Soneto do Desamparo

Contos sobre nada

O mundo egoísta me consome
Diante a mim a solidão cresce;
No lugar que a tristeza floresce.
É onde toda esperança some.

Me distancio de almas divinas
Nascidas em egos e latrinas.
Sinto náusea do ser semelhante
Uma vertigem tão angustiante.

Igualdade torna diferença
Sinto cada vez mais a descrença
Sou ser incapaz da indiferença.

Esses dias que o sol brilha forte,
Mas nada afasta o frio da morte
Sorrir se torna um ato de sorte.

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