DICA DE MÚSICA: The Technicolors

Chalé Geek

The Technicolors é uma banda de rock americana, formada pelo frontman Brennan Smiley (guitarra e vocais), Nico Nicolette (baixo) e Sean Silverman (guitarra e vocais).

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A banda original de Phoenix, Arizona faz parte da 8123, uma “empresa” criada pela banda The Maine (que também fazem parte Nick Santino e Beach Weather, já indicados no blog) a fim de ajudar e gerenciar a carreira de artistas  independentes, ou seja, que não têm envolvimento com grandes gravadoras e corporações. Aliás, Brendon abriu os shows do The Maine no Brasil pela Brazilian Candy Tour em 2015. Ele até aprendeu a tocar o hino do país! ♥

O som do The Technicolors é inspirado no Britpop dos anos 90, e até mesmo o visual dos clipes e photoshoots lembram muito as bandas da época. Eles já lançaram alguns trabalhos sendo eles: o álbum Who Are You, gravado antes de Brendan formar a banda…

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Are Lesbian Characters Viewed as a Safer Depiction of LGBT Characters in Children’s Television Compared to Gay Characters?

WFUmediaphiles

There are many out there who believe that animated television shows are the best they have ever been, especially those aimed at children and young adults. Within these shows, representation for LGBT characters has dramatically increased over the past few years. However, when looking into these depictions, I noticed that in them, especially for shows aimed at younger audiences, the LGBT representation was more greatly seen in female characters.

It seems that recently, it has become more acceptable for older audiences to enjoy animated television shows. I, to an extent, am one of those people. Shows like Adventure Time, The Legend of Korra, and Steven Universe are all aimed at a younger audience, but have brought in older viewers due to some of the more adult themes and topics addressed within them. They also have another feature in common. They all feature female or female coded characters who are or…

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(Arte) Contemporânea – Arte Bruta

Pelamente...

A expressão Arte Bruta foi criada pelo pintor francês Jean Dubuffet (1901-1985) em 1947 que também foi o primeiro teórico sobre o assunto e crítico de cultura. Caracterizou o trabalho produzido fora do sistema tradicional e profissional da arte, arte produzida por artistas autodidatas, livres de qualquer influência dos estilos  vanguardistas.

A arte bruta busca inspiração em fontes que diferem da tradição ocidental e da cultura dominante e, na maioria das vezes, é feita por pacientes de hospitais psiquiátricos ou detentos de prisões, que fazem arte na sua forma mais pura e inicial, com imagens vindas do inconsciente. Por isso, as obras parecem representar sentimentos, emoções e inconformismo.

Ao redor do mundo há diversos museus que expõem arte bruta.

O artista autodidata que desenvolve o seu trabalho criativo, sem influência da arte erudita ou mesmo da arte popular tradicional, responde a uma forte motivação intrínseca e muitas vezes utiliza materiais e técnicas inéditas e improváveis.

O Museu Miguel Bombarda, em Lisboa, aberto ao público desde 2004 e que se mantém após o…

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Ceramic Abuse by Laurent Craste

SCOPIC IMPULSE

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Ceramic Abuse by Laurent Craste

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Laurent Craste is an award winning sculptor with a unique series of abused ceramics, aptly titled “Abuse”. Using knifes, axes, baseball bats and more, Craste has fashioned the ceramics reacting to the “violence” of the mentioned tools, although instead of breaking, the pieces bend and yield as though they were actually soft bodies. As explained from his site, “A deliberately caused “accident” changes the appearance of the vases: soiled, covered with graffiti, trampled, cracked, nailed to the wall, subjected to the worst treatment, yet remaining recognizable. This violence is specifically that of the creator, since the absolute negation of the piece, smashing it to pieces, has not been “implemented””. However deep you want to get into thinking about the pieces is up to you,

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Le voyage des fleurs,

Marie des vignes

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les fleurs voyagèrent dès l’Antiquité, à la faveur des échanges commerciaux comme des campagnes guerrières.

Les croisés rapportèrent des espèces orientales, dont certaines réussir à s’acclimater en Europe.

A partir du XVI ème siècle, les expéditions  vers le Nouveau Monde s’intéressèrent à la flore locale.

Les Amérindiens en faisaient principalement un usage  alimentaire ou rituel.

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Les colons retinrent rarement  le premier, et réprimèrent fréquemment le second.
mais l’importation  d’espèces remarquables  lança l’essor de l’horticulture.

La Hollande s’illustra  en ce domaine dès le XVII ème siècle.

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A défaut de soleil et de chaleur , on cultiva en serre des fleurs  venues d’Asie.

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D’orient ou des Amériques.

Peu a peu cette pratique se démocratisa. Les jardins d’agrément , apanage des nantis , devinrent  domestiques.

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Les jardins publics s’ouvrirent  au commun des mortels.

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La flore sauvage, hélas , pâtit de la surexploitation des sols et de la pollution qui déséquilibrèrent les microsystèmes.

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