Edmar Neves: Somos mais limpos pela manhã? – A sujeira de Jorge Ialanji Filholini

LOID

(Quase) Toda Sexta-Feira – Por Edmar Neves

Julio Cortázar, comparando a arte de escrever com o boxe, disse que alguns textos ganham o leitor por pontos corridos e outros ganham por nocaute. No caso do livro de contos Somos Mais Limpos Pela Manhã (Selo Demônio Negro, 2016), do Jorge Ialanji Filholini, eu perdi na primeira vez por W.O! Não estava pronto para encarar uma briga desse tamanho e tive que jogar a toalha para poder me preparar melhor. Afinal, eu devoro um livro pelas beiradas, leio os dados bibliográficos, qual a editora, qual a edição, quem revisou o material, em que cidade foi impresso, degusto o texto com calma, mergulho na história de cabeça ou nem continuo lendo. E como Caco Yshak bem avisou na sua apresentação, os contos do Jorge são uma bela troca de socos, na verdade, são como uma surra bem dada…

Mas, finalmente, consegui travar essa…

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