Corrupção até na maneira de noticiar a epidemia de Febre Amarela

Brasil, o país dos Bilhões em corrupção

UM PESO, DUAS MEDIDAS, Uma doença, duas notícias: a febre amarela noticiada nos governos Lula e Temer
por Intervozes 
Em 2008, um surto foi transformado em epidemia grave pela imprensa. Nesse ano, com 17 vezes mais casos, a abordagem da mídia foi sóbria e discreta.
Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

Ricardo Barros

Ricardo Barros, o ministro da Saúde que é contra a saúde universal

Por Claudia Malinverni*

Nos últimos nove anos, dois ciclos de intensificação da febre amarela silvestre (na gramática epidemiológica, epizootia), fenômeno recorrente no cenário brasileiro, chamaram a atenção do jornalismo de massa. O primeiro, no verão de 2008, foi alvo de uma intensa e controversa cobertura, que mobilizou a imprensa nacional e acabou por configurar a doença como uma epidemia midiática.

O segundo, no início deste ano, a despeito de ter provocado um surto entre seres humanos de dimensões inéditas e com potencial para a espetacularização, recebeu um…

Ver o post original 1.958 mais palavras

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s