«Mi vive accanto» – Laura Chiarina

Poesia in Rete

André Kertész, Newton, Connecticut, 1959

Mi vive accanto
– come elfo dei boschi –
un pensiero latente
                                         (sfuggente).
Mi irrita
l’inadeguata
frusta parola:
la rosa
                   (nel bricco da mesi)
ha cambiato colore

ed io
non so scrivere d’Amore
senza la parola amore.

La mia poesia
cerca una pagina d’acqua
di vento;

della rosa il male rosso
la spina e la sillaba
d’amaro profumo.

Laura Chiarina

Testo inedito, 03.02.2016

All rights reserved – © Ed.DIVINAFOLLIA

Laura Chiarina

Nuvole dalle braccia
Le vele di Penelope

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