Gosto do exagero, não porque não me mantenho com pouco mas porque me transpareço no imenso do mundo que trago no peito.
Sou cheia de anseios, levo a vida do meu jeito e há de quem se empenhar em mudar a forma como eu vejo.
Sou maremotos em lagoas, alagamentos no sertão e a força invisível aos olhos que me vêem.
Só teme quem ouve a minha forca, sente a turbulência e a pressão da agua no mar espantosamente calmo. Eu sou o de repente!

Sou fraca num instante, no outro me multo a ser invencível com o que faço transbordar de mim.
Eu sou a propria arte em transbordar, sou mar em fúria, chuva torrente, fogo ardente e nunca existiu alguem pra dizimar meu eu a pó.

Quem é o próximo a tentar conter me dentro dum copo, reduzir-me em brasa e fazer-me ser garoa fina?

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