País en suspenso: ¿Qué pasará en Venezuela después de la Constituyente? — chamosaurio

Quedan pocas horas para el evento comicial que permitirá escribir una nueva Constitución en Venezuela. La oposición lo califica de “fraude”, EE.UU. amenaza al país con sanciones si se celebra, la derecha internacional pide frenarlo y el chavismo llama a votar. ¿Qué hay después del 30 de julio? Venezuela tiene algunas famas ganadas y la […]

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The smoke of love

MY VALIANT SOUL

From my left toe, I bleed shouting the years of constant wound,

harsh numb, dead leaves hanging from my inner ear

The half lit candle smirks on my shrinking

Bedsheet, that lacks you.

With the sway of pendulum I count my hearbeat, hearing the drop of water from

My lips to your sturdy chest

Pour the breeze of mountain chills on my unkissed shoulder,

Then stroke the brush from the galaxy and paint my body with auburm kisses

Play clircles, squares creating a beguiling art on my naval

Where the earthquake is created rupturing new glossy shoots, wandering

For the further smoke of your tranquilizing face of love.

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Moro – o óbvio

Oficina de Concertos Gerais e Poesia

Ninguém acusa o juiz Moro de ser sofisticado em seus raciocínios – é certo. Tampouco a entrevistaconcedida ao autodenominado “grupo internacional de jornalismo colaborativo Investiga Lava Jato” poderá ser utilizada como prova de sua força argumentativa.

Moro e Aécio

E, diga-se de passagem, igualmente, o que a Folha traz na sua edição de 30 de julho de 2017 não mostra que os jornalistas do tal grupo tenham feito qualquer força para tirar do juiz declarações que demonstrassem o contrário.

A bem da verdade, quando se espreme o conteúdo da entrevista, mais uma vez, está lá o juiz Moro se justificando de suas decisões.

Tal qual quando é questionado sobre as provas utilizadas na condenação do ex-presidente Lula.  Moro inicia afirmando que tudo está na sentença e que não fará comentários. E, em seguida, comenta. Melhor teria feito se ficasse em uma afirmação do tipo: “tudo que tinha para ser dito está nos…

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Jessé Souza: “A classe média é feita de imbecil pela elite”

Luíz Müller Blog

na Carta Capital

Os extratos médios, diz o sociólogo, defendem de forma acrítica os interesses dos donos do poder e perpetuam uma sociedade cruel forjada na escravidão
Paulo Pinto/Fotos Públicas
Impeachment

Inocentes úteis? Ou só úteis?

Em agosto, o sociólogo Jessé Souza lança novo livro, Elite do Atraso – da Escravidão à Lava Jato. De certa forma, a obra compõe uma trilogia, ao lado de A Tolice da Inteligência Brasileira, de 2015, e de A Ralé Brasileira, de 2009, um esforço de repensar a formação do País.

Neste novo estudo, o ex-presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicadaaprofunda sua crítica à tese do patrimonialismo como origem de nossas mazelas e localiza na escravidão os genes de uma sociedade “sem culpa e remorso, que humilha e mata os pobres”. A mídia, a Justiça e a intelectualidade, de maneira quase unânime, afirma Souza na entrevista a seguir…

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Cercanía riesgosa

El blog de Fabio

She_gets_the_penny,_he_gets_the_kiss

Un verano, apenas terminado quinto de escuela, Gonza fue con los padres a pasar las vacaciones en un pequeño balneario del este. Disfrutaron de tres semanas muy tranquilas. Lamentando mucho, eso sí, no haberle podido dar hermanitos a su único hijo. Pero Gonza, siempre activo, hacía cosas, paseaba, recorría, miraba, preguntaba. Sin pausa pero sin prisa, él es así.

En la casa de al lado había una vecinita muy amistosa. Usaba el pelo morocho atado en dos colitas. Gonza le hablaba de autos de carreras, de astronautas, de superhéroes y cracks del fútbol. Ella le seguía toda la charla y le comentaba lo que sabía. Los días pasaban sin apuro, Gonza estaba entretenido sanamente. No era muy de jugar con nenas, extrañaba el fútbol, pero con esa nena le gustó.

Sin saber cómo, una tarde Gonza le empezó a contar que él iba a ser un novio alto y rubio…

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