aposentadorias; confira a íntegra

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E a senhora empertigada dos Jardins ganhou a batalha | Brasil 24/7

Pois bem, o mundo não está mais perdido para a senhora empertigada dos Jardins, mas está para a maioria dos trabalhadores brasileiros, sim. Ela ganhou. Não só com o fato de não precisar registrar a trabalhadora de sua casa, como verá, a partir de agora, a grande maioria dos trabalhadores serem terceirizados. Uma forma de escravidão sem utilizar o nome

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Lei da Terceirização será proibida na Rússia a partir de 2018 | Brasil 24/7

Na Rússia, modelo de contratação pela terceirização será proibido a partir do ano que vem, após 20 anos. A decisão foi tomada em janeiro pela Assembleia Federal russa depois de negociações entre os sindicatos de trabalhadores e o governo do presidente Vladimir Putin; “O fim da terceirização é um grande orgulho para os sindicatos russos”, afirmou Abdegani Shamenov, integrante do Sindicato dos Trabalhadores da Construção da Rússia

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Diário do Centro do Mundo O recuo de Moro no caso Eduardo Guimarães é o epílogo de seu reinado. Por Kiko Nogueira

E então Moro recuou. Em despacho desta quinta, o juiz avisa que decidiu não mais investigar Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania. Eduardo havia sido conduzido coercitivamente para depor na sede da Polícia Federal na Lapa, em São Paulo, sob a alegação de que divulgou informações sobre uma operação envolvendo Lula. Segundo o blogueiro, os agentes da Lava Jato já sabiam a fonte da informação. De acordo com a Constituição, jornalistas não são obrigados a revelá-la. Moro tentou uma pegadinha: Eduardo não faz jornalismo, mas “propaganda política” (Estadão e Globo, vamos combinar, fazem empadas, paçocas e escondidinhos). Não colou. A ação arbitrária foi criticada unanimemente — à esquerda, à direita e ao centro. Nem Reinaldo Azevedo aprovou o que fizeram com o que chamaria, em outras circunstâncias, de “petralha”. A ONG Repórteres Sem Fronteiras, sediada em Paris, emitiu nota de repúdio. Ficaram a seu lado apenas os extremistas de sempre, que recebem milagrosamente vazamentos selecionados, e sicofantas de Temer como a inacreditável Eliane Cantanhêde.  Ao cometer essa insânia, nas palavras de Juca Kfouri, num misto de desespero, vingança e arrogância, perdeu o apoio da mídia, com quem sempre contou e que o alçou à condição de super herói.  “Considerando o valor da imprensa livre em uma democracia e não sendo a intenção deste julgador ou das demais autoridades envolvidas na investigação colocar em risco essa liberdade e o sigilo de fonte, é o caso de rever o posicionamento anterior e melhor delimitar o objeto do processo”, escreveu. “Deve ser excluído do processo e do resultado das quebras de sigilo de dados, sigilo telemático e de busca e apreensão, isso em endereços eletrônicos e nos endereços de Carlos Eduardo Cairo Guimarães, qualquer elemento probatório relativo à identificação da fonte da informação”. Traduzindo: foi mals, aê. Moro se tornou um empecilho, como antes dele Joaquim Barbosa. Como dizem os teletubbies, é hora de dar tchau.

Fonte: Diário do Centro do Mundo O recuo de Moro no caso Eduardo Guimarães é o epílogo de seu reinado. Por Kiko Nogueira

Defiance

TheFeatheredSleep

14718735_10202095537187418_8475389863967140182_nAs she ticks upward

the hours tick down

crossed off by permanent pen

no you will not live this moment again

seize it as you would a hot sparkler

waved maniacal by laughing children

through mittened thin protection of wool

and in that conjure

you still the thunder of

what you didn’t achieve

what you didn’t yet reach

in the circumference of your dreams

just before burn

becomes indelible

raise up

let go of all worldly commands

to obey and bow

you are beholden only

to ushered majesty of tomorrow

make it worth your time

here standing in line with

other decaying eyes

blinking against saline

for soon you will rise

a little sorer for your walk

parchment for skin

timidity taking over waltz

then when you think it’s too late

surprise yourself again

swelling with love and energy

like the old dog who hears his returning master

will out…

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In memory of P.C. Keith Palmer, Metropolitan Police.

Peter's pondering

b4d7c990b8e792469d58c5dc69dc0f9e072ab9f4a3aabf6f6802f732b5e63e3f_3915030“The Final Inspection”

The policeman stood and faced his God,
which must always come to pass.
He hoped his shoes were shining
just as brightly as his brass.

“Step forward now, policeman.
How shall I deal with you?
Have you always turned the other cheek?
To My church have you been true?”

The policeman squared his shoulders and said,
“No, Lord, I guess I ain’t,
because those of us who carry badges
can’t always be a saint.

I’ve had to work most Sundays,
and at times my talk was rough,
and sometimes I’ve been violent,
because the streets are awfully tough.

But I never took a penny,
that wasn’t mine to keep….
Though I worked a lot of overtime
when the bills got just too steep.

And I never passed a cry for help,
though at times I shook with fear.
And sometimes, God forgive me,
I’ve wept unmanly tears.

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