Música dentro do muro: Michael Rother sobre si próprio.

O Coprófago

[ORIGINALMENTE PUBLICADO NA TRACKER MAGAZINE; FOTOGRAFIA DE HENRIQUE ALMEIDA; EM SUMA, UM DOS MAIS BONITOS MOMENTOS DA VIDA DA MOSCA]

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Pensemos na Alemanha do início dos anos 70, ainda separada entre Este e Oeste como consequência da Segunda Grande Guerra. Um país separado no seu coração geográfico, Berlim; um povo dividido, sujeito a diferentes governos e influências. É, também, uma época especial por ter sido um pequeno micro-cosmos de excelente música, um caldeirão criativo que fervilhava em pequenas bandas e projectos artísticos. Se hoje, com reverência, falamos dos Kraftwerk, grupo seminal da electrónica, dos Can, dos NEU!, ou dos Faust – alicerces que ainda hoje são aproveitados, apreendidos e reciclados pelas novas gerações -, devemo-lo a um fenómeno que ultrapassa o simples acaso. Na altura, o frenesim não permitia apurar a singular importância do que se passava; a crítica britânica, vítima de uma falácia provocada…

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