Aqueles cuja lâmpada noturna ilumina o mundo!*

Para espíritos livres

SCHOPENHAUER, A., 1788-1860. O mundo como vontade e representação. Tradução M. F. Sá Correia. Rio de Janeiro: Contraponto, 2001.  431p.

Que força e que intensidade de visão neste quadro homérico de Até, o espírito malfazejo: “Os seus pés são delicados visto que nunca pisa o chão, mas só caminha sobre a cabeça dos humanos!”(Ilíada, 19, 91). Que poderoso efeito produziu Menenius Agripa com a sua fábula Os membros e o estômago, sobre o povo retirado no monte Sagrado! No começo do sétimo livro da República, na já citada alegoria da caverna, que magnífica expressão Platão dá a um dogma filosófico de elevada abstração! Uma outra alegoria de um sentido filosófico muito profundo é a de Perséfones que, por ter saboreado uma romã nos infernos, é condenada a permanecer lá: este mito é singularmente esclarecido e ilustrado pela consagração inestimável que Goethe lhe deu tratando-o como episódio no…

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